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Para quem curte estudo de personagem, as duas temps são muito boas - mas bem diferentes. A primeira ainda é superior no quesito "diversão" e realismo (menos mirabolante), mas a segunda tem um número maior de personagens e mais camadas de análise, ao custo de uma trama mais mirabolante.
> Embora as duas temps explorem pulsões primárias dos seres humanos, há mudanças significativas nas prioridades do roteiro. A primeira temp é mais exploratória sobre "pulsões primárias e excitantes" dos seres humanos (o que prefiro), enquanto a segunda explora mais os impactos de uma vida baseada em grana e o desejo de ser amado, ou considerado prioritário. Ou seja, a primeira é mais "carnal", a segunda é mais "infantil (no sentido de infância)" e "mercadológica".
> Ainda assim, as duas temps têm como plano de fundo, ao mesmo tempo, uma "crítica" (mas nem sempre explícita) e uma exaltação, excitante, que no fundo é uma espetacularização do modelo capitalista com suas dores e prazeres - que nos fazer questionar até onde iríamos e porque pode ser tão gostoso "ir contra a moral".
> Para quem curte série psicológica com uma tragicomédia familiar, que não teme explorar furos de moralidade, honestidade sobre a desonestidade humana e humor duvidoso, com uma subtrama excitante, é uma série devorável! Tem episódios bem marcantes, com montagens fabulosas.
Particularmente, acho interessante como a série "Treta", similar a alguns sentimentos que "Fargo" desperta, faz com que o subversivo seja atraente, sem deixar de ser destrutivo e isso de certa forma é um estudo sobre a própria psicologia humana. Recomendo.
Para quem curte estudo de personagem, as duas temps são muito boas - mas bem diferentes. A primeira ainda é superior no quesito "diversão" e realismo (menos mirabolante), mas a segunda tem um número maior de personagens e mais camadas de análise, ao custo de uma trama mais viajada.
> Embora as duas temps explorem pulsões primárias dos seres humanos, há mudanças significativas nas prioridades do roteiro. A primeira temp é mais exploratória sobre "pulsões primárias e excitantes" dos seres humanos (o que prefiro), enquanto a segunda explora mais os impactos de uma vida baseada em grana e o desejo de ser amado, ou considerado prioritário. Ou seja, a primeira é mais "carnal", a segunda é mais "infantil (no sentido de infância)" e "mercadológica".
> Ainda assim, as duas temps têm como plano de fundo, ao mesmo tempo, uma "crítica" (mas nem sempre explícita) e uma exaltação, excitante, que no fundo é uma espetacularização do modelo capitalista com suas dores e prazeres - que nos faz questionar até onde iríamos e porque pode ser tão gostoso "ir contra a moral".
> Para quem curte série psicológica com uma tragicomédia familiar, que não teme explorar furos de moralidade, honestidade sobre a desonestidade humana e humor duvidoso, com uma subtrama excitante, é uma série devorável! Tem episódios bem marcantes, com montagens fabulosas (pelo menos 2 eps de 8) e outros que sofrem um bocado, mas, na minha opinião, nunca chegam em um ponto enfadonho.
Particularmente, acho interessante como a série "Treta", similar a alguns sentimentos que "Fargo" desperta, faz com que o subversivo seja atraente, sem deixar de ser destrutivo e isso de certa forma é um estudo sobre a própria psicologia humana. Recomendo.
fazia tempo q um filme não pegava o ursinho po <3