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Melhor que o seu antecessor, Mike Myers está muito mais solto nesse filme tal como seus personagens secundários (Dr. Evil e Igor dão). A história é mais cheia de bizarrices que o filme anterior, mas no estilo Mike Myers de improvisar, imaginar, resumido no personagem Austin Powers. Estreia no filme o famoso e engraçadíssimo Mini Me. As dancinhas do Austin Powers entre as partes do filme são sempre muito engraçadas. Retornam alguns personagens do filme anterior. na minha opinião, a cena no espaço deu uma baita diferença no filme, a cena da luta entre o Powers e o Mini Me ficou eternizado para sempre como uma das mais engraçadas da série Austin Powers. A graça do filme é rir das improvisações e exageros do Mike Myers.
O personagem do Mike Myers é feito para ser cafona mesmo, mr Austin Powers. A obra explora isso toda a hora. Quem assistiu a saga 007, pelo menos os primeiros 5 filmes, consegue pegar a maior parte das tiradas em cima do n° 1 (Dr Evil). Na realidade, o melhor do filme é o Dr Evil e os exageros grotescos no personagem dele. As cenas dos personagens inimigos morrendo e os familiares sendo avisados é uma prova desses exageros ridículos que se tornam engraçados por serem justamente fantasiosos demais.
A obra é engraçada no fato de dizer explicitamente ao público: isso aqui que eu faço é ridículo e exagerado mesmo. Quem é fã de carteirinha da saga 007 vai detestar esse filme. Não assisti os demais filmes, sobretudo o último Austin Powers, o mais famoso, mas acredito que seguindo essa fórmula será bem engraçado. Pelo menos achei melhor que o Quanto Mais Idiota Melhor, pelo menos sem aquelas "piadas internas americanas", que ainda tem em "alguma quantidade nesse filme". As brincadeiras sexuais também de tão exageradas se tornam engraçadas, devido ao jeito ridículo do personagem Austin Powers: essa bomba pen. sueca não é minha ou a tiração com a emissora BBC no final do filme (que realmente é uma emissora mala): yeah yeah yeah BBC1, BBC2, BBC3 hehehe.
Uma boa despedida para o besteirol do Mike Myers, um dos bons, no seu lendário personagem Austin Powers. O filme conta com a ilustre presença de figuras públicas famosas que entraram na brincadeira: Tom Cruise, John Travolta, até a familia do Ozzy Osbourne aparece. Pelo fim do filme nem sei se haverá um quarto Austin Powers, não sei se o Mike Myers teria criatividade/engenhosidade para criar mais história. Esse filme é uma despedida. Os icônicos personagem do segundo filme reaparecem. As pancadas no Mini Me são muito engraçadas, as cenas de duplo sentido com as palavras, as sombras, Igor Dão, a verruga e por aí vai. Senti falta das dancinhas entre as cenas do filme, mas a obra está recheada de outras coisas. A parte artística está de parabéns, se esforçaram bastante. Ela foi bem trabalhada, inclusive para apenas 1 ou 2 min de cena.