Adaptação do romance "Zama", de Antonio Di Benedetto, onde Dom Diego de Zama, funcionário da coroa espanhola que serve em um pequenino povoado nos confins da colônia, aguarda ansioso sua transferência para a cidade de Buenos Aires.
Creio que seja o pior filme argentino que já assisti , e olha que sou fã do cinema argentino, o roteiro é fraco e confuso! .., o que salva um pouco é o bom elenco , a muito boa direção de arte , e a fotografia que também é boa. É um filme estranho.., não consegui entender o que ele quis passar ou dizer, creio que o único mérito deste filme é retratar bem como era a vida em uma colônia no século XVII.
Só não dei nota máxima porque achei confuso, mas eu adentrei profundamente nessa era colonial, impecavel o cenário, a fotografia deslumbrante.Uma obra prima no quesito ambientação.
muito é comentado sobre o uso do som nas obras de martel, e, pelo menos aqui, eles soam incompletos, até confusos, para as personagens, mas, para nós, parecem preencher as lacunas do silêncio da sessão. eu cheguei até a pensar que os barulhos dos pássaros e os chiados da natureza vinham da minha varanda. o tempo todo somos os principais observadores: vemos o colonizador, que se julgava tão superior aos nativos, se apequenando ("na espanha há muitas pessoas pequenas), e os colonizados se mantendo na mesma escala social em que começaram: estátuas, paralisadas pela "mão invisível" da opressão.
o mal-estar de suas imagens penetra na real intenção de cada plano, de cada cena, omitindo a realidade para além de um viés específico. Seu cinema é feito de espaços de suspensão, suas composições têm um quê de fantasmagóricas, até assombradas. o horror da exploração se vira contra quem explora, e, cedo ou tarde, a conta chega.
Muito interessante esse filme. Esteticamente ele é impecável! Nossa, a fotografia é maravilhosa. A história é incômoda, como é um filme lento, sentimos a angústia do personagem principal que nunca obtem uma resposta definitiva do Governo. Como conteúdo histórico, achei fantástico ver a vida numa colônia espanhola, bem crua e bem próximo ao que estudamos na escola.
Apesar de se tratar de um filme de cunho histórico , Martel foge de muitos clichês do gênero e entrega uma obra acima de tudo com um certo frescor e uma cinematográfia bastante digna em termos de composição de imagem. Mas tive dificuldade com seu ritmo e com sua trama que beira o vazio o tempo todo.
Creio que seja o pior filme argentino que já assisti , e olha que sou fã do cinema argentino, o roteiro é fraco e confuso! .., o que salva um pouco é o bom elenco , a muito boa direção de arte , e a fotografia que também é boa. É um filme estranho.., não consegui entender o que ele quis passar ou dizer, creio que o único mérito deste filme é retratar bem como era a vida em uma colônia no século XVII.
Só não dei nota máxima porque achei confuso, mas eu adentrei profundamente nessa era colonial, impecavel o cenário, a fotografia deslumbrante.Uma obra prima no quesito ambientação.
muito é comentado sobre o uso do som nas obras de martel, e, pelo menos aqui, eles soam incompletos, até confusos, para as personagens, mas, para nós, parecem preencher as lacunas do silêncio da sessão. eu cheguei até a pensar que os barulhos dos pássaros e os chiados da natureza vinham da minha varanda. o tempo todo somos os principais observadores: vemos o colonizador, que se julgava tão superior aos nativos, se apequenando ("na espanha há muitas pessoas pequenas), e os colonizados se mantendo na mesma escala social em que começaram: estátuas, paralisadas pela "mão invisível" da opressão.
o mal-estar de suas imagens penetra na real intenção de cada plano, de cada cena, omitindo a realidade para além de um viés específico. Seu cinema é feito de espaços de suspensão, suas composições têm um quê de fantasmagóricas, até assombradas. o horror da exploração se vira contra quem explora, e, cedo ou tarde, a conta chega.
Muito interessante esse filme. Esteticamente ele é impecável! Nossa, a fotografia é maravilhosa. A história é incômoda, como é um filme lento, sentimos a angústia do personagem principal que nunca obtem uma resposta definitiva do Governo. Como conteúdo histórico, achei fantástico ver a vida numa colônia espanhola, bem crua e bem próximo ao que estudamos na escola.
Apesar de se tratar de um filme de cunho histórico , Martel foge de muitos clichês do gênero e entrega uma obra acima de tudo com um certo frescor e uma cinematográfia bastante digna em termos de composição de imagem. Mas tive dificuldade com seu ritmo e com sua trama que beira o vazio o tempo todo.