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Data de lançamento
26 Abril 2007Duração
Seis meses depois de um vírus ter dizimado a Grã Bretanha, o exército americano declara que o perigo de contaminação passou e começa a reconstrução. A 1ª leva de refugiados retorna ao país, o que faz com que uma família seja mais uma vez reunida. Porém um de seus integrantes carrega consigo um segredo: uma variação do vírus, ainda mais perigoso e mortal.
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O que mais me incomodou é o pai infectado aparecendo direto, um zilhão de infectados e esse caralhos é o único que aparece kkk como se tivesse algo pessoal contra os filhos
Melhor do que o primeiro pq aqui conseguimos ver melhor os zumbis e tem mais tensão e medo.
A mulher escapou de morrer pelos zumbis pra morrer nas mãos do covarde do marido, o cara é um traste mesmo, passou o filme fazendo merda.
Inferior ao primeiro, mas possui uma trama interessante.
Poderiam ter explorado mais as possibilidades do filme, pois fiquei com a sensação de que
o filme é basicamente só os personagens correndo de um lado para o outro tentando fazer algo, mas sem nunca, de fato, conseguir.
Esperava um pouco mais, dada a premissa e o universo estabelecido no primeiro.
Eu fui assistir Extermínio 2 esperando uma continuação direta de Extermínio… e já começa aí a frustração. O filme não retoma a história de onde parou, nem explica direito o destino de quem sobreviveu. É tipo: “esquece aquilo ali, vamos começar outra coisa”.
Até dá pra aceitar isso… se o resto fosse bem amarrado. Mas não é.
A ideia inicial é boa: a cidade está sendo repovoada, o vírus aparentemente controlado, militares organizando tudo… cria uma falsa sensação de segurança que funciona bem.
Só que aí o roteiro começa a se perder.
Os filhos não fazem nada absurdo eles estavam fora e, quando voltam, acabam indo até a antiga casa da família. Ok, faz sentido. E é lá que encontram a mãe viva, o que já é um plot twist interessante.
E aí vem a melhor ideia do filme:
👉 ela é imune.
Isso poderia ter elevado MUITO a história.
Só que ao invés de desenvolver isso com cuidado, o filme começa a tomar decisões meio… questionáveis:
• A médica quer estudar ela viva (coerente)
• Os militares já querem encerrar logo (também dá pra entender)
• Mas mesmo com toda essa importância… a segurança é praticamente inexistente
E aí vem o ponto que quebra tudo:
👉 o pai simplesmente entra numa área altamente controlada pelo exército, sem dificuldade nenhuma.
Sério. Zero dificuldade.
Ele chega lá, encontra a esposa, rola aquele momento emocional… e ela infecta ele com um beijo.
E pronto.
Acabou qualquer controle. O vírus volta com tudo.
💭 O problema não é o que acontece… é COMO acontece
Porque, olhando de longe, as ideias não são ruins:
• culpa do pai
• reencontro da família
• imunidade
• nova queda da sociedade
Mas tudo acontece de um jeito tão forçado, tão conveniente pro roteiro, que perde o impacto.
Parece que o filme não constrói o caos ele só aperta um botão e deixa acontecer.
E isso édá muita sensação de “sem nexo”.
🧠 Veredito final
Extermínio 2 tinha tudo pra ser uma sequência mais inteligente e até superior ao primeiro, explorando a imunidade e as consequências reais do vírus.
Mas acaba sendo:
👉 apressado
👉 inconsistente
👉 e meio frustrante
Vale pelas cenas de tensão e ação? Vale.
Mas como continuação… deixa bastante a desejar.
Agora fiquei curioso mesmo: quando você assistir o 3, volta aqui e me fala porque se eles finalmente aproveitarem essa ideia da imunidade direito, pode virar outra história completamente diferente.
Agora sim, com falhas e humanos estúpidos: o padrão zumbi.