Zaza e um filme mudo norte-americano de 1923, de drama romântico, dirigido e produzido por Allan Dwan, e estrelado por sua musa Gloria Swanson. E baseado na peça teatral de mesmo nome.
Uma versão anterior do Filme foi lançado pela Paramount em 1915 estrelado por Pauline Frederick. Uma Terceira versão, dirigido por George Cukor e estrelado por Claudette Colbert, foi lançado em 1939 .
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Só de ver a "Norma Desmond" aloprada, alucinada e raivosa a maior parte do filme já vale muitíssimo a pena.
Gloria Swanson era divina!
Glória Swanson era uma Atriz Magnífica. Realmente as Atrizes do Cinema Mudo eram Expressivas e Talentosas. (Para interpretar a Norma Desmond de Crepúsculo dos Deuses, Billy Wilder fez a Escolha Certa) Estória de uma artista Temperamental, que toma uma Bela Pancada da Vida e se torna Mais Humilde. Eu sei que tem uma versão de 1939 com a Claudette Colbert, ainda não vi. Mas essa é INSUPERÁVEL.
Incomoda-me a forçação de barra romântica no desfecho, mas não foi de todo injustificado nem imerecido em relação à positiva transformação moral da personagem, maravilhosamente interpretada por uma vaidosa e quase ditatorial Gloria Swanson (em quase todos os objetos da protagonista, vê-se um Z bordado!). Se, noutras obras do Allan Dwan - anteriores e posteriores - eu reclamava de um tom um tanto misógino, nesta colaboração com a famosa atriz do cinema mudo, isso é maravilhosamente corrigido: neste filme, há até mesmo a intervenção benfazeja da sororidade, quando rivais unem-sem em prol de um bem comum, social. Do meio para o final, o tom fica mais dramático que no início, o que rende seqüências mui emocionantes. Fotografia linda, grata surpresa! (WPC>)
Sempre é gratificante ver Gloria Swanson em um filme mudo. Ela era soberba e acho injusto ela ser tachada apenas como a Norma Desmond. Nesse filme que é uma mistura de drama-romance-comédia, ela vive Zaza, uma temperamental e arrogante artista de uma casa de shows. Ela deixa a fama subir em sua cabeça e trata mal a todos ao seu redor. Ela tem dois admiradores: um conde e um homem misterioso que vai todas as noites vê-la em seus espetáculos. Chega em um ponto da história em que Zaza é obrigada a escolher um deles e faz a escolha "errada". Ela acaba se magoando e com isso acaba se tornando uma nova pessoa. Uma pessoa triste, desiludida, mas humana. Uma frase memorável do filme é essa: "se você puder escolher entre quebrar o pescoço e quebrar o coração, escolha sempre quebrar o pescoço".