Gustavo Rodrigo Lopes da Silva
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Últimas opiniões enviadas

Que filme louco, kkkkk
Tem um véio tarado pela professora, que fica tarado pela irmã de um aluno e isso faz ele virar um pedinte profissional.
Gostei de como ele transita entre uma leve lucidez e a esquisitice completa. Akakakkakakak.
O filme aborda de algum modo o que vemos às vezes nos dias de hoje a venda da “miséria”, e ele tratar isso como um produto palpável, tendo uma empresa laranja por trás onde se repassam porcentagens como um tráfico de chantagens emocionais muito legal.
Infelizmente, não tenho bagagem histórica para entender todas as críticas ao país que tiveram durante o filme, mas ainda foi uma grata surpresa.

Tráfico de mendigagem/10.

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Review Homem-Aranha Através do Aranhaverso.

Gosto muito dessa sequência, particularmente é um dos temas que eu mais gosto de ver sobre, não heróis, mas o humano, não como espécie, mas, como aquilo que atribuímos ao mundo como sendo nosso, sentimentos, racionalidade e afins, e em quase todas as minhas reviews eu levo isso em consideração.
E tudo nesse filme é extremamente humano, Miles, a família Morales, Gwen e seu pai, Peter e sua filha e os outros aranhas.

Nesse filme é mais explorado a relação que entre Miles e o manto de aranha, e o peso que esse pedaço de pano pode carregar, Miles é muito próximo de seus pais, ele confia 100% neles, mas ainda existe aquele distanciamento natural, afinal, confiança e conforto nem sempre andam juntos, coisa que ele tinha com o Tio Aaron e depois com Peter e Gwen (principalmente com ela), coisa que infelizmente é quebrado de maneira dura, e o distanciamento com seus pais aumenta ainda mais com o apreço que ele cria em ser o Homem-Aranha, mas, ele ainda é uma criança de 15 anos, acho linda a forma como o pai de Miles fala dele, o amor que ele carrega, e como isso é palpável nas cenas, como a do brinde em que se é perceptível o peso da ausência de Miles, para que exista a presença do Homem-Aranha.

Sinto que os aranhas do primeiro filme traumatizaram ele, que sabe que pode contar para os seus pais, mas tem medo de não ser aceito, deixar de ser o Miles que seus pais conhecem, e isso se intensifica com a volta da Gwen.

Miguel é o medo do inevitável, fez a cagada igual o rei do crime agora quer ser o empata foda de todo mundo, com esse “canônico” dele, baseado somente nas aranhas, o dia que ele sair de casa um pouco ele vai explodir KKK.
Fala de proteger o cânon, sendo que ele interferir já altera o fato, agora se o universo some por ele estar lá, por que o de Miles não? Qual o sentido do universo ser apagado e não apagar a anomalia?

E esse medo e falso moralismo dele cega a Gwen, que, pelo medo de voltar ao seu universo e encarar seu pai, porque ela pede para ser vista como filha, mas inicialmente não teve coragem de encará-lo como pai, coisa que muda quando ela descobre que seu pai saiu do departamento de polícia e que mesmo assim seu mundo não se apagou, e quando ela o encara, vê que ele está disposto a manter a ponte entre eles.

Como ela lida com tudo me despertou sentimentos bons e ruins, mas, no geral, eu não a culpo, afinal, assim como o Miles, ela é somente uma criança, e nesse caso, ela achava que não tinha lugar de apoio e se agarra às meias verdades de Miguel e seu clube do Bolinha. Mas tudo isso muda no final e ela vê que pode sim ajudar quem ela ama.

Os outros aranhas são de uma pau molência do caralho, seguem um Aranha violento e sem limites.

Menos o PUNK, ele é irado!
Nota: VOCÊ É INCRÍVEL/10

editado

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Review Durval Discos
Que filme caótico, num sentido maravilhoso, repleto de música e um ritmo frenético interessante para o meu gosto pessoal. Não é documental, não é ação, não é suspense e não é mistério, mas ainda assim tem todas essas temáticas KKKKKK.
No começo, pensei que seria uma crítica à nostalgia e como ela, em certo ponto, nos enrijece para o novo, daí, do nada, vira uma busca frenética por uma empregada, do nada, um plot twist, fiquei completamente embasbacado quando vi a notícia na TV junto de Durval e Dona Carmita.
Com o decorrer do filme, fui ficando cada vez mais agoniado com Dona Carmita, que veia louca do carai kekeekke (Durval, prende essa doida, filho).
Falando na Kiki, gostei muito da relação dela e do Durval, em como ele é todo rabugento, acredito que muito pelo fato de a loja não estar indo bem nos últimos tempos, mesmo assim ele não desconta na Kiki, que simplesmente apareceu do nada na “casinha” da empregada.
Que final agoniante, PQP!
Filmografia impecável, o filme passa vários sentimentos, se passando em praticamente um ambiente só, e com pequenas mudanças esse ambiente imprime uma sensação nova, está sendo uma experiência incrível descobrir o nosso cinema.
Durval deu sorte de Dona Carmita não passar ele também.
Nota: Tem lado A e lado B/10.

  • Filmow 1 semana atrás

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    Bons filmes!
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