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Data de lançamento
25 Out. 1997Duração
Um sul coreano chamado Cheong-hae, viaja a Paris com a intenção de estudar arte, mas a realidade é imposta ao desejo e o jovem acaba tendo que realizar pequenos golpes para sobreviver. Conhece Hong-san, um cidadão norte coreano, que buscando escapar do exército coreano matricula-se na legião estrangeira. Entre ambos nasce uma amizade semeada de desencontros e momentos trágicos.
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Filme coreano, com trilha árabe, e acredito que o único de Kim Ki Duk com atores estrangeiros. Lembra "Amen" que viria anos depois. Mais um filme que mostra que a tal "Liberdade, igualdade e fraternidade" é só teoria. Interessante nesses aspectos, mas cansativo, o filme mais fraco deste diretor que julgo um dos melhores da atualidade.
Primeiro filme que vi do diretor. A trama se repete um pouco. O que mais gostei foi por mostrar a questão dos imigrantes, xenofobia etc.
Estou quase completando a filmografia desse gênio. Só posso falar assim mesmo. Kim é demais, fantástico.Olha esse filme, o que ele fez!!!
Um fotografia ótima, cenas que chamam a atenção a todo instante.Um clima se mantendo tenso, intimidador, frio, mas com toques de sensualidade, amor, amizade, tudo dentro de um descontrole emocional que perturba, mas engrandece a obra.Gostei muito. Apesar da amizade conturbada e um final chocante,deixa uma sensação de amor no ar, numa cena bem retratada. Que final, como sempre nos filmes dele.
Finalmente completei a filmografia desse grande diretor, um dos meus favoritos!
Desde esse, seu primeiro filme, já começamos a perceber seus fortes traços, que seriam postumamente aprimorados!
Assim como “Crocodilo”, “Animais Selvagens” é outro digno do título, pois a agressividade é elemento presente em quase todas as cenas, até lances de sexo em que o autor sempre faz questão de exibir.
Nota-se que nesses filmes antigos do Ki-duk, faziam bastante uso da violência (mormente com as mulheres) sem uma aparente preocupação em estudá-la, dando aquela impressão de apenas apresentar fatos (ferinos), um atrás do outro, numa sucessão dinâmica de acontecimentos, ganhando muita ação, mas perdendo em conteúdo. Tudo isso cria uma barreira dimensional nos impedindo o envolvimento íntegro com as personagens, em situações insólitas, no entanto, se pensar bem, são altamente identificáveis. Isso mesmo, Kim Ki-duk consegue formular atmosferas esdrúxulas que mesmo assim nos identificamos. São filmes frios, secos e com uma lancinância (quem sabe até gratuita) veemente, no entanto, quando chegam a um clímax, conseguem emocionar estranhamente, em momentos tocantes, sem usar pieguices, mesmo que essas situações não fiquem convincentes, passando despercebidas. “Wild Animals” segue um caminho parecido com esse, um filme violento, entretanto, soa superficial por não haver uma análise mais profunda dessa pungência ou do ser humano em condições precárias, ficando tudo meio raso.
Se o diretor tivesse a mesma habilidade que tem hoje em dia, “Wild Animals” e alguns de seus outros antigos trabalhos estariam em um nível muito mais respeitoso. Ainda continuo com a proposta de refilmagem pelo próprio autor, corrigindo falhas, principalmente técnicas.
Resultado: Regular à Bom.
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