Ronildo Nóbrega
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(🇧🇷 BRA)
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Baseado em 0 avaliações em comum


Últimas opiniões enviadas

Ronildo Nóbrega
½
1 semana atrás

Genial. Para todos aqueles(as) obcecados por controle... a vida sempre escapa! É poética demais essa série.

Ronildo Nóbrega
½
1 mês atrás

Filme sobre término/ruptura, não necessariamente da relação do casal que recebe os vizinhos para um jantar (e o fim do filme não nos entrega uma resposta definitiva, às vezes ele parece um recomeço), mas de uma forma de se relacionar deles que (já) não se sustentava; ela, super controladora, não consegue ter empatia pelo marido e este, por sua vez, parece ter se conformado com a vida medíocre que ambos levavam.

O convite é menos sobre sexo e mais sobre a abertura para romper com o que (já) não se sustenta, com a repetição mortífera em que se enroscaram o casa... o ressentimento que ambos carregam como uma pedra, nossa... é terrível... a mulher controladora acha que o problema é falta de sexo, mas não é... era ressentimento, falta de escuta mútua.

Gosto como a diretora explora a ideia de aprisionamento. Tudo acontece num apartamento "grande" que mais parece uma prisão, onde gritos se sobrepõe (e nós também somos convidados a não-entender), onde ambos perderam a capacidade de dialogar, onde tudo dá errado... é curioso como o espanhol aparece também no filme, como uma língua que o outro casal, aparentemente feliz, consegue falar e os protagonistas não...

É uma lição sobre as relações e, principalmente, sobre o casamento. O que fazer quando toda a escuta/cumplicidade que existiu outrora dá lugar apenas ao desentendimento total? Terminar? Tocar uma música? “By Your Side”, da Sade, é a cereja do bolo porque fala disso; "you think I'd leave your side, baby, you know me better than that"... sobre permanecer ao lado de alguém nos momentos difíceis, quando houver medo, solidão ou sofrimento.

Ronildo Nóbrega
1 mês atrás

Reassisti. É ao mesmo tempo incrível e extremamente desconfortável como Trier representa a violência. Eu acho, na realidade, que ele constrói uma estética da violência; e como ela é burra e desprovida do outro, né? Jack (que em inglês significa macaco e, o que fazem os macacos senão levantar algo?) se acha o "fodão", constrói toda uma teoria sobre o porque de assassinar todas aquelas pessoas enquanto não cessa de dizer para si mesmo o quão é genial, sendo que não, ele nem sabe identificar o que é uma bala "full metal"... mas é isso que é a violência, física ou simbólica, é anular o outro, espancando-o ou reduzindo-o a nada.

Há uma camada que me incomoda nos filmes dele, mas ainda não sei formular. As mulheres são sempre diminuídas, ingênuas, passíveis de ser agredidas... não sei, preciso ver os outros para confirmar.

  • Filmow 1 semana atrás

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    Bons filmes!
    Equipe Filmow

  • Filmow 1 semana atrás

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  • Jefferson Souza 7 anos atrás

    Olha ele por aqui. Kkkk