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Data de lançamento
14 Dez. 2013Duração
Um grupo de policiais desonestos e pouco inteligentes: um deles atira sem querer em um homem inocente, e não sabe o que fazer com a vítima; outro trafica maconha dentro de ratos mortos; um deles tenta esconder o fato de que já fez fotos pornográficas gays no passado; uma policial tenta encontrar dinheiro para fazer mais cirurgias plásticas; outro policial ferido tenta compor em sua casa uma música que seja o novo "hit" da estação; já seu colega solitário busca as maneiras mais absurdas de conseguir ver os seios das mulheres nas ruas.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
O filme, com sua história, roteiro e tudo mais, é bem fraco. Parece uma junção de esquetes ou trechos de um seriado. Se não levar isso muito a sério, dá para se divertir. Tem cenas hilárias, e você até consegue achar que trabalhar na polícia parece legal. Eles não fazem nada o dia inteiro, a não ser seus trambiques.
Eu ri com o moribundo sendo arrastado de um lado para o outro, mas a melhor parte é quando o Rough chega com ele a um prédio. Eu, pelo menos, achei que ele tinha levado o cara para um hospital depois de ele ter "aperfeiçoado" a música. Mas não, ele simplesmente leva o sujeito para a gravadora junto com ele kkkkk wtf??
Eric Roberts atuou melhor no clipe de Smack That com Akon e Eminem do que nesse filme.
Assistido em 29/06/2025
Antes de embarcar na loucura cinematográfica de Quentin Dupieux, é importante saber que seu projeto era inicialmente fazer vários curtas-metragens girando em torno de seu universo nonsense (tendo como leitmotiv os policiais de Los Angeles) mas também de sua música, e isso para um público abertamente publicitário à medida que se aproximava do lançamento de seu álbum sob o nome de Mr. Oizo. O produtor e músico francês concentra sua história, povoada de policiais insalubres, obscenos e completamente insanos, um trafica maconha em ratos mortos, outro tira proveito de seu uniforme para tentar abusar de mulheres, há também aquele que gostaria de se tornar um músico techno, o inspetor que esconde um segredo vergonhoso e uma policial que pratica chantagem. Cada um desses personagens se envolve em algumas situações no mínimo peculiares, Mark Burnham e Eric Wareheim na liderança, para não mencionar a aparição bastante bem-sucedida de Marilyn Manson como um adolescente delicado e introvertido, mas ao mesmo tempo revelam o grande problema de "Wrong Cops": pensado inicialmente como um filme com esquetes composto por vários segmentos protagonizados por cada um desses protagonistas, o filme é basicamente apenas uma sucessão de esquetes um pouco vãos propícios a destacar o delírios e peregrinações de cada um. Então, sim, muitas vezes rimos dessas situações malucas e desses diálogos malucos, mas é isso. A coisa toda é muito sureal, muito desconexa e extremamente carente de relevo e profundidade.
Com um baixíssimo orçamento, Wrong Cops mostra que realmente não é preciso gastar uma fortuna para fazer um bom filme. Uma lição que muitos aspirantes a diretores devem refletir antes de evitar o desperdício. Uma pequena crítica que poderíamos fazer ao filme vem das limitações técnicas de câmera, que às vezes sofre de problemas de foco e torna certas tomadas feias e embaçadas, mas isso é realmente incidental. Wrong Cops é um reflexo de nossa sociedade: complexa, bastante suja e às vezes engraçada às suas custas.
filmão
Ainda to perplecto com isso aqui...é um rol de famosos de seriado, musica e filmes fazendo pontas ,deve ta difícil para essa turma,Eric Roberts ta aceitando qualquer coisa mesmo...Não ri, sinceramente, em parte alguma, fiquei a obra todo com uma sensação de incrédulo que foi produzido..
Se vocês conseguiram rir parabéns de verdade...assim a ideia de fazer um filme do politicamente incorreto, juntar aqui um rol de comportamento condenável, principalmente no seculo do mimimi, e olha conseguiram e é o único feito...de resto me pareceu filme para quem curte a erva broooo!!!
Ha sim, Marilyn Manson sem maquiagem fazendo uma ponta...
O filme é tão ruim que é bom.