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O Oscar 2017 está logo aí e teremos o nosso tradicional BOLÃO DO OSCAR FILMOW!
Serão 3 vencedores no Bolão com prêmios da loja Chico Rei para os três participantes que mais acertarem nas categorias da premiação. (O 1º lugar vai ganhar um kit da Chico Rei com 01 camiseta + 01 caneca + 01 almofada; o 2º lugar 01 camiseta da Chico Rei; e o 3º lugar 01 almofada da Chico Rei.)
Vem participar da brincadeira com a gente, acesse https://filmow.com/bolao-do-oscar/ para votar.
Boa sorte! :)
* Lembrando que faremos uma transmissão ao vivo via Facebook e Youtube da Casa Filmow na noite da cerimônia, dia 26 de fevereiro. Confirme presença no evento https://www.facebook.com/events/250416102068445/
haha, obrigada!!
Oi, o q vc acha de ir ver Sombras da Noite no cine semana que vem, hein? ;)
Doido ver como a série desperta percepções múltiplas, sinal que ela não é simples nem mastigada como alguns gostam. Um ponto importante é que ela tá discutindo justamente os limites entre individualidade e sociedade, demonstrando que nenhum deles é absoluto. A Carol (maior Karen que temos) é uma clara alegoria aos EUA, ela acha que é uma individualidade total..mas não é, é a representação da mente coletiva estadunidense buscando preservar seu modo de vida a todo custo. O cara da Mauritânia, que fala francês ao estilo França perfeitamente, é o puro suco do que Fanon explica sobre como o colonizado busca se parecer com o colonizador (leiam peles negras máscara brancas). A menina do Peru, já vive em coletividade, sem a noção de individuo da Carol, por isso aceita mais facilmente a integração. O cara do Paraguai, sul global não atoa, sofre na pele para alcançar seu objetivos. Eles são mais que pessoas imersas numa trama, eles são representações de mentes coletivas ao redor do mundo e isso importa mto pra compreensão do que a série tá tentando debater. Outro ponto e que pra mim foi sagaz, são os carros utilizados pelos personagens...que brilhante alegoria. Em dado momento a Carol dirige um carro de polícia mano...isso diz demais. A série não tem vilão nem mocinho, tem alegoria em cima de alegoria e individualidade é uma premissa claramente em disputa.