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Vrindavana é uma pequena cidade no norte da Índia. Mas Vrindavana também é um estado de espírito, uma dimensão de amor e fraternidade. Num filme onde a percepção audiovisual prevalece, Ernesto Baca cria uma jornada que é mais sensorial e espiritual do que física e palpável: o filme como estado de consciência, as imagens como uma porta ao desconhecido, o som como uma ponte que nos leva a algum outro lugar.
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As Novas Desventuras de Cliff Booth
Algo entre o delicado e o mal feito. Os planos estáticos, os closes e os motivos escolhidos são formidáveis. É uma maneira de mostrar a Índia que eu ainda não tinha visto. Mas a edição convulsa de imagem e som e principalmente os cortes descontrolados e desmedidos (talvez uma tentativa de enfiar tudo dentro dos 90 minutos de filme) diminuem a meu ver a beleza do filme e o tornam por vezes irritante.