Que fotografia linda! O filme é quase que um documentário sobre a vida de uma adolescente e sua avó, que residem no Vale de Qadisha, no Líbano, e que também é conhecido como vale sagrado. Por conta do filme, descobri que este vale possui monastérios cristãos mais antigos do mundo, então acho que o diretor Abbas Fahdel quis destacar não só a história do vale através da construção de planos com enquadramentos fechados nas figuras religiosas, como também a história das personagens, destacando as práticas religiosas da avó. O lugar é lindíssimo, com paisagens bucólicas, locais abandonados que exalam história de seus antigos moradores. Dessa forma, o filme carrega um enredo cotidiano, seguindo um ritmo, que acredito, ser apropriado para ele. É um experiência diferente e que foi bastante agradável para mim enquanto assistia, acompanhando os hábitos dos moradores, além de um amor de verão e as angústias de uma jovem libanesa.
o filme literalmente não acontece nada de mais, mas esse vale, essa rotina, esses animais, traz uma paz sem igual. eu consegui fica preso vendo ele por um bom tempo. fiquei intrigado como da pra ter um rancho no meio das montanhas. Não. o filme não tem nada de mais. mas a beleza da natureza me cativou por muito.
Tem um fio de história (um romance de verão entre uma garota solitária vivendo com a avó e um rapaz que aparece na propriedade nas montanhas) mas isso não importa muito, porque a vida simples que avó e neta levam, a paisagem, os animais que criam e um e outro visitante que aparece ali bastam para que o filme interesse ao espectador. Mesmo que ele fique com algumas dúvidas que o roteiro desperta.
Que fotografia linda! O filme é quase que um documentário sobre a vida de uma adolescente e sua avó, que residem no Vale de Qadisha, no Líbano, e que também é conhecido como vale sagrado. Por conta do filme, descobri que este vale possui monastérios cristãos mais antigos do mundo, então acho que o diretor Abbas Fahdel quis destacar não só a história do vale através da construção de planos com enquadramentos fechados nas figuras religiosas, como também a história das personagens, destacando as práticas religiosas da avó. O lugar é lindíssimo, com paisagens bucólicas, locais abandonados que exalam história de seus antigos moradores. Dessa forma, o filme carrega um enredo cotidiano, seguindo um ritmo, que acredito, ser apropriado para ele. É um experiência diferente e que foi bastante agradável para mim enquanto assistia, acompanhando os hábitos dos moradores, além de um amor de verão e as angústias de uma jovem libanesa.
o filme literalmente não acontece nada de mais, mas esse vale, essa rotina, esses animais, traz uma paz sem igual. eu consegui fica preso vendo ele por um bom tempo. fiquei intrigado como da pra ter um rancho no meio das montanhas. Não. o filme não tem nada de mais. mas a beleza da natureza me cativou por muito.
Que filme fofo. Eu me apaixonei 🥰
Tem um fio de história (um romance de verão entre uma garota solitária vivendo com a avó e um rapaz que aparece na propriedade nas montanhas) mas isso não importa muito, porque a vida simples que avó e neta levam, a paisagem, os animais que criam e um e outro visitante que aparece ali bastam para que o filme interesse ao espectador. Mesmo que ele fique com algumas dúvidas que o roteiro desperta.
Costumo ter boas experiências com os filmes que passam no cinema do Sesc, mas de vez enquando ele te apronta algo insosso assim.