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Paco (Débora Fallabela) e Tonho (Roberto Bomtempo) são imigrantes brasileiros ilegais em Nova York. Tonho, tímido, mineiro como outros milhares de clandestinos, sonha em ser bem-sucedido, mas sente saudades da família e do Brasil. Procurado pelo serviço de imigração e preso, vive o desespero de ser deportado. Paco, artista de talento, indiferente a tudo menos à sua carreira, ambiciona estourar nas paradas de sucesso. Em meio às esperanças, dificuldades e desencontros, o casal se apaixona em uma metrópole bela e violenta.
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Atuação da Débora apesar de boa soa muito antiquada prós anos 2000, parece atuação da década de 70/80 , isso incomoda muito, tirando isso é um belo retrato dos anos 2000 e bom filme tbm, ótimos diálogos
Cru, visceral e com uma ótima química dos protagonistas, Débora ta demais em cena, no estilo meio tomboy, Bomtempo tb, como sempre ,em boa performance. Não imaginava que esse filme fosse tão bom.... adoro filme de gente fodid@.
Lembro de meu eu criança tendo assistido isso em algum momento da vida, e lembro de eu já gostar e ficar interessado mesmo tão jovem de idade, de bagagem e de cinefilia. Lembrava de fragmentos, lembrava da presença marcante da Débora Falabela no filme fazendo uma personagem que eu lembrava ser masculina/androgina. Vendo agora adulto com mais bagagem não fico mais tão impressionado e tocado com as mesmas coisas mas continuo tendendo a gostar.
Vi que é uma adaptação de uma obra que já foi filme, já foi peça. Normalmente não gosto de assistir filmes refeitos antes das suas versões originais mas esse, pelo que pude entender, pelo menos tomou liberdades com a personagem Paco e se distanciou de forma considerável do material original o que torna o filme mais único e me conforta no processo.
Não sabia que é um remake. Eu gosto muito das atuações do Bomtempo. O filme cria uma atmosfera estranha, talvez pela época e tipo de feitura, mas a inocência de Tonho acaba segurando a gente.
Não li o texto de Plinio Marcus para poder comparar, mas impossível não comparar com o filme da década de 70. Inicialmente causa estranheza a transformação da personagem Paco em mulher. Mas no decorrer do filme começa a fazer sentido. Roberto e Débora estão ok, mas em nada lembram o Emiliano e principalmente o incrível Paco de Nelson Xavier. Nota 6,5.