M. D
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Baseado em 0 avaliações em comum


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Últimas opiniões enviadas

  • M. D
    6 meses atrás

    Black Phone 2 deveria se chamar "como destruir sua reputação como roteirista", pois o primeiro foi arte em escrita, o segunda, uma afirmação ao clichê

  • M. D
    1 ano atrás

    O filme conta a história de um chef azarado e viciado em jogos que, fugindo de suas dívidas, vai para a América Latina e assume a identidade de outro homem.
    Apesar de a premissa ser interessante, o roteiro apresenta tantos furos que o espectador precisa fazer um esforço constante de suspensão da descrença para acompanhar a trama e se envolver nos “momentos de clímax”. Um exemplo notável é a existência de uma rede internacional de ações ilegais de entretenimento, na qual os participantes pagam milhões para desfrutar de um jantar exclusivo. No entanto, é difícil acreditar que uma organização dessa magnitude não teria conexões com policiais corruptos locais, especialmente em um cenário como o da América Latina, onde a baixa remuneração, a desigualdade social e as más condições de trabalho frequentemente alimentam a corrupção policial.
    Outro ponto que compromete a credibilidade é a insistência do filme em retratar essa organização como uma entidade exclusiva, altamente organizada e rigorosamente monitorada. O responsável pelos jantares, por exemplo, possui acesso a e-mails e IPs de todos os moradores da vila. Porém, quando o chef original é substituído pelo protagonista, isso passa completamente despercebido, o que contradiz a ideia de que a organização seria tão eficiente e atenta aos detalhes. Essa incoerência quebra a confiança do espectador na capacidade de vigilância dessa rede tão "organizada". O chef original narra ao protagonista dezenas de jantares que preparou a organização, mas quando o sujeito é substituído, é como se o sujeito nunca tivesse existido. Aonde foram parar os contatos anteriores?
    A ideia central do filme é ótima — ainda que não seja original — mas a execução do roteiro deixa muito a desejar. A trama exige uma dose exagerada de descrença ou ingenuidade por parte do público para que se sustente.

  • M. D
    1 ano atrás

    "Bandida: A Número Um" é um filme que se destaca dentro do que se propõe a fazer. Maria Bomani surpreende com uma atuação poderosa, exibindo uma beleza autenticamente brasileira. A trama aborda as consequências das mazelas sociais, o estigma associado à favela, e o descaso do Estado, que se reflete na falta de saneamento básico, educação e dignidade, moldando os indivíduos conforme o meio em que vivem. O filme também expõe como o Estado, com sua postura moralista, só direciona sua atenção para a favela quando o problema se torna público, sendo ele próprio um dos causadores desses problemas, especialmente pela corrupção na Polícia Militar.

    A jornada de Rebeca é repleta de nuances e personagens que enriquecem sua trajetória, mas nesse aspecto o filme peca. Com apenas 1 hora e 20 minutos de duração, é difícil aprofundar temas complexos como o abandono da mãe, os familiares mencionados, a infância marcada pelo uso de cola e os amigos que também se envolvem no mundo do crime. As atuações são impecáveis, mas a profundidade dos personagens acaba limitada pelo tempo de tela. Para fazer justiça à história e à narrativa, uma duração de três horas seria o mínimo necessário — ou mesmo uma série. Há diversas ramificações, históricas, sociais e biográficas, que poderiam ser exploradas com mais profundidade, tornando a tensão e os personagens ainda mais relevantes.

    De qualquer forma, o filme merece cada minuto da sua atenção, e o diretor João Wainer fez um excelente trabalho. Ainda assim, fica a sensação de que a obra poderia ter sido algo maior devido à sua curta duração. Quem sabe uma minissérie seja a resposta ideal para explorar todo o potencial dessa história.

  • Julyane 9 anos atrás

    Olá, obrigada :D
    Adorei sua lista de favoritos, incluirei vários na minha lista de filmes que quer ver!
    Abraço

  • Lari 10 anos atrás

    ah, obrigada pelas palavras (e desculpa a demora em responder), fico feliz que os meus textos gerem diálogos, mesmo que mentais...vi aqui que já conversamos antes, sobre John Waters ainda ,haha.

  • µ @ ♫ © ɛ ₤ ♂ 10 anos atrás

    Está add! Bem vindo ao meu círculo de amizades Filmow! Abraço.