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Data de lançamento
30 Jan. 2021Duração
Em um cenário de notícias desordenado dominado por homens, surge o único jornal da Índia dirigido por mulheres Dalit. A repórter-chefe Meera e seus jornalistas quebram as tradições, redefinindo o que significa ser poderoso.
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O heroico jornalismo feminino.
O papel das mulheres e a difícil vida em sociedade na Índia. A rotina dessas mulheres em sua profissão é super desgastante, possui enormes adversidades e julgamentos.
Privar da própria liberdade, felicidade e vocação por sua segurança e família ou não?
Vemos o uso das mídias sociais sendo usadas para o bem(no jornalismo) e para o mal(na política, por exemplo) e acompanhamos a crueldade justificada por comportamentos cegos e religião. A luta contra a o sistema não é fácil.
Os esforços inúmeras vezes não mudam o estado das coisas, mas seguir em frente por um bem maior e com esperança combina mais com essas fascinantes personagens.
Os passos podem ser lentos, porém o jornalismo que denuncia com coragem melhora vidas.
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Muito Bom.
O jornalismo é realmente lindo.
É um bom documentário que serve como denúncia e inspiração, pois aqui temos situações revoltantes e você acompanhar a vida dessas mulheres corajosas, porque aqui elas correm risco de vida. É ver como a estrutura precária delas e mesmo assim estão crescendo cada vez mais. É esse sistema de castas é algo inaceitável, mas mesmo assim dura milhares de anos. Porém a estrutura do documentário tem problemas, pois a organização de cenas não é boa, poderia ter mostra o impacto das mudanças que elas causaram na Índia e não só mostrar o canal do Youtube crescendo.
Inicia de forma engessada e aparentemente guiando a um direcionamento padrão, mas consegue se mostrar forte quanto mais adentra na realidade e no trabalho das jornalistas. Apesar de perder o ritmo e, apesar do curto, ser um tantinho cansativo em certos momentos, a urgência do tema e o peso das figuras centrais tornam esse documentário muito especial e poderoso. Os debates sobre a cultura do estupro, a ineficiência do aparato estatal em diversos sentidos, a perseguição à imprensa, o cerceamento da liberdade feminina e a ascensão do nacionalismo hindu enriquecem demais a experiência e são curiosamente paralelos a situações vividas na América Latina. Surpreendeu bastante.