Que filme louco, kkkkk Tem um véio tarado pela professora, que fica tarado pela irmã de um aluno e isso faz ele virar um pedinte profissional. Gostei de como ele transita entre uma leve lucidez e a esquisitice completa. Akakakkakakak. O filme aborda de algum modo o que vemos às vezes nos dias de hoje a venda da “miséria”, e ele tratar isso como um produto palpável, tendo uma empresa laranja por trás onde se repassam porcentagens como um tráfico de chantagens emocionais muito legal. Infelizmente, não tenho bagagem histórica para entender todas as críticas ao país que tiveram durante o filme, mas ainda foi uma grata surpresa.
Gosto muito dessa sequência, particularmente é um dos temas que eu mais gosto de ver sobre, não heróis, mas o humano, não como espécie, mas, como aquilo que atribuímos ao mundo como sendo nosso, sentimentos, racionalidade e afins, e em quase todas as minhas reviews eu levo isso em consideração. E tudo nesse filme é extremamente humano, Miles, a família Morales, Gwen e seu pai, Peter e sua filha e os outros aranhas.
Nesse filme é mais explorado a relação que entre Miles e o manto de aranha, e o peso que esse pedaço de pano pode carregar, Miles é muito próximo de seus pais, ele confia 100% neles, mas ainda existe aquele distanciamento natural, afinal, confiança e conforto nem sempre andam juntos, coisa que ele tinha com o Tio Aaron e depois com Peter e Gwen (principalmente com ela), coisa que infelizmente é quebrado de maneira dura, e o distanciamento com seus pais aumenta ainda mais com o apreço que ele cria em ser o Homem-Aranha, mas, ele ainda é uma criança de 15 anos, acho linda a forma como o pai de Miles fala dele, o amor que ele carrega, e como isso é palpável nas cenas, como a do brinde em que se é perceptível o peso da ausência de Miles, para que exista a presença do Homem-Aranha.
Sinto que os aranhas do primeiro filme traumatizaram ele, que sabe que pode contar para os seus pais, mas tem medo de não ser aceito, deixar de ser o Miles que seus pais conhecem, e isso se intensifica com a volta da Gwen.
Miguel é o medo do inevitável, fez a cagada igual o rei do crime agora quer ser o empata foda de todo mundo, com esse “canônico” dele, baseado somente nas aranhas, o dia que ele sair de casa um pouco ele vai explodir KKK. Fala de proteger o cânon, sendo que ele interferir já altera o fato, agora se o universo some por ele estar lá, por que o de Miles não? Qual o sentido do universo ser apagado e não apagar a anomalia?
E esse medo e falso moralismo dele cega a Gwen, que, pelo medo de voltar ao seu universo e encarar seu pai, porque ela pede para ser vista como filha, mas inicialmente não teve coragem de encará-lo como pai, coisa que muda quando ela descobre que seu pai saiu do departamento de polícia e que mesmo assim seu mundo não se apagou, e quando ela o encara, vê que ele está disposto a manter a ponte entre eles.
Como ela lida com tudo me despertou sentimentos bons e ruins, mas, no geral, eu não a culpo, afinal, assim como o Miles, ela é somente uma criança, e nesse caso, ela achava que não tinha lugar de apoio e se agarra às meias verdades de Miguel e seu clube do Bolinha. Mas tudo isso muda no final e ela vê que pode sim ajudar quem ela ama.
Os outros aranhas são de uma pau molência do caralho, seguem um Aranha violento e sem limites.
Menos o PUNK, ele é irado! Nota: VOCÊ É INCRÍVEL/10
Review Durval Discos Que filme caótico, num sentido maravilhoso, repleto de música e um ritmo frenético interessante para o meu gosto pessoal. Não é documental, não é ação, não é suspense e não é mistério, mas ainda assim tem todas essas temáticas KKKKKK. No começo, pensei que seria uma crítica à nostalgia e como ela, em certo ponto, nos enrijece para o novo, daí, do nada, vira uma busca frenética por uma empregada, do nada, um plot twist, fiquei completamente embasbacado quando vi a notícia na TV junto de Durval e Dona Carmita. Com o decorrer do filme, fui ficando cada vez mais agoniado com Dona Carmita, que veia louca do carai kekeekke (Durval, prende essa doida, filho). Falando na Kiki, gostei muito da relação dela e do Durval, em como ele é todo rabugento, acredito que muito pelo fato de a loja não estar indo bem nos últimos tempos, mesmo assim ele não desconta na Kiki, que simplesmente apareceu do nada na “casinha” da empregada. Que final agoniante, PQP! Filmografia impecável, o filme passa vários sentimentos, se passando em praticamente um ambiente só, e com pequenas mudanças esse ambiente imprime uma sensação nova, está sendo uma experiência incrível descobrir o nosso cinema. Durval deu sorte de Dona Carmita não passar ele também. Nota: Tem lado A e lado B/10.
Comédia investigativa legal e cheia de plots (alguns jogados do nada, mas engraçados no geral). Encontrei o filme por acaso no HBO Max e foi uma grata surpresa, tirando o início, que achei meio chato. Achei o personagem Monarca chato em diversos momentos, o humor de Hassum me incomodou um pouco, nada contra o humor escrachado, mas nesse caso em específico, achei altamente jogado e forçado. No entanto, os outros personagens são muito carismáticos, principalmente a noiva do Monarca (Consolação) e o Bode, que, na minha opinião, tem um humor muito natural comparado ao todo. Um assassinato EXTREMAMENTE brasileiro, em um lugar tão nosso, a feira.
O filme tece várias críticas, mas as principais na minha visão é o capitalismo e a obsolescência programada, fora ser um ótimo filme sobre consciência de classe, onde um herdeiro quer tornar o sistema de peças sobressalentes obsoleto e vender somente peças novas para obter mais lucro, fazendo com que o rico fique com novas peças e que os pobres com sorte fiquem com peças de segunda mão, marginalizando a base da sociedade. E traz uma grande crítica a padronização, as peças não definem apenas como eles são, mas também define quem eles são. Os novos diretores/executivos da empresa fomentam padrão estético, segregação socioeconômica e fada uma classe social inteira a miséria. Rodney ao criar um mercado paralelo para ajudar esses robôs que são a base da sociedade, também leva a empresa a criar a ideia de que isso é errado, criminalizando os mais pobres pelo simples pato de existirem e isso leva os trabalhadores a lutarem contra os trabalhadores. O filme termina com a volta do “Grande Soldador” ao poder, um cara menos pior, mas que também nunca trabalhou para de fato melhorar o sistema, ele é um homem que se sustenta pela ideia que vende, não pela verdade que aplica. Um filme com um bom desenvolvimento, mas com um final fraco.
Nota: Manivela o maior ícone pop contemporâneo/10.
Review Labirinto do Fauno — (Lavagirl e Sharkboy versão séria)
Que filme bonito! Dá para sentir a melancolia e tensão até nos momentos com a iluminação alaranjada (se é que faz sentido isso que tô falando kk), menos o final quando Ofélia volta ao seu antigo reino como Moana, parece um pouco mais vibrante e vivido.
Gostei muito da Ofélia, da nitidez de como ela muda o comportamento frente às diversas adversidades; com Vidal, ela é quieta e retraída, com a mãe é mais alegre e com Mercedes e as outras moças da cozinha ela é mais aberta e curiosa.
Com o Fauno e as outras criaturas mágicas acontece a mesma coisa, com ele, ela era mais tímida e temorosa, mas com as fadas era alegre, com o sapo corajosa, com o Tanome (Homem Pálido), foi esperta, mesmo que eu tenha ficado bolado por conta das uvas, mas ela ficou sem comida por conta do vestido.
Capitão Vidal é um homem pequeno, perseguido pela sombra do seu pai, um homem que, pelo que dá a entender, também era um soldado que acreditava que o medo é igual a respeito, de que é um método seguro de obter a glória que ele acha que ele e seu falecido pai merecem.
Mas sempre existirão pessoas que não sentem medo, logo não existe o respeito. Ou até mesmo pessoas que enfrentam seus medos, como Mercedez, que foi a principal vertente para a derrota de Vidal.
A história termina com mais tristezas do que alegrias, guerras têm esse sintoma mesmo ao cessar, ela deixa um gosto amargo na boca, e esse filme acaba assim com a morte de Ofélia, que morreu ao não seguir cegamente as ordens do Fauno, e Vidal morre após matar Ofélia pedindo que seu filho soubesse o horário que seu pai morreu, pedido negado por Mercedes e o exército revolucionário. E, ao final, Ofélia volta ao reino Subterrâneo. Digo que acabou com mais tristezas do que alegrias, por Ofélia ainda ter morrido ao final, deixando as cicatrizes de sua vida para trás, uma amiga e um irmão, sendo a morte o rito final para sua recompensa.
Gostei de como a parte mágica é trabalhada, não é um universo infantil, tão pouco inocente, o Homem Pálido é assustador e usa da fome da pequena Ofélia para atacá-la e matar as fadas. E o Fauno, com aquela dualidade, não me passou muita confiança.
Sobre a fantasia ser real ou não, será que importa? Foi o que manteve Ofélia viva e esperançosa por um tempo, e foi o que nos aliviou em certo nível no final da história. E a sua morte não será o final de sua vida, ela será eterna na vida das criaturas, na vida de Mercedes e seu irmão, e tão importante quanto, será eterna na nossa.
Estoico é simplesmente o MAIOR personagem. Impressionante como, ao decorrer do filme, vamos vendo as diversas facetas desse personagem, que, no seu modo bruto de agir, encontra um jeito sensível de amar. Seu filho mostra um mundo novo, ele se adapta, seu filho foge, ele o busca, seu filho corre risco, ele o salva. Afinal… um líder nunca abandona os seus. Sinto que esse filme é menos sobre o Soluço e mais sobre o seu entorno, como de fato ele mudou as pessoas e como isso, no final, o torna um bom líder. Vemos alguém que põe medo até em Estoico, mas que não assusta Soluço, que acredita que ele e seu laço com os dragões podem mudar a visão de Drago Sanguebravo, o qual é o contraponto de Soluço. Um cria laços para libertar e outro cria laços para controlar. Terminamos com uma vitória amarga, dois líderes morrem aqui, defendendo aqueles que confiavam neles e precisavam deles, em que aquele que tem o coração mais puro é usado como arma. No final, soluço vence, mas é uma vitória cinzenta. E agora resta a ele descobrir qual caminho seguir, um homem pequeno, com um coração poderoso.
“Mesmo que esteja escuro pelas explosões, ainda dá para ver o céu, dá para ver o mar. Afinal, aqui não é o inferno!”
Nota: “você está tão linda quanto no dia em que te perdi”/10.
Na falsa ideia de coragem, enchemos quem confia na gente com medo real. E na real coragem abrimos um mundo novo para todos.
Filme LINDO, tanto em animação enredo e história, soluço carrega o peso da rejeição de não ser como seu destemido pai Estoico, um homem sensível que também carrega o fardo de ser o mais destemido, o que o afasta de seu filho. Soluço não quer caçar dragões, ele não é um Viking (místico), ele é pequeno e "frágil", mas que provar para os outros (e em dado momento mente querer provar para si mesmo) que é capaz de matar um dragão, e em dada noite ele acaba capturando um, mas não qualquer dragão, era o que todos mais temiam só de ouvir seu som cortando o ar, um Fúria da Noite. Ao encontrar Banguela, seu mundo muda, ele vê naquele que todos temiam, medo, fragilidade, consciência e inteligência, e juntos eles aprendem que nenhum deles é ruim, apenas estão protegendo suas perspectivas de mundo. E nesse encontro eles mudam tudo, um dragão que aprende a ser cuidado e ensina sobre sua espécie, e um humano que aprende sobre si, e pro consequência seu pai que aprende ter coragem de dizer o que sente para seu filho. A coragem de sermos quem somos e de aprendermos com quem amamos muda o mundo, mesmo que seja só o nosso, que não é o caso KEKEKEKE.
“Amar é o melhor jeito de ter; ter é o pior jeito de amar” Acho que exemplifica boa parte do documentário; fiquei um pouco perdido com os relatos de traições haha. Um documentário sobre o amor, na visão das simples pessoas. Amar é brega no estilo mais belo que só o Brasil consegue dar à palavra.
Me lembrou o jogo Florence (alguém que entra em nossa vida e, sem que a gente perceba, muda ele).
Desde o momento em que Anna entra na livraria de William, dá para sentir a tensão entre eles, os olhares, ele querer se mostrar mais prestativo e tudo mais.
Depois a história vai se desenrolando, ela uma atriz mundialmente conhecida e ele um cara comum, cuja mãe esquece do nome às vezes, kekek. Ela é incapaz de se abrir totalmente para ele e ele é tão deslumbrado que deixa muita coisa passar. Mas ainda assim foi divertido ver eles apaixonados aprendendo a amar um ao outro, de um lado uma mulher superfamosa e que desde muito nova precisa trabalhar para agradar a mídia, que conquistou um rapaz pelo simples fato de ser quem é, e do outro lado um homem que ninguém sabe quem é, que conquistou uma moça que todos os olhos do mundo viam, mas que só os dele a enxergam. Um gosta da simplicidade da vida, das conexões sem expectativas, e um tem de aprender a viver o mundo do outro. Quando dois mundos distintos se encontram, eles criam um novo.
Um filme que, talvez à primeira vista, pode passar a sensação de disputa de qual amor tem maior valor.
Luke — O grande amor da vida de Joan, um amor intenso, bonito, quase idealizado, que todos à volta deles gostariam que desse certo, mas foi tomado pela morte e esperou por 67 anos uma segunda chance.
Larry — O amor duradouro, que enfrentou o dia a dia, a criação dos filhos, uma doença e respeitou a decisão de Joan de não contar para a família.
No meio disso, Joan foi jogada no meio disso e obrigada a fazer uma escolha entre Luke, Larry ou seguir sozinha para uma nova vida. Com a ajuda de dois CPMs, Anna e Ryan, ela tenta decidir como seguir sua eternidade e assim vemos como ela nutriu amores muito distintos sobre os dois, pois suas personalidades são quase opostas. Luke é um homem amável, bonito e mais palatável socialmente falando, já Larry é um homem rabugento, que, segundo Joan, ama reclamar. E Joan é uma mulher cheia de vida, linda e ama surpresas. Agora ambos os pares têm que conhecer uma Joan que não conheceram, Larry conhecer sua esposa vivendo com seu primeiro marido, e Luke conhecer a Joan que viveu, que tem marcas e momentos que não podem ser deixados para trás.
Para mim, esse filme mostra que o amor, assim como nós, é feito de momentos, um movimento contínuo.
Acho bonito a forma como eles encaram a eternidade. Luke espera Joan pela eternidade, Joan escolhe Luke quando Larry percebe que o momento mais feliz da vida dela não foi com ele, e Larry não escolhe uma eternidade depois que Joan vai embora, pois não existe felicidade eterna sem ela.
A meu ver, eu queria ter visto ela indo viver uma nova vida sozinha, mas achei muito foda ela ter visto e mostrado para a gente o amor que ela e Larry viveram, porra, ele ajudou ela a recuperar o sorriso que tinha antes de perder o Luke. Espero que o Luke viva uma vida linda, porque ele é um cara muito bondoso, mas ele dizer para ela que não gostava de ouvir sobre os filhos dela me pegou um pouco.
Review sobre a saga toda, isso é a definição de obra de arte, APENAS. Um careca que tem dois visuais regata preta ou branca (fora o traje lendário a regata de firma ou jeans); um ex policial que as primeras vezes que aparece pensa somente com o pau; um negro careca; um negro da técnologia; um asiático; a mulher maravilha; irmãos dominicanos; a letty; um careca policial e um careca britanico. Simplesmente a fórmula das meninas superpoderosas!
Adorei a temática Jetsons/Família do Futuro. Simplesmente um dos melhores filmes, desse que é um dos meus grupos de heróis favoritos. Muito sábia a escolha de não mostrar a história de origem pela milésima vez. Pedrito trouxe uma representação FODA do Reed, um homem metódico, inteligente e esperto, e mesmo assim conseguiu transparecer o lado humano, o lado paterno, um pai com medo, um homem que abriu mão de tanto para ajudar o mundo, que quando precisou, o mundo abriu mão da energia para ajudá-lo. A Sue foi minha personagem favorita nessa versão, trouxe o lado mais forte da personagem, não só na luta, como também na hora da diplomacia e empatia. Uma mãe que não vai abrir mão do seu filho e também não está disposta a abrir mão do seu planeta, pedindo ajuda do seu povo, até mesmo dos seus inimigos. Johnny foi refeito de forma sutil, mas importante, ele não é mais um mulherengo famoso, ele é uma pessoa inteligente, parte do grupo, decifrou um idioma alienígena que foi crucial para a derrota do Galactus. Ben sempre foi o meu personagem preferido, antigamente por ser um cara irritado que realmente gritava "tá na hora do pau" e agora por representar a complexidade emocional do cara, indo visitar seu bairro de infancia, indo a um templo judeu antes da última batalha, tentando se aproximar das pessoas, sendo um amigo leal e um ótimo padrinho, um homem quase indestrutivel por fora, que não tem medo de mostrar o seu lado mais frágil e complexo. SIMPLESMENTE O MAIORAL. Amei o fato de que o Johnny não ridiculariza a aparência do Ben nesse filme, o formato do corpo dele não o desumaniza. Outra mudança sutil, mas GIGANTE para quem assiste. Galactus foi de arrepiar os cabelos da bunda, senti que a história dele poderia ter sido melhor explicada e por que o Franklin é o salvador dele. Shalla-Bal foi uma adição FODÁSTICA, a rainha imortal de Zenn-La, que nessa história abriu mão de toda sua vida para salvar seu povo e sua filha, coisa mostrada quando ajudou a família a salvar Franklin e o planeta terra. Estou ansioso para o próximo filme com o Dr. Destino 🤩 e viva a feitiçaria cigana! E não posso esquecer do Franklin, quero ver como vai ser a adaptação desse que é um dos seres mais poderosos da Marvel.
Review completamente superficial, pois não manjo quase nada de super-heróis.
Foi espetacular ver o Superman sem aquele peso moral dos últimos filmes feitos pela DC, mas sim algo mais cartunesco, com o Luthor vilão pelo simples fato de ser vilão sem um passado trágico ou coisa do tipo. Trazendo MUITA coisa dos quadrinhos e apresentando vários personagens não muito conhecidos pelo público geral, exemplo o Guy Gardner, ou até o Krypto, que eu mesmo só conhecia pelo desenho que passava no SBT. Heróis por heróis e nada mais, sem levar o peso da “realidade” dos outros, as coisas aparecem porque sim e acontecem porque sim. Divertido, colorido e um abraço para quem gosta do mundo dos quadrinhos mais afundo. Da metade para frente, o filme se perde, muita coisa ao mesmo tempo, todas com muito peso, terra ruindo, países entrando em guerra por pessoas poderosas que estão cagando e andando para vidas e tudo tem de ser resolvido ao mesmo tempo. Fuga da cadeia, apresentação de personagens para a Gangue da Justiça e aparição da Supergirl no final meio jogado, muita bagunça ao mesmo tempo, kkkk!
Nota: Bololo Haha de Heróis/10.
Este site usa cookies para oferecer a melhor experiência possível. Ao navegar em nosso site, você concorda com o uso de cookies.
Se você precisar de mais informações e / ou não quiser que os cookies sejam colocados ao usar o site, visite a página da Política de Privacidade
Filantrópica
3.9 12Que filme louco, kkkkk
Tem um véio tarado pela professora, que fica tarado pela irmã de um aluno e isso faz ele virar um pedinte profissional.
Gostei de como ele transita entre uma leve lucidez e a esquisitice completa. Akakakkakakak.
O filme aborda de algum modo o que vemos às vezes nos dias de hoje a venda da “miséria”, e ele tratar isso como um produto palpável, tendo uma empresa laranja por trás onde se repassam porcentagens como um tráfico de chantagens emocionais muito legal.
Infelizmente, não tenho bagagem histórica para entender todas as críticas ao país que tiveram durante o filme, mas ainda foi uma grata surpresa.
Tráfico de mendigagem/10.
Homem-Aranha: Através do Aranhaverso
4.3 564 Assista AgoraReview Homem-Aranha Através do Aranhaverso.
Gosto muito dessa sequência, particularmente é um dos temas que eu mais gosto de ver sobre, não heróis, mas o humano, não como espécie, mas, como aquilo que atribuímos ao mundo como sendo nosso, sentimentos, racionalidade e afins, e em quase todas as minhas reviews eu levo isso em consideração.
E tudo nesse filme é extremamente humano, Miles, a família Morales, Gwen e seu pai, Peter e sua filha e os outros aranhas.
Nesse filme é mais explorado a relação que entre Miles e o manto de aranha, e o peso que esse pedaço de pano pode carregar, Miles é muito próximo de seus pais, ele confia 100% neles, mas ainda existe aquele distanciamento natural, afinal, confiança e conforto nem sempre andam juntos, coisa que ele tinha com o Tio Aaron e depois com Peter e Gwen (principalmente com ela), coisa que infelizmente é quebrado de maneira dura, e o distanciamento com seus pais aumenta ainda mais com o apreço que ele cria em ser o Homem-Aranha, mas, ele ainda é uma criança de 15 anos, acho linda a forma como o pai de Miles fala dele, o amor que ele carrega, e como isso é palpável nas cenas, como a do brinde em que se é perceptível o peso da ausência de Miles, para que exista a presença do Homem-Aranha.
Sinto que os aranhas do primeiro filme traumatizaram ele, que sabe que pode contar para os seus pais, mas tem medo de não ser aceito, deixar de ser o Miles que seus pais conhecem, e isso se intensifica com a volta da Gwen.
Miguel é o medo do inevitável, fez a cagada igual o rei do crime agora quer ser o empata foda de todo mundo, com esse “canônico” dele, baseado somente nas aranhas, o dia que ele sair de casa um pouco ele vai explodir KKK.
Fala de proteger o cânon, sendo que ele interferir já altera o fato, agora se o universo some por ele estar lá, por que o de Miles não? Qual o sentido do universo ser apagado e não apagar a anomalia?
E esse medo e falso moralismo dele cega a Gwen, que, pelo medo de voltar ao seu universo e encarar seu pai, porque ela pede para ser vista como filha, mas inicialmente não teve coragem de encará-lo como pai, coisa que muda quando ela descobre que seu pai saiu do departamento de polícia e que mesmo assim seu mundo não se apagou, e quando ela o encara, vê que ele está disposto a manter a ponte entre eles.
Como ela lida com tudo me despertou sentimentos bons e ruins, mas, no geral, eu não a culpo, afinal, assim como o Miles, ela é somente uma criança, e nesse caso, ela achava que não tinha lugar de apoio e se agarra às meias verdades de Miguel e seu clube do Bolinha. Mas tudo isso muda no final e ela vê que pode sim ajudar quem ela ama.
Os outros aranhas são de uma pau molência do caralho, seguem um Aranha violento e sem limites.
Menos o PUNK, ele é irado!
Nota: VOCÊ É INCRÍVEL/10
Durval Discos
3.7 364Review Durval Discos
Que filme caótico, num sentido maravilhoso, repleto de música e um ritmo frenético interessante para o meu gosto pessoal. Não é documental, não é ação, não é suspense e não é mistério, mas ainda assim tem todas essas temáticas KKKKKK.
No começo, pensei que seria uma crítica à nostalgia e como ela, em certo ponto, nos enrijece para o novo, daí, do nada, vira uma busca frenética por uma empregada, do nada, um plot twist, fiquei completamente embasbacado quando vi a notícia na TV junto de Durval e Dona Carmita.
Com o decorrer do filme, fui ficando cada vez mais agoniado com Dona Carmita, que veia louca do carai kekeekke (Durval, prende essa doida, filho).
Falando na Kiki, gostei muito da relação dela e do Durval, em como ele é todo rabugento, acredito que muito pelo fato de a loja não estar indo bem nos últimos tempos, mesmo assim ele não desconta na Kiki, que simplesmente apareceu do nada na “casinha” da empregada.
Que final agoniante, PQP!
Filmografia impecável, o filme passa vários sentimentos, se passando em praticamente um ambiente só, e com pequenas mudanças esse ambiente imprime uma sensação nova, está sendo uma experiência incrível descobrir o nosso cinema.
Durval deu sorte de Dona Carmita não passar ele também.
Nota: Tem lado A e lado B/10.
O Rei da Feira
1.9 9Review O Rei da Feira
Comédia investigativa legal e cheia de plots (alguns jogados do nada, mas engraçados no geral). Encontrei o filme por acaso no HBO Max e foi uma grata surpresa, tirando o início, que achei meio chato.
Achei o personagem Monarca chato em diversos momentos, o humor de Hassum me incomodou um pouco, nada contra o humor escrachado, mas nesse caso em específico, achei altamente jogado e forçado.
No entanto, os outros personagens são muito carismáticos, principalmente a noiva do Monarca (Consolação) e o Bode, que, na minha opinião, tem um humor muito natural comparado ao todo.
Um assassinato EXTREMAMENTE brasileiro, em um lugar tão nosso, a feira.
Nota: Aroooy/10.
Robôs
3.3 504 Assista AgoraReview Robôs
O filme tece várias críticas, mas as principais na minha visão é o capitalismo e a obsolescência programada, fora ser um ótimo filme sobre consciência de classe, onde um herdeiro quer tornar o sistema de peças sobressalentes obsoleto e vender somente peças novas para obter mais lucro, fazendo com que o rico fique com novas peças e que os pobres com sorte fiquem com peças de segunda mão, marginalizando a base da sociedade.
E traz uma grande crítica a padronização, as peças não definem apenas como eles são, mas também define quem eles são. Os novos diretores/executivos da empresa fomentam padrão estético, segregação socioeconômica e fada uma classe social inteira a miséria. Rodney ao criar um mercado paralelo para ajudar esses robôs que são a base da sociedade, também leva a empresa a criar a ideia de que isso é errado, criminalizando os mais pobres pelo simples pato de existirem e isso leva os trabalhadores a lutarem contra os trabalhadores.
O filme termina com a volta do “Grande Soldador” ao poder, um cara menos pior, mas que também nunca trabalhou para de fato melhorar o sistema, ele é um homem que se sustenta pela ideia que vende, não pela verdade que aplica.
Um filme com um bom desenvolvimento, mas com um final fraco.
Nota: Manivela o maior ícone pop contemporâneo/10.
O Labirinto do Fauno
4.2 2,9K Assista AgoraReview Labirinto do Fauno — (Lavagirl e Sharkboy versão séria)
Que filme bonito! Dá para sentir a melancolia e tensão até nos momentos com a iluminação alaranjada (se é que faz sentido isso que tô falando kk), menos o final quando Ofélia volta ao seu antigo reino como Moana, parece um pouco mais vibrante e vivido.
Gostei muito da Ofélia, da nitidez de como ela muda o comportamento frente às diversas adversidades; com Vidal, ela é quieta e retraída, com a mãe é mais alegre e com Mercedes e as outras moças da cozinha ela é mais aberta e curiosa.
Com o Fauno e as outras criaturas mágicas acontece a mesma coisa, com ele, ela era mais tímida e temorosa, mas com as fadas era alegre, com o sapo corajosa, com o Tanome (Homem Pálido), foi esperta, mesmo que eu tenha ficado bolado por conta das uvas, mas ela ficou sem comida por conta do vestido.
Capitão Vidal é um homem pequeno, perseguido pela sombra do seu pai, um homem que, pelo que dá a entender, também era um soldado que acreditava que o medo é igual a respeito, de que é um método seguro de obter a glória que ele acha que ele e seu falecido pai merecem.
Mas sempre existirão pessoas que não sentem medo, logo não existe o respeito. Ou até mesmo pessoas que enfrentam seus medos, como Mercedez, que foi a principal vertente para a derrota de Vidal.
A história termina com mais tristezas do que alegrias, guerras têm esse sintoma mesmo ao cessar, ela deixa um gosto amargo na boca, e esse filme acaba assim com a morte de Ofélia, que morreu ao não seguir cegamente as ordens do Fauno, e Vidal morre após matar Ofélia pedindo que seu filho soubesse o horário que seu pai morreu, pedido negado por Mercedes e o exército revolucionário. E, ao final, Ofélia volta ao reino Subterrâneo. Digo que acabou com mais tristezas do que alegrias, por Ofélia ainda ter morrido ao final, deixando as cicatrizes de sua vida para trás, uma amiga e um irmão, sendo a morte o rito final para sua recompensa.
Gostei de como a parte mágica é trabalhada, não é um universo infantil, tão pouco inocente, o Homem Pálido é assustador e usa da fome da pequena Ofélia para atacá-la e matar as fadas. E o Fauno, com aquela dualidade, não me passou muita confiança.
Sobre a fantasia ser real ou não, será que importa? Foi o que manteve Ofélia viva e esperançosa por um tempo, e foi o que nos aliviou em certo nível no final da história. E a sua morte não será o final de sua vida, ela será eterna na vida das criaturas, na vida de Mercedes e seu irmão, e tão importante quanto, será eterna na nossa.
Como Treinar o seu Dragão 2
4.1 1,4K Assista AgoraReview — Como Treinar o Seu Dragão 2
Estoico é simplesmente o MAIOR personagem. Impressionante como, ao decorrer do filme, vamos vendo as diversas facetas desse personagem, que, no seu modo bruto de agir, encontra um jeito sensível de amar. Seu filho mostra um mundo novo, ele se adapta, seu filho foge, ele o busca, seu filho corre risco, ele o salva. Afinal… um líder nunca abandona os seus.
Sinto que esse filme é menos sobre o Soluço e mais sobre o seu entorno, como de fato ele mudou as pessoas e como isso, no final, o torna um bom líder.
Vemos alguém que põe medo até em Estoico, mas que não assusta Soluço, que acredita que ele e seu laço com os dragões podem mudar a visão de Drago Sanguebravo, o qual é o contraponto de Soluço.
Um cria laços para libertar e outro cria laços para controlar.
Terminamos com uma vitória amarga, dois líderes morrem aqui, defendendo aqueles que confiavam neles e precisavam deles, em que aquele que tem o coração mais puro é usado como arma. No final, soluço vence, mas é uma vitória cinzenta. E agora resta a ele descobrir qual caminho seguir, um homem pequeno, com um coração poderoso.
“Mesmo que esteja escuro pelas explosões, ainda dá para ver o céu, dá para ver o mar. Afinal, aqui não é o inferno!”
Nota: “você está tão linda quanto no dia em que te perdi”/10.
Como Treinar o seu Dragão
4.2 2,4K Assista AgoraReview - Como Treinar o seu Dragão
Na falsa ideia de coragem, enchemos quem confia na gente com medo real.
E na real coragem abrimos um mundo novo para todos.
Filme LINDO, tanto em animação enredo e história, soluço carrega o peso da rejeição de não ser como seu destemido pai Estoico, um homem sensível que também carrega o fardo de ser o mais destemido,
o que o afasta de seu filho.
Soluço não quer caçar dragões, ele não é um Viking (místico), ele é pequeno e "frágil", mas que provar para os outros (e em dado momento mente querer provar para si mesmo) que é capaz de matar um dragão,
e em dada noite ele acaba capturando um, mas não qualquer dragão, era o que todos mais temiam só de ouvir seu som cortando o ar, um Fúria da Noite.
Ao encontrar Banguela, seu mundo muda, ele vê naquele que todos temiam, medo, fragilidade, consciência e inteligência, e juntos eles aprendem que nenhum deles é ruim, apenas estão protegendo suas perspectivas de mundo.
E nesse encontro eles mudam tudo, um dragão que aprende a ser cuidado e ensina sobre sua espécie, e um humano que aprende sobre si, e pro consequência seu pai que aprende ter coragem de dizer o que sente para seu filho.
A coragem de sermos quem somos e de aprendermos com quem amamos muda o mundo, mesmo que seja só o nosso, que não é o caso KEKEKEKE.
Nota: Dragões são gatos alados/10.
Vou Rifar Meu Coração
4.1 223“Amar é o melhor jeito de ter; ter é o pior jeito de amar”
Acho que exemplifica boa parte do documentário; fiquei um pouco perdido com os relatos de traições haha.
Um documentário sobre o amor, na visão das simples pessoas. Amar é brega no estilo mais belo que só o Brasil consegue dar à palavra.
Como Mágica
3.9 115 Assista AgoraPlot atrás de plot, ABSURDOO!!!
Um Lugar Chamado Notting Hill
3.6 1,4K Assista AgoraReview — Notting Hill
Me lembrou o jogo Florence (alguém que entra em nossa vida e, sem que a gente perceba, muda ele).
Desde o momento em que Anna entra na livraria de William, dá para sentir a tensão entre eles, os olhares, ele querer se mostrar mais prestativo e tudo mais.
Depois a história vai se desenrolando, ela uma atriz mundialmente conhecida e ele um cara comum, cuja mãe esquece do nome às vezes, kekek. Ela é incapaz de se abrir totalmente para ele e ele é tão deslumbrado que deixa muita coisa passar.
Mas ainda assim foi divertido ver eles apaixonados aprendendo a amar um ao outro, de um lado uma mulher superfamosa e que desde muito nova precisa trabalhar para agradar a mídia, que conquistou um rapaz pelo simples fato de ser quem é, e do outro lado um homem que ninguém sabe quem é, que conquistou uma moça que todos os olhos do mundo viam, mas que só os dele a enxergam.
Um gosta da simplicidade da vida, das conexões sem expectativas, e um tem de aprender a viver o mundo do outro. Quando dois mundos distintos se encontram, eles criam um novo.
Nota: Cabra tocando violoncelo/10.
Eternidade
3.5 179 Assista AgoraUm filme que, talvez à primeira vista, pode passar a sensação de disputa de qual amor tem maior valor.
Luke — O grande amor da vida de Joan, um amor intenso, bonito, quase idealizado, que todos à volta deles gostariam que desse certo, mas foi tomado pela morte e esperou por 67 anos uma segunda chance.
Larry — O amor duradouro, que enfrentou o dia a dia, a criação dos filhos, uma doença e respeitou a decisão de Joan de não contar para a família.
No meio disso, Joan foi jogada no meio disso e obrigada a fazer uma escolha entre Luke, Larry ou seguir sozinha para uma nova vida.
Com a ajuda de dois CPMs, Anna e Ryan, ela tenta decidir como seguir sua eternidade e assim vemos como ela nutriu amores muito distintos sobre os dois, pois suas personalidades são quase opostas. Luke é um homem amável, bonito e mais palatável socialmente falando, já Larry é um homem rabugento, que, segundo Joan, ama reclamar. E Joan é uma mulher cheia de vida, linda e ama surpresas. Agora ambos os pares têm que conhecer uma Joan que não conheceram, Larry conhecer sua esposa vivendo com seu primeiro marido, e Luke conhecer a Joan que viveu, que tem marcas e momentos que não podem ser deixados para trás.
Para mim, esse filme mostra que o amor, assim como nós, é feito de momentos, um movimento contínuo.
Acho bonito a forma como eles encaram a eternidade. Luke espera Joan pela eternidade, Joan escolhe Luke quando Larry percebe que o momento mais feliz da vida dela não foi com ele, e Larry não escolhe uma eternidade depois que Joan vai embora, pois não existe felicidade eterna sem ela.
A meu ver, eu queria ter visto ela indo viver uma nova vida sozinha, mas achei muito foda ela ter visto e mostrado para a gente o amor que ela e Larry viveram, porra, ele ajudou ela a recuperar o sorriso que tinha antes de perder o Luke.
Espero que o Luke viva uma vida linda, porque ele é um cara muito bondoso, mas ele dizer para ela que não gostava de ouvir sobre os filhos dela me pegou um pouco.
Nota: Joan bêbada com a vizinha chata/10.
Velozes e Furiosos 10
3.0 326 Assista AgoraReview sobre a saga toda, isso é a definição de obra de arte, APENAS.
Um careca que tem dois visuais regata preta ou branca (fora o traje lendário a regata de firma ou jeans); um ex policial que as primeras vezes que aparece pensa somente com o pau; um negro careca; um negro da técnologia; um asiático; a mulher maravilha; irmãos dominicanos; a letty; um careca policial e um careca britanico.
Simplesmente a fórmula das meninas superpoderosas!
Quarteto Fantástico: Primeiros Passos
3.4 566 Assista AgoraAdorei a temática Jetsons/Família do Futuro.
Simplesmente um dos melhores filmes, desse que é um dos meus grupos de heróis favoritos.
Muito sábia a escolha de não mostrar a história de origem pela milésima vez.
Pedrito trouxe uma representação FODA do Reed, um homem metódico, inteligente e esperto, e mesmo assim conseguiu transparecer o lado humano, o lado paterno, um pai com medo, um homem que abriu mão de tanto para ajudar o mundo, que quando precisou, o mundo abriu mão da energia para ajudá-lo.
A Sue foi minha personagem favorita nessa versão, trouxe o lado mais forte da personagem, não só na luta, como também na hora da diplomacia e empatia. Uma mãe que não vai abrir mão do seu filho e também não está disposta a abrir mão do seu planeta, pedindo ajuda do seu povo, até mesmo dos seus inimigos.
Johnny foi refeito de forma sutil, mas importante, ele não é mais um mulherengo famoso, ele é uma pessoa inteligente, parte do grupo, decifrou um idioma alienígena que foi crucial para a derrota do Galactus.
Ben sempre foi o meu personagem preferido, antigamente por ser um cara irritado que realmente gritava "tá na hora do pau" e agora por representar a complexidade emocional do cara, indo visitar seu bairro de infancia, indo a um templo judeu antes da última batalha, tentando se aproximar das pessoas, sendo um amigo leal e um ótimo padrinho, um homem quase indestrutivel por fora, que não tem medo de mostrar o seu lado mais frágil e complexo. SIMPLESMENTE O MAIORAL.
Amei o fato de que o Johnny não ridiculariza a aparência do Ben nesse filme, o formato do corpo dele não o desumaniza. Outra mudança sutil, mas GIGANTE para quem assiste.
Galactus foi de arrepiar os cabelos da bunda, senti que a história dele poderia ter sido melhor explicada e por que o Franklin é o salvador dele.
Shalla-Bal foi uma adição FODÁSTICA, a rainha imortal de Zenn-La, que nessa história abriu mão de toda sua vida para salvar seu povo e sua filha, coisa mostrada quando ajudou a família a salvar Franklin e o planeta terra.
Estou ansioso para o próximo filme com o Dr. Destino 🤩 e viva a feitiçaria cigana! E não posso esquecer do Franklin, quero ver como vai ser a adaptação desse que é um dos seres mais poderosos da Marvel.
Superman
3.6 934 Assista AgoraReview completamente superficial, pois não manjo quase nada de super-heróis.
Foi espetacular ver o Superman sem aquele peso moral dos últimos filmes feitos pela DC, mas sim algo mais cartunesco, com o Luthor vilão pelo simples fato de ser vilão sem um passado trágico ou coisa do tipo.
Trazendo MUITA coisa dos quadrinhos e apresentando vários personagens não muito conhecidos pelo público geral, exemplo o Guy Gardner, ou até o Krypto, que eu mesmo só conhecia pelo desenho que passava no SBT.
Heróis por heróis e nada mais, sem levar o peso da “realidade” dos outros, as coisas aparecem porque sim e acontecem porque sim.
Divertido, colorido e um abraço para quem gosta do mundo dos quadrinhos mais afundo.
Da metade para frente, o filme se perde, muita coisa ao mesmo tempo, todas com muito peso, terra ruindo, países entrando em guerra por pessoas poderosas que estão cagando e andando para vidas e tudo tem de ser resolvido ao mesmo tempo.
Fuga da cadeia, apresentação de personagens para a Gangue da Justiça e aparição da Supergirl no final meio jogado, muita bagunça ao mesmo tempo, kkkk!
Nota:
Bololo Haha de Heróis/10.