O Filme mostra as dificuldades e a violência que as mulheres dos bairros pobres de Nova York enfrentam. Uma dessas mulheres é Sweetness, 17 anos, filha de uma mãe negra e um pai branco, agressivo e ausente.
Um esforço forte, em grande estilo, espécie de realismo que é bem-vindo em uma indústria que muitas vezes relega a não-brancos personagens extremamente caricatos. É uma história de uma família inter-racial disfuncional, de adolescentes desprivilegiados e marginalizados, de personagens femininos fortes, que acima de tudo precisam de outras chances na vida. Seria um veículo para a filha de Lenny Kravitz brilhar, mas quem roubou a cena foi à coadjuvante Antonique Smith.
Fico com o pé atrás com produções que reforçam o estigma dos bairros pobres e das pessoas que habitam estes locais. Reforçam que são pessoas que não fazem nada da vida, não trabalham, não estudam, sem perspectivas, são traficantes, bandidos, atiram uns aos outros e tem um filho por ano. É uma imagem inútil, distorcida que provavelmente agrega intolerância e uma sensação de desespero. Não sou contra essas histórias sendo contadas, mas eles têm de contribuir com algo mais do que simplesmente à reciclagem de todos os estereótipos banais. O filme contorna está estigmatização, em tom extremamente positivista. Vale uma conferida.
Muito foda...
Gabourey Sidibe!!! Às vezes eh muito tarde pra dar atenção e às vezes é possível recuperar. O filme eh um pouco desfocado, mas não eh ruim.
Um esforço forte, em grande estilo, espécie de realismo que é bem-vindo em uma indústria que muitas vezes relega a não-brancos personagens extremamente caricatos. É uma história de uma família inter-racial disfuncional, de adolescentes desprivilegiados e marginalizados, de personagens femininos fortes, que acima de tudo precisam de outras chances na vida. Seria um veículo para a filha de Lenny Kravitz brilhar, mas quem roubou a cena foi à coadjuvante Antonique Smith.
Fico com o pé atrás com produções que reforçam o estigma dos bairros pobres e das pessoas que habitam estes locais. Reforçam que são pessoas que não fazem nada da vida, não trabalham, não estudam, sem perspectivas, são traficantes, bandidos, atiram uns aos outros e tem um filho por ano. É uma imagem inútil, distorcida que provavelmente agrega intolerância e uma sensação de desespero. Não sou contra essas histórias sendo contadas, mas eles têm de contribuir com algo mais do que simplesmente à reciclagem de todos os estereótipos banais. O filme contorna está estigmatização, em tom extremamente positivista. Vale uma conferida.
Muito Bom!
O filme tem capa: