Isabelle Marie
25 years
Jaraguá do Sul - (🇧🇷 BRA)
Usuária desde Fevereiro de 2021
Ver mais
Grau de compatibilidade cinéfila
Baseado em 0 avaliações em comum


Carregando Publicidade...
Remover Anuncios

Últimas opiniões enviadas

  • Isabelle Marie
    1 ano atrás

    Um dos piores filmes já feitos, mas já revi milhares de vezes só para ver meu maior crush da adolescência <3

  • Isabelle Marie
    1 ano atrás

    Não aguento com a japa que foi sequestrada, agredida, estuprada, estava prestes a se suicidar, porém dois dias depois já estava na empolgação dando pro Dolph Lundgreen que havia acabado de conhecer kkkkkkkkkkkkkkkkk não julgo

    editado
  • Isabelle Marie
    1 ano atrás

    O encerramento da série não me agradou.
    No segundo episódio, a delegada diz "Não aguento como a narrativa desses crimes sempre se concentra nos homens que os cometem e nunca nas mulheres que realmente sofrem, elas são sempre esquecidas." E assim a série termina, refletindo essa afirmação.

    O último episódio tenta mostrar que nem todo psicopata vem de um histórico de violência familiar. Ao longo dos quatro episódios, o sofrimento da família é evidenciado, culminando na dor pela “perda” do filho após a sentença.

    A série aborda de forma superficial o psicológico do jovem assassino, destacando suas inseguranças e frustrações. Ele se aproveita do momento de humilhação da vítima, que teve um nude vazado, acreditando que poderia conquistá-la. No entanto, ao ser rejeitado e chamado de 'incel' e 'redpill', sua resposta brutal foi assassiná-la.

    A vítima é quase invisível na narrativa. Apenas algumas fotos rápidas são mostradas, enquanto os pais dela sequer possuem nomes. O foco está no assassino e em sua família: um jovem que sofre bullying, tem baixa autoestima e precisa de orientação.

    A vítima, por outro lado, é retratada de forma desdenhosa, como uma “vadia” que mereceu seu destino. Essa representação problematiza a mensagem da série, pois jovens que se identificam com o protagonista podem interpretar suas ações como justificáveis. A série até sugere que o assassino encontra apoio entre grupos “redpill”, que desumanizam a garota por sua humilhação.

    Uma vez mais, a produção esquece e banaliza a vítima, exatamente como as personagens previram. Quem era Katie? Quais eram suas inseguranças? Todos os adolescentes enfrentam problemas, mas a narrativa privilegia a figura do assassino. O sofrimento da vítima e de seus pais é negligenciado, reforçando a ideia de que o que fascina é o homem assassino, não a vida e os desafios da mulher que sofreu.

  • Nenhum recado para Isabelle Marie.