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Review sobre a saga toda, isso é a definição de obra de arte, APENAS.
Um careca que tem dois visuais regata preta ou branca (fora o traje lendário a regata de firma ou jeans); um ex policial que as primeras vezes que aparece pensa somente com o pau; um negro careca; um negro da técnologia; um asiático; a mulher maravilha; irmãos dominicanos; a letty; um careca policial e um careca britanico.
Simplesmente a fórmula das meninas superpoderosas!
Adorei a temática Jetsons/Família do Futuro.
Simplesmente um dos melhores filmes, desse que é um dos meus grupos de heróis favoritos.
Muito sábia a escolha de não mostrar a história de origem pela milésima vez.
Pedrito trouxe uma representação FODA do Reed, um homem metódico, inteligente e esperto, e mesmo assim conseguiu transparecer o lado humano, o lado paterno, um pai com medo, um homem que abriu mão de tanto para ajudar o mundo, que quando precisou, o mundo abriu mão da energia para ajudá-lo.
A Sue foi minha personagem favorita nessa versão, trouxe o lado mais forte da personagem, não só na luta, como também na hora da diplomacia e empatia. Uma mãe que não vai abrir mão do seu filho e também não está disposta a abrir mão do seu planeta, pedindo ajuda do seu povo, até mesmo dos seus inimigos.
Johnny foi refeito de forma sutil, mas importante, ele não é mais um mulherengo famoso, ele é uma pessoa inteligente, parte do grupo, decifrou um idioma alienígena que foi crucial para a derrota do Galactus.
Ben sempre foi o meu personagem preferido, antigamente por ser um cara irritado que realmente gritava "tá na hora do pau" e agora por representar a complexidade emocional do cara, indo visitar seu bairro de infancia, indo a um templo judeu antes da última batalha, tentando se aproximar das pessoas, sendo um amigo leal e um ótimo padrinho, um homem quase indestrutivel por fora, que não tem medo de mostrar o seu lado mais frágil e complexo. SIMPLESMENTE O MAIORAL.
Amei o fato de que o Johnny não ridiculariza a aparência do Ben nesse filme, o formato do corpo dele não o desumaniza. Outra mudança sutil, mas GIGANTE para quem assiste.
Galactus foi de arrepiar os cabelos da bunda, senti que a história dele poderia ter sido melhor explicada e por que o Franklin é o salvador dele.
Shalla-Bal foi uma adição FODÁSTICA, a rainha imortal de Zenn-La, que nessa história abriu mão de toda sua vida para salvar seu povo e sua filha, coisa mostrada quando ajudou a família a salvar Franklin e o planeta terra.
Estou ansioso para o próximo filme com o Dr. Destino 🤩 e viva a feitiçaria cigana! E não posso esquecer do Franklin, quero ver como vai ser a adaptação desse que é um dos seres mais poderosos da Marvel.
Um filme que, talvez à primeira vista, pode passar a sensação de disputa de qual amor tem maior valor.
Luke — O grande amor da vida de Joan, um amor intenso, bonito, quase idealizado, que todos à volta deles gostariam que desse certo, mas foi tomado pela morte e esperou por 67 anos uma segunda chance.
Larry — O amor duradouro, que enfrentou o dia a dia, a criação dos filhos, uma doença e respeitou a decisão de Joan de não contar para a família.
No meio disso, Joan foi jogada no meio disso e obrigada a fazer uma escolha entre Luke, Larry ou seguir sozinha para uma nova vida.
Com a ajuda de dois CPMs, Anna e Ryan, ela tenta decidir como seguir sua eternidade e assim vemos como ela nutriu amores muito distintos sobre os dois, pois suas personalidades são quase opostas. Luke é um homem amável, bonito e mais palatável socialmente falando, já Larry é um homem rabugento, que, segundo Joan, ama reclamar. E Joan é uma mulher cheia de vida, linda e ama surpresas. Agora ambos os pares têm que conhecer uma Joan que não conheceram, Larry conhecer sua esposa vivendo com seu primeiro marido, e Luke conhecer a Joan que viveu, que tem marcas e momentos que não podem ser deixados para trás.
Para mim, esse filme mostra que o amor, assim como nós, é feito de momentos, um movimento contínuo.
Acho bonito a forma como eles encaram a eternidade. Luke espera Joan pela eternidade, Joan escolhe Luke quando Larry percebe que o momento mais feliz da vida dela não foi com ele, e Larry não escolhe uma eternidade depois que Joan vai embora, pois não existe felicidade eterna sem ela.
A meu ver, eu queria ter visto ela indo viver uma nova vida sozinha, mas achei muito foda ela ter visto e mostrado para a gente o amor que ela e Larry viveram, porra, ele ajudou ela a recuperar o sorriso que tinha antes de perder o Luke.
Espero que o Luke viva uma vida linda, porque ele é um cara muito bondoso, mas ele dizer para ela que não gostava de ouvir sobre os filhos dela me pegou um pouco.
Nota: Joan bêbada com a vizinha chata/10.