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Assistir Spellbound novamente, filme diferente de fundo psicológico e formas surrealistas de Dalí, me faz retornar aos tempos, em que eu saia de casa para ir ao Cine Metrópole, cinema de arte no centro de São Paulo.
Muito badalado pelos cinéfilos, o filme mostra como a parceria entre diretor e produtor, na busca de novas formas e diversidades, torna-o mesmo sem querer inesquecível.
Com um elencco primoroso para a época tendo à frente Ingrid Bergman e Gregory Peck, se coloca como um dos preferidos no ranking de melhor filme de suspense já produzido.
No meu livro "ALFRED HITCHCOCK O MESTRE DO SUSPENSE", com 18 capítulos e 168 páginas, dedico boa parte delas, para os 54 longas-metragens dirigidos por Hitchcock, além dos 361 episódios feitos para a TV, incluindo sua participação especial em outras mídias. Disponível na Amazon.
Após assistir mais uma vez o DVD de Janela Indiscreta, renovo meu interesse pela obra do Hitchcock.
Um filme quase perfeito, imperdível, roteiro impecável e riqueza de detalhes.
Mais detalhes no meu livro "ALFRED HITCHCOCK O MESTRE DO SUSPENSE", onde mostro toda a obra do cineasta em 18 capítulos e 168 páginas, disponível na Amazon.
"Vertigo" ou "Um corpo que cai", dirigido e produzido por Alfred Hitchcock, é um dos filmes mais marcantes do acervo cinematográfico deste magnífico diretor.
Com atuação de James Stewart e Kim Novak, complementado pela trilha sonora comandada por Bernard Herrmann, pode-se considerar um dos mais aplaudidos pelos amantes do cinema em todo o mundo.
Kim Novak atriz e musa de Hitchcock, está esplendida no papel de Madeleine, uma mulher envolta em mistério e duplicidade. Apesar de complexa e controversa, o mestre do suspense tinha especial predileção por atrizes loiras, elegantes e misteriosas e ela encarnava perfeitamente esse papel.
No meu livro "ALFRED HITCHCOCK O MESTRE DO SUSPENSE" (disponível na Amazon), abro um cápítulo exclusivo sobre "Alfred Hitchcock e suas musas", onde descrevo sua relação ambígua e intrigante, marcada por afeição e fascínio e, ao mesmo tempo, pelo modo obsessivo com que tratava as belas mulheres.
Dentre essas atrizes destacam-se Grace Kelly, Tippi Hedren, Kim Novak, Ingrid Bergmann, as quais ele tanto admirava como as controlava de modo inquietante, que apesar de toda a controvérsia, deixou um legado inesquecível para o cinéfilo hitchcockiano, suas musas loiras.
Para quem quer saber mais sobre essa relação, indico o livro "Fascinado pela Beleza: Alfred Hitchcock e Suas Atrizes", do escritor norte-americano Donald Spoto.
Próprio de Hitchcock, cheio de mistério e suspense, mas eternamente lembrado e referenciado.