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Se tem uma coisa que eu aprendi vendo filmes de terror, é que a gente nunca deve esperar muita coisa vindo de slashers, mas esse daqui é uma exceção. Ambientado numa pequena e pantanosa cidade de Louisiana e, com uma temática voltada para o voodoo, "Venom", consegue ser original e clichê ao mesmo tempo. Sim, os malditos clichês do gênero estão por toda parte, mas ainda sim ele consegue ser original em alguns momentos. Além do mais, não é todo dia que a gente ver um serial killer perseguindo e esquartejando um grupo de jovens destrambelhados nos pântanos de Louisiana.
Apesar do roteiro meio bosta, a cinebiografia da mãe do neoliberalismo, Margaret Thatcher, brilhantemente interpretada por ninguém mais ninguém menos do que Meryl "FODONA" Streep, faz jus aos Oscars de melhor maquiagem e melhor atriz. Além de nos emocionar e nos fazer sonhar com um mundo com mais Margaret Thatcher e menos Dilma Rousseff. #VemNiMimNeoliberalismo
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Imagine um hospital todo high tech equipado com a melhor e mais cara equipe de cirurgiões que o dinheiro pode comprar, dinheiro esse saído da carteira de um gênio, bilionário, playboy e filantropo vindo diretamente do Vale do Silício. Agora some a tudo isso uma série de casos clínicos incuráveis e intratáveis pela medicina moderna... eu disse "incuráveis e intratáveis"?! Isso não te pertence mais! Aqui no Bunker Hill Hospital não existe esse negócio de "incuráveis e intratáveis".