O filme tece várias críticas, mas as principais na minha visão é o capitalismo e a obsolescência programada, fora ser um ótimo filme sobre consciência de classe, onde um herdeiro quer tornar o sistema de peças sobressalentes obsoleto e vender somente peças novas para obter mais lucro, fazendo com que o rico fique com novas peças e que os pobres com sorte fiquem com peças de segunda mão, marginalizando a base da sociedade. E traz uma grande crítica a padronização, as peças não definem apenas como eles são, mas também define quem eles são. Os novos diretores/executivos da empresa fomentam padrão estético, segregação socioeconômica e fada uma classe social inteira a miséria. Rodney ao criar um mercado paralelo para ajudar esses robôs que são a base da sociedade, também leva a empresa a criar a ideia de que isso é errado, criminalizando os mais pobres pelo simples pato de existirem e isso leva os trabalhadores a lutarem contra os trabalhadores. O filme termina com a volta do “Grande Soldador” ao poder, um cara menos pior, mas que também nunca trabalhou para de fato melhorar o sistema, ele é um homem que se sustenta pela ideia que vende, não pela verdade que aplica. Um filme com um bom desenvolvimento, mas com um final fraco.
Nota: Manivela o maior ícone pop contemporâneo/10.
Review Labirinto do Fauno — (Lavagirl e Sharkboy versão séria)
Que filme bonito! Dá para sentir a melancolia e tensão até nos momentos com a iluminação alaranjada (se é que faz sentido isso que tô falando kk), menos o final quando Ofélia volta ao seu antigo reino como Moana, parece um pouco mais vibrante e vivido.
Gostei muito da Ofélia, da nitidez de como ela muda o comportamento frente às diversas adversidades; com Vidal, ela é quieta e retraída, com a mãe é mais alegre e com Mercedes e as outras moças da cozinha ela é mais aberta e curiosa.
Com o Fauno e as outras criaturas mágicas acontece a mesma coisa, com ele, ela era mais tímida e temorosa, mas com as fadas era alegre, com o sapo corajosa, com o Tanome (Homem Pálido), foi esperta, mesmo que eu tenha ficado bolado por conta das uvas, mas ela ficou sem comida por conta do vestido.
Capitão Vidal é um homem pequeno, perseguido pela sombra do seu pai, um homem que, pelo que dá a entender, também era um soldado que acreditava que o medo é igual a respeito, de que é um método seguro de obter a glória que ele acha que ele e seu falecido pai merecem.
Mas sempre existirão pessoas que não sentem medo, logo não existe o respeito. Ou até mesmo pessoas que enfrentam seus medos, como Mercedez, que foi a principal vertente para a derrota de Vidal.
A história termina com mais tristezas do que alegrias, guerras têm esse sintoma mesmo ao cessar, ela deixa um gosto amargo na boca, e esse filme acaba assim com a morte de Ofélia, que morreu ao não seguir cegamente as ordens do Fauno, e Vidal morre após matar Ofélia pedindo que seu filho soubesse o horário que seu pai morreu, pedido negado por Mercedes e o exército revolucionário. E, ao final, Ofélia volta ao reino Subterrâneo. Digo que acabou com mais tristezas do que alegrias, por Ofélia ainda ter morrido ao final, deixando as cicatrizes de sua vida para trás, uma amiga e um irmão, sendo a morte o rito final para sua recompensa.
Gostei de como a parte mágica é trabalhada, não é um universo infantil, tão pouco inocente, o Homem Pálido é assustador e usa da fome da pequena Ofélia para atacá-la e matar as fadas. E o Fauno, com aquela dualidade, não me passou muita confiança.
Sobre a fantasia ser real ou não, será que importa? Foi o que manteve Ofélia viva e esperançosa por um tempo, e foi o que nos aliviou em certo nível no final da história. E a sua morte não será o final de sua vida, ela será eterna na vida das criaturas, na vida de Mercedes e seu irmão, e tão importante quanto, será eterna na nossa.
Estoico é simplesmente o MAIOR personagem. Impressionante como, ao decorrer do filme, vamos vendo as diversas facetas desse personagem, que, no seu modo bruto de agir, encontra um jeito sensível de amar. Seu filho mostra um mundo novo, ele se adapta, seu filho foge, ele o busca, seu filho corre risco, ele o salva. Afinal… um líder nunca abandona os seus. Sinto que esse filme é menos sobre o Soluço e mais sobre o seu entorno, como de fato ele mudou as pessoas e como isso, no final, o torna um bom líder. Vemos alguém que põe medo até em Estoico, mas que não assusta Soluço, que acredita que ele e seu laço com os dragões podem mudar a visão de Drago Sanguebravo, o qual é o contraponto de Soluço. Um cria laços para libertar e outro cria laços para controlar. Terminamos com uma vitória amarga, dois líderes morrem aqui, defendendo aqueles que confiavam neles e precisavam deles, em que aquele que tem o coração mais puro é usado como arma. No final, soluço vence, mas é uma vitória cinzenta. E agora resta a ele descobrir qual caminho seguir, um homem pequeno, com um coração poderoso.
“Mesmo que esteja escuro pelas explosões, ainda dá para ver o céu, dá para ver o mar. Afinal, aqui não é o inferno!”
Nota: “você está tão linda quanto no dia em que te perdi”/10.
Na falsa ideia de coragem, enchemos quem confia na gente com medo real. E na real coragem abrimos um mundo novo para todos.
Filme LINDO, tanto em animação enredo e história, soluço carrega o peso da rejeição de não ser como seu destemido pai Estoico, um homem sensível que também carrega o fardo de ser o mais destemido, o que o afasta de seu filho. Soluço não quer caçar dragões, ele não é um Viking (místico), ele é pequeno e "frágil", mas que provar para os outros (e em dado momento mente querer provar para si mesmo) que é capaz de matar um dragão, e em dada noite ele acaba capturando um, mas não qualquer dragão, era o que todos mais temiam só de ouvir seu som cortando o ar, um Fúria da Noite. Ao encontrar Banguela, seu mundo muda, ele vê naquele que todos temiam, medo, fragilidade, consciência e inteligência, e juntos eles aprendem que nenhum deles é ruim, apenas estão protegendo suas perspectivas de mundo. E nesse encontro eles mudam tudo, um dragão que aprende a ser cuidado e ensina sobre sua espécie, e um humano que aprende sobre si, e pro consequência seu pai que aprende ter coragem de dizer o que sente para seu filho. A coragem de sermos quem somos e de aprendermos com quem amamos muda o mundo, mesmo que seja só o nosso, que não é o caso KEKEKEKE.
“Amar é o melhor jeito de ter; ter é o pior jeito de amar” Acho que exemplifica boa parte do documentário; fiquei um pouco perdido com os relatos de traições haha. Um documentário sobre o amor, na visão das simples pessoas. Amar é brega no estilo mais belo que só o Brasil consegue dar à palavra.
Me lembrou o jogo Florence (alguém que entra em nossa vida e, sem que a gente perceba, muda ele).
Desde o momento em que Anna entra na livraria de William, dá para sentir a tensão entre eles, os olhares, ele querer se mostrar mais prestativo e tudo mais.
Depois a história vai se desenrolando, ela uma atriz mundialmente conhecida e ele um cara comum, cuja mãe esquece do nome às vezes, kekek. Ela é incapaz de se abrir totalmente para ele e ele é tão deslumbrado que deixa muita coisa passar. Mas ainda assim foi divertido ver eles apaixonados aprendendo a amar um ao outro, de um lado uma mulher superfamosa e que desde muito nova precisa trabalhar para agradar a mídia, que conquistou um rapaz pelo simples fato de ser quem é, e do outro lado um homem que ninguém sabe quem é, que conquistou uma moça que todos os olhos do mundo viam, mas que só os dele a enxergam. Um gosta da simplicidade da vida, das conexões sem expectativas, e um tem de aprender a viver o mundo do outro. Quando dois mundos distintos se encontram, eles criam um novo.
Um filme que, talvez à primeira vista, pode passar a sensação de disputa de qual amor tem maior valor.
Luke — O grande amor da vida de Joan, um amor intenso, bonito, quase idealizado, que todos à volta deles gostariam que desse certo, mas foi tomado pela morte e esperou por 67 anos uma segunda chance.
Larry — O amor duradouro, que enfrentou o dia a dia, a criação dos filhos, uma doença e respeitou a decisão de Joan de não contar para a família.
No meio disso, Joan foi jogada no meio disso e obrigada a fazer uma escolha entre Luke, Larry ou seguir sozinha para uma nova vida. Com a ajuda de dois CPMs, Anna e Ryan, ela tenta decidir como seguir sua eternidade e assim vemos como ela nutriu amores muito distintos sobre os dois, pois suas personalidades são quase opostas. Luke é um homem amável, bonito e mais palatável socialmente falando, já Larry é um homem rabugento, que, segundo Joan, ama reclamar. E Joan é uma mulher cheia de vida, linda e ama surpresas. Agora ambos os pares têm que conhecer uma Joan que não conheceram, Larry conhecer sua esposa vivendo com seu primeiro marido, e Luke conhecer a Joan que viveu, que tem marcas e momentos que não podem ser deixados para trás.
Para mim, esse filme mostra que o amor, assim como nós, é feito de momentos, um movimento contínuo.
Acho bonito a forma como eles encaram a eternidade. Luke espera Joan pela eternidade, Joan escolhe Luke quando Larry percebe que o momento mais feliz da vida dela não foi com ele, e Larry não escolhe uma eternidade depois que Joan vai embora, pois não existe felicidade eterna sem ela.
A meu ver, eu queria ter visto ela indo viver uma nova vida sozinha, mas achei muito foda ela ter visto e mostrado para a gente o amor que ela e Larry viveram, porra, ele ajudou ela a recuperar o sorriso que tinha antes de perder o Luke. Espero que o Luke viva uma vida linda, porque ele é um cara muito bondoso, mas ele dizer para ela que não gostava de ouvir sobre os filhos dela me pegou um pouco.
Review sobre a saga toda, isso é a definição de obra de arte, APENAS. Um careca que tem dois visuais regata preta ou branca (fora o traje lendário a regata de firma ou jeans); um ex policial que as primeras vezes que aparece pensa somente com o pau; um negro careca; um negro da técnologia; um asiático; a mulher maravilha; irmãos dominicanos; a letty; um careca policial e um careca britanico. Simplesmente a fórmula das meninas superpoderosas!
Adorei a temática Jetsons/Família do Futuro. Simplesmente um dos melhores filmes, desse que é um dos meus grupos de heróis favoritos. Muito sábia a escolha de não mostrar a história de origem pela milésima vez. Pedrito trouxe uma representação FODA do Reed, um homem metódico, inteligente e esperto, e mesmo assim conseguiu transparecer o lado humano, o lado paterno, um pai com medo, um homem que abriu mão de tanto para ajudar o mundo, que quando precisou, o mundo abriu mão da energia para ajudá-lo. A Sue foi minha personagem favorita nessa versão, trouxe o lado mais forte da personagem, não só na luta, como também na hora da diplomacia e empatia. Uma mãe que não vai abrir mão do seu filho e também não está disposta a abrir mão do seu planeta, pedindo ajuda do seu povo, até mesmo dos seus inimigos. Johnny foi refeito de forma sutil, mas importante, ele não é mais um mulherengo famoso, ele é uma pessoa inteligente, parte do grupo, decifrou um idioma alienígena que foi crucial para a derrota do Galactus. Ben sempre foi o meu personagem preferido, antigamente por ser um cara irritado que realmente gritava "tá na hora do pau" e agora por representar a complexidade emocional do cara, indo visitar seu bairro de infancia, indo a um templo judeu antes da última batalha, tentando se aproximar das pessoas, sendo um amigo leal e um ótimo padrinho, um homem quase indestrutivel por fora, que não tem medo de mostrar o seu lado mais frágil e complexo. SIMPLESMENTE O MAIORAL. Amei o fato de que o Johnny não ridiculariza a aparência do Ben nesse filme, o formato do corpo dele não o desumaniza. Outra mudança sutil, mas GIGANTE para quem assiste. Galactus foi de arrepiar os cabelos da bunda, senti que a história dele poderia ter sido melhor explicada e por que o Franklin é o salvador dele. Shalla-Bal foi uma adição FODÁSTICA, a rainha imortal de Zenn-La, que nessa história abriu mão de toda sua vida para salvar seu povo e sua filha, coisa mostrada quando ajudou a família a salvar Franklin e o planeta terra. Estou ansioso para o próximo filme com o Dr. Destino 🤩 e viva a feitiçaria cigana! E não posso esquecer do Franklin, quero ver como vai ser a adaptação desse que é um dos seres mais poderosos da Marvel.
Review completamente superficial, pois não manjo quase nada de super-heróis.
Foi espetacular ver o Superman sem aquele peso moral dos últimos filmes feitos pela DC, mas sim algo mais cartunesco, com o Luthor vilão pelo simples fato de ser vilão sem um passado trágico ou coisa do tipo. Trazendo MUITA coisa dos quadrinhos e apresentando vários personagens não muito conhecidos pelo público geral, exemplo o Guy Gardner, ou até o Krypto, que eu mesmo só conhecia pelo desenho que passava no SBT. Heróis por heróis e nada mais, sem levar o peso da “realidade” dos outros, as coisas aparecem porque sim e acontecem porque sim. Divertido, colorido e um abraço para quem gosta do mundo dos quadrinhos mais afundo. Da metade para frente, o filme se perde, muita coisa ao mesmo tempo, todas com muito peso, terra ruindo, países entrando em guerra por pessoas poderosas que estão cagando e andando para vidas e tudo tem de ser resolvido ao mesmo tempo. Fuga da cadeia, apresentação de personagens para a Gangue da Justiça e aparição da Supergirl no final meio jogado, muita bagunça ao mesmo tempo, kkkk!
Nota: Bololo Haha de Heróis/10.
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Robôs
3.3 501 Assista AgoraReview Robôs
O filme tece várias críticas, mas as principais na minha visão é o capitalismo e a obsolescência programada, fora ser um ótimo filme sobre consciência de classe, onde um herdeiro quer tornar o sistema de peças sobressalentes obsoleto e vender somente peças novas para obter mais lucro, fazendo com que o rico fique com novas peças e que os pobres com sorte fiquem com peças de segunda mão, marginalizando a base da sociedade.
E traz uma grande crítica a padronização, as peças não definem apenas como eles são, mas também define quem eles são. Os novos diretores/executivos da empresa fomentam padrão estético, segregação socioeconômica e fada uma classe social inteira a miséria. Rodney ao criar um mercado paralelo para ajudar esses robôs que são a base da sociedade, também leva a empresa a criar a ideia de que isso é errado, criminalizando os mais pobres pelo simples pato de existirem e isso leva os trabalhadores a lutarem contra os trabalhadores.
O filme termina com a volta do “Grande Soldador” ao poder, um cara menos pior, mas que também nunca trabalhou para de fato melhorar o sistema, ele é um homem que se sustenta pela ideia que vende, não pela verdade que aplica.
Um filme com um bom desenvolvimento, mas com um final fraco.
Nota: Manivela o maior ícone pop contemporâneo/10.
O Labirinto do Fauno
4.2 2,9K Assista AgoraReview Labirinto do Fauno — (Lavagirl e Sharkboy versão séria)
Que filme bonito! Dá para sentir a melancolia e tensão até nos momentos com a iluminação alaranjada (se é que faz sentido isso que tô falando kk), menos o final quando Ofélia volta ao seu antigo reino como Moana, parece um pouco mais vibrante e vivido.
Gostei muito da Ofélia, da nitidez de como ela muda o comportamento frente às diversas adversidades; com Vidal, ela é quieta e retraída, com a mãe é mais alegre e com Mercedes e as outras moças da cozinha ela é mais aberta e curiosa.
Com o Fauno e as outras criaturas mágicas acontece a mesma coisa, com ele, ela era mais tímida e temorosa, mas com as fadas era alegre, com o sapo corajosa, com o Tanome (Homem Pálido), foi esperta, mesmo que eu tenha ficado bolado por conta das uvas, mas ela ficou sem comida por conta do vestido.
Capitão Vidal é um homem pequeno, perseguido pela sombra do seu pai, um homem que, pelo que dá a entender, também era um soldado que acreditava que o medo é igual a respeito, de que é um método seguro de obter a glória que ele acha que ele e seu falecido pai merecem.
Mas sempre existirão pessoas que não sentem medo, logo não existe o respeito. Ou até mesmo pessoas que enfrentam seus medos, como Mercedez, que foi a principal vertente para a derrota de Vidal.
A história termina com mais tristezas do que alegrias, guerras têm esse sintoma mesmo ao cessar, ela deixa um gosto amargo na boca, e esse filme acaba assim com a morte de Ofélia, que morreu ao não seguir cegamente as ordens do Fauno, e Vidal morre após matar Ofélia pedindo que seu filho soubesse o horário que seu pai morreu, pedido negado por Mercedes e o exército revolucionário. E, ao final, Ofélia volta ao reino Subterrâneo. Digo que acabou com mais tristezas do que alegrias, por Ofélia ainda ter morrido ao final, deixando as cicatrizes de sua vida para trás, uma amiga e um irmão, sendo a morte o rito final para sua recompensa.
Gostei de como a parte mágica é trabalhada, não é um universo infantil, tão pouco inocente, o Homem Pálido é assustador e usa da fome da pequena Ofélia para atacá-la e matar as fadas. E o Fauno, com aquela dualidade, não me passou muita confiança.
Sobre a fantasia ser real ou não, será que importa? Foi o que manteve Ofélia viva e esperançosa por um tempo, e foi o que nos aliviou em certo nível no final da história. E a sua morte não será o final de sua vida, ela será eterna na vida das criaturas, na vida de Mercedes e seu irmão, e tão importante quanto, será eterna na nossa.
Como Treinar o seu Dragão 2
4.1 1,4K Assista AgoraReview — Como Treinar o Seu Dragão 2
Estoico é simplesmente o MAIOR personagem. Impressionante como, ao decorrer do filme, vamos vendo as diversas facetas desse personagem, que, no seu modo bruto de agir, encontra um jeito sensível de amar. Seu filho mostra um mundo novo, ele se adapta, seu filho foge, ele o busca, seu filho corre risco, ele o salva. Afinal… um líder nunca abandona os seus.
Sinto que esse filme é menos sobre o Soluço e mais sobre o seu entorno, como de fato ele mudou as pessoas e como isso, no final, o torna um bom líder.
Vemos alguém que põe medo até em Estoico, mas que não assusta Soluço, que acredita que ele e seu laço com os dragões podem mudar a visão de Drago Sanguebravo, o qual é o contraponto de Soluço.
Um cria laços para libertar e outro cria laços para controlar.
Terminamos com uma vitória amarga, dois líderes morrem aqui, defendendo aqueles que confiavam neles e precisavam deles, em que aquele que tem o coração mais puro é usado como arma. No final, soluço vence, mas é uma vitória cinzenta. E agora resta a ele descobrir qual caminho seguir, um homem pequeno, com um coração poderoso.
“Mesmo que esteja escuro pelas explosões, ainda dá para ver o céu, dá para ver o mar. Afinal, aqui não é o inferno!”
Nota: “você está tão linda quanto no dia em que te perdi”/10.
Como Treinar o seu Dragão
4.2 2,4K Assista AgoraReview - Como Treinar o seu Dragão
Na falsa ideia de coragem, enchemos quem confia na gente com medo real.
E na real coragem abrimos um mundo novo para todos.
Filme LINDO, tanto em animação enredo e história, soluço carrega o peso da rejeição de não ser como seu destemido pai Estoico, um homem sensível que também carrega o fardo de ser o mais destemido,
o que o afasta de seu filho.
Soluço não quer caçar dragões, ele não é um Viking (místico), ele é pequeno e "frágil", mas que provar para os outros (e em dado momento mente querer provar para si mesmo) que é capaz de matar um dragão,
e em dada noite ele acaba capturando um, mas não qualquer dragão, era o que todos mais temiam só de ouvir seu som cortando o ar, um Fúria da Noite.
Ao encontrar Banguela, seu mundo muda, ele vê naquele que todos temiam, medo, fragilidade, consciência e inteligência, e juntos eles aprendem que nenhum deles é ruim, apenas estão protegendo suas perspectivas de mundo.
E nesse encontro eles mudam tudo, um dragão que aprende a ser cuidado e ensina sobre sua espécie, e um humano que aprende sobre si, e pro consequência seu pai que aprende ter coragem de dizer o que sente para seu filho.
A coragem de sermos quem somos e de aprendermos com quem amamos muda o mundo, mesmo que seja só o nosso, que não é o caso KEKEKEKE.
Nota: Dragões são gatos alados/10.
Vou Rifar Meu Coração
4.1 223“Amar é o melhor jeito de ter; ter é o pior jeito de amar”
Acho que exemplifica boa parte do documentário; fiquei um pouco perdido com os relatos de traições haha.
Um documentário sobre o amor, na visão das simples pessoas. Amar é brega no estilo mais belo que só o Brasil consegue dar à palavra.
Como Mágica
3.9 72 Assista AgoraPlot atrás de plot, ABSURDOO!!!
Um Lugar Chamado Notting Hill
3.6 1,4K Assista AgoraReview — Notting Hill
Me lembrou o jogo Florence (alguém que entra em nossa vida e, sem que a gente perceba, muda ele).
Desde o momento em que Anna entra na livraria de William, dá para sentir a tensão entre eles, os olhares, ele querer se mostrar mais prestativo e tudo mais.
Depois a história vai se desenrolando, ela uma atriz mundialmente conhecida e ele um cara comum, cuja mãe esquece do nome às vezes, kekek. Ela é incapaz de se abrir totalmente para ele e ele é tão deslumbrado que deixa muita coisa passar.
Mas ainda assim foi divertido ver eles apaixonados aprendendo a amar um ao outro, de um lado uma mulher superfamosa e que desde muito nova precisa trabalhar para agradar a mídia, que conquistou um rapaz pelo simples fato de ser quem é, e do outro lado um homem que ninguém sabe quem é, que conquistou uma moça que todos os olhos do mundo viam, mas que só os dele a enxergam.
Um gosta da simplicidade da vida, das conexões sem expectativas, e um tem de aprender a viver o mundo do outro. Quando dois mundos distintos se encontram, eles criam um novo.
Nota: Cabra tocando violoncelo/10.
Eternidade
3.5 161 Assista AgoraUm filme que, talvez à primeira vista, pode passar a sensação de disputa de qual amor tem maior valor.
Luke — O grande amor da vida de Joan, um amor intenso, bonito, quase idealizado, que todos à volta deles gostariam que desse certo, mas foi tomado pela morte e esperou por 67 anos uma segunda chance.
Larry — O amor duradouro, que enfrentou o dia a dia, a criação dos filhos, uma doença e respeitou a decisão de Joan de não contar para a família.
No meio disso, Joan foi jogada no meio disso e obrigada a fazer uma escolha entre Luke, Larry ou seguir sozinha para uma nova vida.
Com a ajuda de dois CPMs, Anna e Ryan, ela tenta decidir como seguir sua eternidade e assim vemos como ela nutriu amores muito distintos sobre os dois, pois suas personalidades são quase opostas. Luke é um homem amável, bonito e mais palatável socialmente falando, já Larry é um homem rabugento, que, segundo Joan, ama reclamar. E Joan é uma mulher cheia de vida, linda e ama surpresas. Agora ambos os pares têm que conhecer uma Joan que não conheceram, Larry conhecer sua esposa vivendo com seu primeiro marido, e Luke conhecer a Joan que viveu, que tem marcas e momentos que não podem ser deixados para trás.
Para mim, esse filme mostra que o amor, assim como nós, é feito de momentos, um movimento contínuo.
Acho bonito a forma como eles encaram a eternidade. Luke espera Joan pela eternidade, Joan escolhe Luke quando Larry percebe que o momento mais feliz da vida dela não foi com ele, e Larry não escolhe uma eternidade depois que Joan vai embora, pois não existe felicidade eterna sem ela.
A meu ver, eu queria ter visto ela indo viver uma nova vida sozinha, mas achei muito foda ela ter visto e mostrado para a gente o amor que ela e Larry viveram, porra, ele ajudou ela a recuperar o sorriso que tinha antes de perder o Luke.
Espero que o Luke viva uma vida linda, porque ele é um cara muito bondoso, mas ele dizer para ela que não gostava de ouvir sobre os filhos dela me pegou um pouco.
Nota: Joan bêbada com a vizinha chata/10.
Velozes e Furiosos 10
3.0 325 Assista AgoraReview sobre a saga toda, isso é a definição de obra de arte, APENAS.
Um careca que tem dois visuais regata preta ou branca (fora o traje lendário a regata de firma ou jeans); um ex policial que as primeras vezes que aparece pensa somente com o pau; um negro careca; um negro da técnologia; um asiático; a mulher maravilha; irmãos dominicanos; a letty; um careca policial e um careca britanico.
Simplesmente a fórmula das meninas superpoderosas!
Quarteto Fantástico: Primeiros Passos
3.4 550 Assista AgoraAdorei a temática Jetsons/Família do Futuro.
Simplesmente um dos melhores filmes, desse que é um dos meus grupos de heróis favoritos.
Muito sábia a escolha de não mostrar a história de origem pela milésima vez.
Pedrito trouxe uma representação FODA do Reed, um homem metódico, inteligente e esperto, e mesmo assim conseguiu transparecer o lado humano, o lado paterno, um pai com medo, um homem que abriu mão de tanto para ajudar o mundo, que quando precisou, o mundo abriu mão da energia para ajudá-lo.
A Sue foi minha personagem favorita nessa versão, trouxe o lado mais forte da personagem, não só na luta, como também na hora da diplomacia e empatia. Uma mãe que não vai abrir mão do seu filho e também não está disposta a abrir mão do seu planeta, pedindo ajuda do seu povo, até mesmo dos seus inimigos.
Johnny foi refeito de forma sutil, mas importante, ele não é mais um mulherengo famoso, ele é uma pessoa inteligente, parte do grupo, decifrou um idioma alienígena que foi crucial para a derrota do Galactus.
Ben sempre foi o meu personagem preferido, antigamente por ser um cara irritado que realmente gritava "tá na hora do pau" e agora por representar a complexidade emocional do cara, indo visitar seu bairro de infancia, indo a um templo judeu antes da última batalha, tentando se aproximar das pessoas, sendo um amigo leal e um ótimo padrinho, um homem quase indestrutivel por fora, que não tem medo de mostrar o seu lado mais frágil e complexo. SIMPLESMENTE O MAIORAL.
Amei o fato de que o Johnny não ridiculariza a aparência do Ben nesse filme, o formato do corpo dele não o desumaniza. Outra mudança sutil, mas GIGANTE para quem assiste.
Galactus foi de arrepiar os cabelos da bunda, senti que a história dele poderia ter sido melhor explicada e por que o Franklin é o salvador dele.
Shalla-Bal foi uma adição FODÁSTICA, a rainha imortal de Zenn-La, que nessa história abriu mão de toda sua vida para salvar seu povo e sua filha, coisa mostrada quando ajudou a família a salvar Franklin e o planeta terra.
Estou ansioso para o próximo filme com o Dr. Destino 🤩 e viva a feitiçaria cigana! E não posso esquecer do Franklin, quero ver como vai ser a adaptação desse que é um dos seres mais poderosos da Marvel.
Superman
3.6 916 Assista AgoraReview completamente superficial, pois não manjo quase nada de super-heróis.
Foi espetacular ver o Superman sem aquele peso moral dos últimos filmes feitos pela DC, mas sim algo mais cartunesco, com o Luthor vilão pelo simples fato de ser vilão sem um passado trágico ou coisa do tipo.
Trazendo MUITA coisa dos quadrinhos e apresentando vários personagens não muito conhecidos pelo público geral, exemplo o Guy Gardner, ou até o Krypto, que eu mesmo só conhecia pelo desenho que passava no SBT.
Heróis por heróis e nada mais, sem levar o peso da “realidade” dos outros, as coisas aparecem porque sim e acontecem porque sim.
Divertido, colorido e um abraço para quem gosta do mundo dos quadrinhos mais afundo.
Da metade para frente, o filme se perde, muita coisa ao mesmo tempo, todas com muito peso, terra ruindo, países entrando em guerra por pessoas poderosas que estão cagando e andando para vidas e tudo tem de ser resolvido ao mesmo tempo.
Fuga da cadeia, apresentação de personagens para a Gangue da Justiça e aparição da Supergirl no final meio jogado, muita bagunça ao mesmo tempo, kkkk!
Nota:
Bololo Haha de Heróis/10.