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Data de lançamento
8 Jan. 2014Duração
Paris, 1957. Com apenas 21 anos, Yves Saint Laurent (Pierre Niney) é chamado para se encarregar do futuro da prestigiosa grife de alta costura fundada por Christian Dior, falecido recentemente. Depois de seu primeiro desfile triunfal, ele vai conhecer Pierre Bergé (Guillaume Gallienne) e este encontro irá abalar sua vida. Amantes e parceiros de trabalho, os dois se associam a fim de criar a grife Yves Saint Laurent. Apesar de suas obsessões e demônios interiores, Saint Laurent vai revolucionar o mundo da moda com sua abordagem moderna e iconoclasta.
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Pra mim, que não conhecia nada da história, foi de grande valia. Mas achei que poderia abordar melhor suas invenções e aspectos ruptivos com a época. No geral, é uma boa produção.
Yves Saint Laurent foi um dos primeiros grandes nomes da moda a lançar uma linha de prêt-à-porter de luxo (Rive Gauche, em 1966), o que foi revolucionário. Ele tornou o estilo da alta-costura acessível a mulheres independentes e modernas da época, e por isso foi chamado de "democrático", ainda que o preço continuasse segregado, claro.
“Eu odeio moda. Eu não me divirto fazendo isso. Um desfile me aterroriza. (...) A decadência me atrai. Ela sugere um novo mundo, e, para mim, a luta da sociedade entre a vida e a morte é absolutamente bela.” - Yves
Achei longo, chato e decepcionante. H
Definitivamente Ridley Scott precisava ter assistido a este filme assim, que teve a ideia de filmar House of Gucci. Isso não significa que Jalil Lespert se insenta de furos, mas porque ele conseguiu traçar a vida, ou os pontos principais da carreira, de Yves Saint Laurent. A biografia dele se confunde com o seu talento nato: desenhar o futuro, nas palavras da minha mãe: inventar moda!
Franco-argelino que conquistou primeiro Cristian Dior para rapidamente impactar o mundo com suas linhas, traços, cores, formatos embreados com uma curiosa timidez. Estilista que revolucionou a moda, o guarda roupa feminino foi o primeiro a contar com um casting de modelos negras na passarela, vestiu a mulher com Smokings combinando com o uso de calças.
O filme não deixa de imprimir na tela que nem tudo foram flores e corações para Yves, enfrentou a depressão, o vício de cocaína, a vida entre a timidez e a depravação. Foi humano. Teve sua incrível criatividade afetada por uma convocação militar e o filme não deixou de abordar esse declive. Em contrapartida, evidenciou como é descartáveis as pessoas quando elas estão frágeis. Yves teve a sorte de contar com um grande amor que lhe deu força, otimismo e, principalmente, vazão para a sua arte e seus demônios. Apesar da marca YSL ser o que é hoje: sinônima de luxo, riqueza e poder. Ela conta com uma grande história de amor e superação.
Iniciar 2022 com este filme, esta história e com tais impressões e ter mais um entusiasmo para a realização de sonhos, que não envelhecem JAMAIS!
Recomendo! Recomendo! Recomendo!
Sei que tem um outro filme sobre o Saint-Laurent, mas eu ainda não vi, então não farei comparações. Senti faltalta de saber um pouco sobre a infância de Yves, sua relação com os pais, etc, mas gostei muito do meio pro fim. A parte em que ele se afunda nas drogas é o ponto alto, dá pra sentir toda a angústia e desespero. Li que as peças usadas no filme eram originais, o que certamente lhe dá muito valor estético.