Tim, um atleta tímido de 16 anos, é brilhante e talentoso. Mas o bullying que ele sofre a todo instante no colégio o empurra para a beira do precipício, onde os limites humanos atingem o ponto de não haver retorno.
O filme é bem pesado, principalmente se você já presenciou suicídio na vida real. Não recomendo se você estiver passando por uma fase difícil da vida... agora falando sobre a produção em si, de fato, algumas situações parecem meio jogadas. Mas fora isso, o enredo prende. Muitas coisas me causaram indignação, mas não vou comentar para evitar spoilers.
Esse tipo de filme é sempre pertinente e serve de alerta, a gente fica angustiando com a questão do bullying e as varias coisas que se pode desencadear, como mostra o filme ( e na vida real), mas tb muita vezes é pesaroso observar a demora do corpo docente, pais, e adultos no geral, agirem de forma sensata, preventiva e resolutiva. Alerta e combate sempre, silenciando a galera que acha que tudo é mimimi. Ótimo filme, apesar de triste.
sinceramente, gostei não, eu esperava um outro tipo de mensagem, eu queria ver o personagem conseguindo dá a volta por cima com todas as humilhações que aconteceu
mas no final apenas repetiu o que aconteceu com o amigo, ódio desse final maldito, a gente já ta acostumado a ver esse enredo com finais trágicos, é foda sempre a mesma mensagem e nunca uma evolução, mas já deixo claro que esses casos me deixa revoltado.
Parece que o roteiro foi feito por um adolescente de ensino médio ansioso pra fazer seu primeiro filme. Amontoaram um monte de clichês e estereótipos (o valentão homofóbico, a melhor amiga do gay, o pai ausente, a mãe que morreu, o treinador amigão do menino excluído, etc). Ainda que seja uma produção canadense, reproduz tudo o que já vimos nos enlatados americanos.
De quem foi a ideia de fazer o menino gay plantar uma bomba na festa? Puts... É só ver o noticiário pra ver que não existe nada mais descolado da realidade. Quem faz esses massacres aí são garotos héteros, incels, supremacistas frustrados... Nunca um representante da minoria. Gays, trans, lésbicas, obesos, pessoas com deficiência sofrem todo o bullying do mundo e nunca fazem um ataque desses.
Fica a lição: nunca assista a um filme só porque você achou o ator do poster bonito.
O filme é bem pesado, principalmente se você já presenciou suicídio na vida real. Não recomendo se você estiver passando por uma fase difícil da vida... agora falando sobre a produção em si, de fato, algumas situações parecem meio jogadas. Mas fora isso, o enredo prende. Muitas coisas me causaram indignação, mas não vou comentar para evitar spoilers.
Esse tipo de filme é sempre pertinente e serve de alerta, a gente fica angustiando com a questão do bullying e as varias coisas que se pode desencadear, como mostra o filme ( e na vida real), mas tb muita vezes é pesaroso observar a demora do corpo docente, pais, e adultos no geral, agirem de forma sensata, preventiva e resolutiva. Alerta e combate sempre, silenciando a galera que acha que tudo é mimimi. Ótimo filme, apesar de triste.
Pesado
sinceramente, gostei não, eu esperava um outro tipo de mensagem, eu queria ver o personagem conseguindo dá a volta por cima com todas as humilhações que aconteceu
mas no final apenas repetiu o que aconteceu com o amigo, ódio desse final maldito, a gente já ta acostumado a ver esse enredo com finais trágicos, é foda sempre a mesma mensagem e nunca uma evolução, mas já deixo claro que esses casos me deixa revoltado.
Horrível, horrível, a própria usina de Chernobyl.
Parece que o roteiro foi feito por um adolescente de ensino médio ansioso pra fazer seu primeiro filme. Amontoaram um monte de clichês e estereótipos (o valentão homofóbico, a melhor amiga do gay, o pai ausente, a mãe que morreu, o treinador amigão do menino excluído, etc). Ainda que seja uma produção canadense, reproduz tudo o que já vimos nos enlatados americanos.
Mas o pior mesmo está no final.
De quem foi a ideia de fazer o menino gay plantar uma bomba na festa? Puts... É só ver o noticiário pra ver que não existe nada mais descolado da realidade. Quem faz esses massacres aí são garotos héteros, incels, supremacistas frustrados... Nunca um representante da minoria. Gays, trans, lésbicas, obesos, pessoas com deficiência sofrem todo o bullying do mundo e nunca fazem um ataque desses.
Fica a lição: nunca assista a um filme só porque você achou o ator do poster bonito.