Tommy é um garoto de 10 anos, amplamente conhecido pelos serviços sociais canadenses, e é considerado um perigo para a sociedade. Gilles, seu atual tutor, parece ser o único a enxergar potencial de redenção no garoto guiado por violência.
Achei que o diretor meio que desfrutou do sadismo do seu personagem em tomadas repetitivas e gratuitas, ao invés de explorar mais as tentativas dos profissionais em tentar ajudar o garoto. Ficaria tão melhor assim.
Diferente por exemplo do "Transtorno Explosivo" que equilibrou perfeitamente bem, o peso e a medida, aqui fica- se na dúvida de qual seria a intenção de Daniel Grou. Lembrando ainda que ele dirigiu anteriormente "Les 7 jours du talion" talvez isso, justifique a ação, porém achei meio incabível nesse 10 e ½.
Drama forte, difícil, e realista que inicia de forma chocante. Uma cena que é um duro teste de resistência para os espectadores, muitos podem desistir da trama com a cena em questão. Tenho que elogiar a honestidade e a coragem da produção. Muitas produções sacrificam a honestidade e objetividade na criação de um produto mais palatável , comercial, e passível de recurso para um grupo maior de pessoas, este tratamento não ocorre aqui.
Este não é um filme sobre a infância, é um filme sobre uma infância específica. De um garoto de 10 anos de idade que passou a maior parte da vida em orfanatos e lares corretivos, e desenvolveu uma tendência sucessiva e crescente de comportamentos violentos. Um jovem reativo com inconstâncias freqüentes de humor, que se revela um intrincado desafio para educadores, assistentes sociais, psicólogos e psiquiatras.
Que abordagem adotar em um caso desses é a pergunta que o filme incita; Tratar a criança como vítima ou agressor. Ele vai crescer e ser um sociopata desviante, ou, pode ser salvo? - Perguntas que são lentamente esboçadas. Quem planta a violência, colhe a violência. Para ver e rever.
Achei que o diretor meio que desfrutou do sadismo do seu personagem em tomadas repetitivas e gratuitas, ao invés de explorar mais as tentativas dos profissionais em tentar ajudar o garoto. Ficaria tão melhor assim.
Diferente por exemplo do "Transtorno Explosivo" que equilibrou perfeitamente bem, o peso e a medida, aqui fica- se na dúvida de qual seria a intenção de Daniel Grou.
Lembrando ainda que ele dirigiu anteriormente "Les 7 jours du talion" talvez isso, justifique a ação, porém achei meio incabível nesse 10 e ½.
Mas que PORCARIA de filme!!! Não leva a lugar nenhum!
Fico me perguntando, qual o objetivo disso!?
onde eu encontro com legenda quero muito assistir;
Drama forte, difícil, e realista que inicia de forma chocante. Uma cena que é um duro teste de resistência para os espectadores, muitos podem desistir da trama com a cena em questão. Tenho que elogiar a honestidade e a coragem da produção. Muitas produções sacrificam a honestidade e objetividade na criação de um produto mais palatável , comercial, e passível de recurso para um grupo maior de pessoas, este tratamento não ocorre aqui.
Este não é um filme sobre a infância, é um filme sobre uma infância específica. De um garoto de 10 anos de idade que passou a maior parte da vida em orfanatos e lares corretivos, e desenvolveu uma tendência sucessiva e crescente de comportamentos violentos. Um jovem reativo com inconstâncias freqüentes de humor, que se revela um intrincado desafio para educadores, assistentes sociais, psicólogos e psiquiatras.
Que abordagem adotar em um caso desses é a pergunta que o filme incita; Tratar a criança como vítima ou agressor. Ele vai crescer e ser um sociopata desviante, ou, pode ser salvo? - Perguntas que são lentamente esboçadas. Quem planta a violência, colhe a violência. Para ver e rever.