Calouro de faculdade encontra a garota de seus sonhos durante um blecaute dentro do elevador. Ele não vê seu rosto, mas se apaixona instantaneamente por ela. Pela manhã, ela desaparece e ele inicia uma busca, que se estende ao longo do semestre.
Uma comedia diferente, pois não explora sexo, ou perda de virgindade como N comedias idiotas teen americano, aqui , por mais feio que seja, a palavra, mas tem uma pegada bem mais mulherzinha, pois explora o feminino, o cara em busca de seu amor, em um prédio residência onde só mora garotas, vai tentando achar a garota que ficou com ele em um blackout.
Nesse processo vai se aprofundando na famosa guerra dos sexos, e embates filosóficos dentro das diferenças de homens e mulheres, entre filosofias do comportamento, nesse quadro e bem interessante, toca realmente pontos bases, do comportamento feminino, como o saber por ser bonita as beneficies que trás, o quão são exploradas pelo corpo, pela sensualidade e como as veem como objetos, porem esquece também do lado negativo hormonal, e a eterna insatisfação por exemplo. Ou seja prendeu apenas no lado positivista da feminilidade.
O ano também ajuda, os comportamentos mudaram muito, esse filme feito hoje muita coisa como romantismo, talvez nao fizesse mais sentido por exemplo, tanto homem como mulher tiveram uma volta 360 graus comportamental e ideológico, mas em fim, e sobre o filme, funciona bem, tem momentos engraçadinhos, e cheio de beldades, vale a pena pelo jeito diferente.
Lembro de ter assistindo esse filme quando tinha 16 anos no SBT enquanto estava em uma madrugada trocando canais procurando algo para assistir e nunca mais esqueci, virou uma daquelas lembranças boas que a gente guarda da adolescência.
Assistindo hoje bem mais velho você nota o quão bobinho e teen ele é, no entanto ainda sim ele funcionou, talvez pela nostalgia acabei me divertindo enquanto assistia.
O filme é cheio de situações impossíveis e no mínimo inusitadas, o importante é que assisti-lo depois muito tempo, com uma visão mais amadurecida das coisas, não me fez odiar, só me fez relembrar da época em que vi pela primeira vez e notar o quanto as coisas eram mais simples naquele tempo, que saudade.
Bom filme, representa bem sua época, ele é meio American Pie, tem uns momentos toscos que acabam sendo engraçados.
Proposta até diferente para um besteirol.
31.05.2003
Uma comedia diferente, pois não explora sexo, ou perda de virgindade como N comedias idiotas teen americano, aqui , por mais feio que seja, a palavra, mas tem uma pegada bem mais mulherzinha, pois explora o feminino, o cara em busca de seu amor, em um prédio residência onde só mora garotas, vai tentando achar a garota que ficou com ele em um blackout.
Nesse processo vai se aprofundando na famosa guerra dos sexos, e embates filosóficos dentro das diferenças de homens e mulheres, entre filosofias do comportamento, nesse quadro e bem interessante, toca realmente pontos bases, do comportamento feminino, como o saber por ser bonita as beneficies que trás, o quão são exploradas pelo corpo, pela sensualidade e como as veem como objetos, porem esquece também do lado negativo hormonal, e a eterna insatisfação por exemplo. Ou seja prendeu apenas no lado positivista da feminilidade.
O ano também ajuda, os comportamentos mudaram muito, esse filme feito hoje muita coisa como romantismo, talvez nao fizesse mais sentido por exemplo, tanto homem como mulher tiveram uma volta 360 graus comportamental e ideológico, mas em fim, e sobre o filme, funciona bem, tem momentos engraçadinhos, e cheio de beldades, vale a pena pelo jeito diferente.
Lembro de ter assistindo esse filme quando tinha 16 anos no SBT enquanto estava em uma madrugada trocando canais procurando algo para assistir e nunca mais esqueci, virou uma daquelas lembranças boas que a gente guarda da adolescência.
Assistindo hoje bem mais velho você nota o quão bobinho e teen ele é, no entanto ainda sim ele funcionou, talvez pela nostalgia acabei me divertindo enquanto assistia.
O filme é cheio de situações impossíveis e no mínimo inusitadas, o importante é que assisti-lo depois muito tempo, com uma visão mais amadurecida das coisas, não me fez odiar, só me fez relembrar da época em que vi pela primeira vez e notar o quanto as coisas eram mais simples naquele tempo, que saudade.