101 Dálmatas

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101 Dálmatas (1996)
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Média do filme: 3.0 de 5 — baseado em 25168 votos
MÉDIAFILMOW
3.0
25168 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por Stephen Herek
Data de lançamento 27 Nov. 1996 Outras datas
Duração 103 min (1h43)
Classificação indicativa de 101 Dálmatas: L - Livre para todos os públicos
Status Streaming

Dirigido por

Data de lançamento

27 Nov. 1996

Duração

103 minutos Classificação indicativa de 101 Dálmatas: L - Livre para todos os públicos
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Sinopse

Em Londres, Roger, projetista de games, conhece Anita, uma designer de moda, e pouco tempo depois se casam. Ambos têm cães da raça dálmata: Perdita and Pongo, que logo os presenteiam com o nascimento de 15 filhotes. Porém, Cruella, uma malvada e excêntrica estilista, quer comprar os filhotinhos, mas o casal se recusa a vender e ela acaba sequestrando-os. Agora Perdita e Pongo saem desesperados e recorrem aos outros animais para ajudá-los a encontrar seus filhotes.

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Comentários 0
amigos querem ver
jessicajohann
Jéssica
1 mês atrás

Revendo com minha filha. Agora eu percebi que os adultos são dois irresponsáveis que não fazem castração em seus cachorros 🤣🤣🤣

cristhiano
Cristian O. Santos
½
2 meses atrás

IMPRIMATUR - visto no cinema em 1996:

Fofo, mas fraco... a Glenn Close faz uma caracterização muito boa.

Avaliação em nota: 4.0

editado
vini_monteiro
Vinicius Monteiro
½
4 meses atrás

Quem não se lembra da icônica e estridente risada de Cruella De Vil ecoando pela tela? Ao revisitar o live-action de "101 Dálmatas" de 1996, somos imediatamente transportados para uma época em que a Disney começava a testar as águas da transição de suas animações clássicas para o mundo real. Mas será que a magia do desenho sobreviveu à adaptação para carne, osso e muito humor físico? Convido você a embarcar comigo nessa análise nostálgica, onde vamos desvendar os acertos hilários, os tropeços de ritmo e, claro, o brilho incontestável de uma das maiores vilãs já retratadas no cinema.

Ao analisar a construção desta versão, é evidente a forte influência do roteirista John Hughes na escolha do tom. A tentativa de trazer o clássico animado para o mundo real resultou em uma comédia que se apoia excessivamente no humor pastelão, bebendo diretamente da fonte de sucessos como "Esqueceram de Mim". Sinto que a magia sutil e delicada do desenho de 1961 acaba se perdendo um pouco quando substituída por capangas caindo em armadilhas óbvias ou sendo cobertos de lama. É uma abordagem que claramente visa arrancar risadas fáceis e funciona muito bem com as crianças, mas que pode soar um pouco rasa ou boba para o público adulto que busca a mesma essência aconchegante da obra original.

Se a sutileza narrativa falha em alguns momentos, o mesmo não pode ser dito da estética do filme. O design de produção e, especialmente, os figurinos criados por Anthony Powell, são um espetáculo à parte e um dos pontos mais altos da obra. Cada aparição de Cruella é marcada por silhuetas exageradas, texturas extravagantes e uma paleta de cores que grita poder e perigo, traduzindo perfeitamente a essência da vilã animada para o mundo físico. O contraste visual entre o ambiente acolhedor e familiar da casa de Roger e Anita e a mansão gótica e decadente de Cruella ajuda a construir uma atmosfera rica que prende a nossa atenção.

O que realmente salva grande parte da experiência e eleva o filme é, sem dúvida, o elenco estelar. Quando observo a entrega de Glenn Close como Cruella De Vil, fico maravilhado. Ela entendeu perfeitamente a caricatura que precisava encarnar, dominando cada cena com uma vilania teatral e deliciosa que se tornou o padrão-ouro para adaptações da Disney. A dinâmica entre Hugh Laurie e Mark Williams como os capangas Jasper e Horace também traz uma veia cômica genuína. No entanto, o contraponto negativo é que os protagonistas humanos, Roger (Jeff Daniels) e Anita (Joely Richardson), acabam se tornando desinteressantes. Eles servem apenas como um pano de fundo ético para a história, sendo facilmente ofuscados pela excentricidade dos vilões e pelo carisma dos cães.

Um dos maiores desafios de um live-action centrado em animais é a execução prática, e a produção merece aplausos pelo exaustivo e bem-sucedido treinamento dos cães reais. A interação orgânica dos filhotes na tela traz um charme inegável à fita. Contudo, nem tudo sobreviveu bem à passagem do tempo. As poucas cenas que dependem de efeitos gerados por computador (CGI) para simular expressões ou movimentos impossíveis envelheceram mal, soando bastante artificiais aos olhos de hoje. Outro detalhe que causa estranheza e arranca o espectador mais atento da imersão é a inclusão de animais que sequer são nativos do Reino Unido — como guaxinins e gambás — ajudando no grande resgate dos filhotes.

Apesar de um primeiro ato promissor que estabelece muito bem o romance e o conflito, a narrativa sofre com problemas estruturais claros na sua reta final. O filme acaba se arrastando em certos momentos e torna-se um tanto cansativo ao focar excessivamente nas trapalhadas longas e repetitivas sofridas por Jasper e Horace na neve. O que deveria ser um resgate ágil, emocionante e com um toque de tensão, acaba se transformando em um longo e exaustivo esquete de tombos, alongando a projeção de forma desnecessária.

Apesar de suas falhas de ritmo, da dependência extrema de gags visuais e da sensação constante de que o live-action não atinge o charme puro da animação de 61, ainda consigo encontrar um inegável valor nostálgico na obra. Não o considero um filme brilhante ou essencial para a história do cinema, assemelhando-se a outros longas medianos com animais daquela década. Contudo, ele cumpre perfeitamente o seu papel de entretenimento descompromissado e entrega uma mensagem perene sobre o cuidado e a proteção animal.

O live-action de "101 Dálmatas" é uma montanha-russa de exageros que troca a sutileza pela comédia física, sustentada de forma magistral por atuações inesquecíveis, especialmente a da inigualável Glenn Close. É um filme imperfeito e datado em alguns aspectos técnicos, mas que mantém seu coração no lugar certo para garantir a diversão em família em uma tarde de domingo. Convido você a preparar a pipoca, reunir o pessoal no sofá e revisitar — ou descobrir — esta clássica aventura. Assista de mente aberta, dê boas risadas com as trapalhadas e tire suas próprias conclusões sobre o legado dessa eterna dálmata-mania!

lucasfurlanetto
Lucas
6 meses atrás

101 Dálmatas transforma um clássico da animação em uma aventura live-action cheia de charme, tensão e estilo visual marcante. Desde os primeiros momentos, a narrativa estabelece perigo e suspense, equilibrando humor e drama de forma envolvente, mantendo o público atento às travessuras dos filhotes.

Os personagens principais são cativantes e memoráveis: os cães trazem personalidade e empatia imediata, enquanto Cruella de Vil se destaca como vilã icônica, carismática e aterrorizante. A interação entre humanos e animais reforça laços emocionais e cria cenas de afeto e coragem que sustentam a narrativa.

A direção valoriza estética e composição, com figurinos exuberantes e cenários detalhados que reforçam o clima de tensão e humor. O ritmo alterna sequências de perseguição, momentos cômicos e trechos emocionantes, mantendo o espectador envolvido e criando uma experiência sensorial divertida e dinâmica.

No fim, 101 Dálmatas se mantém como uma adaptação memorável, equilibrando charme, humor e suspense. Sua narrativa envolvente e vilã marcante garantem impacto duradouro, tornando o filme uma referência no gênero de aventuras familiares live-action.

Nota: 8,8/10

cinefilaocasional98
Gabi Lima
½
6 meses atrás

Outro filme pelo qual sou apaixonada desde pequena

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