Últimas opiniões enviadas
Revendo consigo perceber que a interpretação de Dustin Hoffman, também a forma como a cara do autismo mudou nas últimas décadas, é um pouco caricata. O filme simplifica e organiza comportamento autista para torná-lo legível ao público. Raymond vira uma figura que representa o autismo para o grande público, e isso inevitavelmente achata a complexidade real.
Gosto do filme, mas não acho a atuação da Jennifer Lawrence tão interessante quanto o papel que escreveram pra ela. Em minha opinião eu acho que é mais fácil ser reconhecido por uma boa atuação quando o papel age fora da curva e mais difícil fazer algo como a Fernanda fez em Ainda estou aqui. O tédio que ela transmite na atuação é tão estereotipado (e as vezes excessivo) que não me convence. O Robert interpreta muito melhor, na minha opinião. No geral é um filme bom, poderia ter pesado menos em algumas coisas...
Últimos recados
Olha ele por aqui. Kkkk
O Oscar 2017 está logo aí e teremos o nosso tradicional BOLÃO DO OSCAR FILMOW!
Serão 3 vencedores no Bolão com prêmios da loja Chico Rei para os três participantes que mais acertarem nas categorias da premiação. (O 1º lugar vai ganhar um kit da Chico Rei com 01 camiseta + 01 caneca + 01 almofada; o 2º lugar 01 camiseta da Chico Rei; e o 3º lugar 01 almofada da Chico Rei.)
Vem participar da brincadeira com a gente, acesse https://filmow.com/bolao-do-oscar/ para votar.
Boa sorte! :)
* Lembrando que faremos uma transmissão ao vivo via Facebook e Youtube da Casa Filmow na noite da cerimônia, dia 26 de fevereiro. Confirme presença no evento https://www.facebook.com/events/250416102068445/
Olá Marcelle. Gosta de história também? Haha. É este o documentário; https://www.youtube.com/watch?v=xpiAQRqVZtQ
Reassisti com um olhar mais crítico. Miranda é uma cretina, né? Um retrato dos chefes dentro do regime capitalista: narcisista, assediadora, uma pessoa que só se importa consigo mesma (não é à toa que termina só, sem a assistente, sem marido...). Me incomoda reassistir e saber que ri de algumas cenas como a do manuscrito de Harry Potter, que é um assedio absurdo. Me parece que a Andy Sachs experimenta um mundo do qual ela não quer fazer parte, algo que ela recusa ao final, depois de atravessar o seu limite. É uma boa sessão da tarde que termina com tons moralizantes do tipo "nunca perca a sua essência, a sua bondade"... mas ela, aposto, sai transformada, mais quebrada do que qualquer outra coisa...