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A grande Sophia Loren e Ibrahima Gueye, estão perfeitos em seus respectivos papéis. Os diálogos entre eles são dignos de nota. O prazer que sentimos ao assistir os dois atores inspirarem um ao outro para a grandeza desse filme.
Quase todo mundo tem seu tempo para brilhar, mas ninguém brilha como os protagonistas, com uma Sophia Loren de arrepiar, sendo intrigante e às vezes comovente em seu retrato adequado, mas humanamente vulnerável de uma mulher que já comeu o pão que o diabo amassou, mas sua compaixão pela vida é que faz dela ou de qualquer pessoa um verdadeiro ser humano importante em sua passagem pela vida e aqui nessa belo mundo chamado de Terra.
Últimos recados
Oi Fe
Eu gosto demais desses filmes exagerados dos anos 80, mas esse é rápido e na medida certa, esse filme consegue ter um clima sombrio e um visual estiloso ao mesmo tempo. Mesmo eu não tendo nascido na época me fez sentir as sensações daquela época dos anos 80 e querer ter feito parte daquele momento.
O mocinho do filme o então belíssimo Jason Patric está excelente (embora em outros filmes em que vi ele, achei até algumas vezes meio canastrão), mas aqui ele está muito, muito bem, mas quem rouba a cena pra variar é Kiefer Sutherland (da série que eu adoro 24 Horas), o cara manda muito bem, junto com Brooke McCarter (que tem a melhor cena de morte do filme), são os mais estilosos, mas Sutherland, Patric, McCarter, Corey Haim, Billy Wirth e Alex Winter, dominam o filme.
Apesar do filme passar numa espécie de cidade do interior, os habitantes parecem estar livres como em São Paulo, tem góticos, punks, darks, gente de rua, drugs e afins.
Ver crianças resolvendo mistérios tão complexos em filmes, geralmente é chato e forçado demais, mas não aqui o carismático e saudoso Corey Haim manda muito bem e os apenas corretos Corey Feldman e Jamison Newlander não fazem feio.
Na maioria das vezes terror e comédia num filme de terror tende a ser chato demais, mas como em Um Lobisomem Americano em Londres (1981), tudo se encaixa perfeito, tudo tem um bom equilibro.
O tom homoerótico do filme entre Kiefer Sutherland e Jason Patric é latente, os olhares demorados trocados entre Michael (Jason Patric) e o líder dos vampiros, Kiefer Sutherland é nítido, enquanto a personagem de Jamie Gertz fica sobrando é inegável, além disso, a gangue de vampiros liderada por Sutherland mais parece uma boy band dos anos 1990, e todos eles também trocam olhares lascivos constantemente, mas aqui não causam desconforto.
O fato de o filme funcionar tão bem é uma prova da sensibilidade pop de Schumacher, seu design de produção inteligente e uma trilha sonora icônica — a versão de Echo & the Bunnymen de People Are Strange é uma maneira majestosa de começar um filme, mas toda a trilha é excelente como a inesquecível Cry Little Sister.