Parcialmente rodado no Museu de História Natural de Londres, o documentário apresenta o encontro entre a cantora e compositora islandesa Björk e o biólogo e radialista inglês David Attenborough. Eles conversam sobre a natureza da música e sobre a ligação existente entre música, natureza e tecnologia. O documentário ainda exibe a cantora em sua preparação para a turnê de Biophilia além dos ensaios e gravações para o álbum de estúdio de mesmo nome.
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Adoro o Biophilia e fiquei encantado pelo documentário - que mostra um pouco do processo de criação e o que constitui o álbum. Björk é uma artista única, que traz em seus trabalhos muito mais do que se consegue captar. Isto é fantástico. Sou fã há anos, mas sempre estou descobrindo algo novo.
Interessante o quanto ela se desenvolveu - e se libertou - ao longo dos anos. Os primeiros álbuns, inclusive os das bandas nos anos 80, são ótimos, mas ainda restritos a um estilo e padrão. Ao longo dos anos 2000, Björk encarou de forma bem mais profunda e experimental o que faz.
sou fascinado por essa mulher desde quando comprei, em 1988, o vinil The Sugarcubes – Life's Too Good, que, aliás, conservo até hoje!
É absolutamente IMPRESSIONANTE a genialidade de Bjork nessa empreitada de "Biophilia" e todas as parcerias que ela trava com pesquisadores, tecnólogos inovadores e cientistas buscando alinhar tecnologia, música e natureza. Fiquei encantada com esse documentário!
Quando eu era criança era total hater dessa mulher, não entendia nada.. e hoje em dia eu vejo o quão idiota (por dizer leigo) eu era. Björk é uma espécie raríssima no nosso planeta, merece todo destaque que tem, na verdade merece muito mais.
Que mulher incrível!! <3 Tô cada vez mais convencido de que a Björk não é humana haha.