Os planos de um casal de abrir um café em Nova Orleans tomam um rumo sombrio com a descoberta de um antigo quadro de bruxas, um artefato místico usado para invocar espíritos, que logo os leva a uma corrida contra o tempo para quebrar sua maldição mortal.
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O filme começou até bem, aquele terror de item amaldiçoado e tals, porém depois começa uma viagem muito louca e tentativas desesperadas de lançar plots na história que virou uma bagunça surreal. Gostei da protagonista e da primeira metade do filme, depois eu só queria que terminasse logo mesmo.
Lançado oficialmente neste ano de 2025, este é o remake do filme cult Espírito Assassino (1986). Apesar de não chegar nem perto da qualidade do original, pelo menos é melhor que o terceiro filme da franquia.
O roteiro é diferente do original e, infelizmente, muito pior. O ponto alto do filme é Madison Iseman, que está muito bonita, carismática e sexy como protagonista — um acerto que a maioria dos filmes da franquia tem é ter mocinhas atraentes e sensuais, com exceção do segundo filme. Também gostei da homenagem à cena do chuveiro do filme original.
O ritmo é extremamente parado e lento, e Jamie Campbell Bower (Vecna de Stranger Things) é um ator canastrão e sem carisma, interpretando um vilão raso. Um dos maiores problemas do cinema atual, tanto no gênero terror quanto no de ação, é o uso excessivo de sangue cgi. Este filme falha bastante nesse aspecto, o que o torna artificial e sem impacto.
O aspecto mais interessante é a ideia de
troca de corpos entre pessoas de épocas diferentes,
No final, é um remake medíocre, longo e decepcionante.
Ranking:
7.0/100=(Witchboard 1) Espírito Assassino (1986)
5.1/100=(Witchboard 4) Witchboard (2024)
5.0/100=(Witchboard 2) Witchboard 2 - Entrada para o Inferno (1993)
4.0/100=(Witchboard 3) Possessão (1995)
Achei legal a idéia de
troca de corpos entre pessoas de épocas diferentes.
Os pontos positivos se devem à criatividade do veterano Chuck Russell.
Releitura do filme de Kevin Tenney de 1986 com o mesmo nome.