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Austin Powers: O Agente Misterioso - Portugal
Sinopse
O agente Austin Powers foi congelado nos anos 60 depois que seu maior inimigo, Dr. Evil, escapa em uma nave espacial. Já nos anos 90, herói e vilão voltam a se enfrentar enquanto tentam se adaptar ao mundo moderno.
Myers não apenas copia cenas de Bond; ele expõe a engenharia por trás delas, quebrando suas lógicas (como a cena do atropelamento pelo rolo compressor, que brinca com a velocidade do perigo)
A capacidade de interpretar o protagonista e o antagonista cria um Yin-Yang cômico perfeito. Suas improvisações e fisicalidade beiram o virtuosismo à la Peter Sellers
Estética Impecável: O design de produção captura as texturas, cores e enquadramentos excêntricos do cinema mod londrino, tornando a paródia visualmente exata
Por ser escrito por um ex-integrante do Saturday Night Live, o segundo ato sofre com uma fragmentação rítmica, parecendo uma colagem de esquetes ao invés de um fluxo narrativo contínuo
Nem consegui terminar de ver, que filme RUIM! Confuso, um roteiro chatíssimo, piadas mega sem graça, o ator principalmente forçadíssimo, não chega aos pés de "todo mundo em Pânico", por exemplo, não dei UMA risada sequer, nota DÓ!
O personagem do Mike Myers é feito para ser cafona mesmo, mr Austin Powers. A obra explora isso toda a hora. Quem assistiu a saga 007, pelo menos os primeiros 5 filmes, consegue pegar a maior parte das tiradas em cima do n° 1 (Dr Evil). Na realidade, o melhor do filme é o Dr Evil e os exageros grotescos no personagem dele. As cenas dos personagens inimigos morrendo e os familiares sendo avisados é uma prova desses exageros ridículos que se tornam engraçados por serem justamente fantasiosos demais. A obra é engraçada no fato de dizer explicitamente ao público: isso aqui que eu faço é ridículo e exagerado mesmo. Quem é fã de carteirinha da saga 007 vai detestar esse filme. Não assisti os demais filmes, sobretudo o último Austin Powers, o mais famoso, mas acredito que seguindo essa fórmula será bem engraçado. Pelo menos achei melhor que o Quanto Mais Idiota Melhor, pelo menos sem aquelas "piadas internas americanas", que ainda tem em "alguma quantidade nesse filme". As brincadeiras sexuais também de tão exageradas se tornam engraçadas, devido ao jeito ridículo do personagem Austin Powers: essa bomba pen. sueca não é minha ou a tiração com a emissora BBC no final do filme (que realmente é uma emissora mala): yeah yeah yeah BBC1, BBC2, BBC3 hehehe.
Yeah, baby, yeah!
Myers não apenas copia cenas de Bond; ele expõe a engenharia por trás delas, quebrando suas lógicas (como a cena do atropelamento pelo rolo compressor, que brinca com a velocidade do perigo)
A capacidade de interpretar o protagonista e o antagonista cria um Yin-Yang cômico perfeito. Suas improvisações e fisicalidade beiram o virtuosismo à la Peter Sellers
Estética Impecável: O design de produção captura as texturas, cores e enquadramentos excêntricos do cinema mod londrino, tornando a paródia visualmente exata
Masculinidade. A Banalidade do Mal.
Por ser escrito por um ex-integrante do Saturday Night Live, o segundo ato sofre com uma fragmentação rítmica, parecendo uma colagem de esquetes ao invés de um fluxo narrativo contínuo
O riso como ferramenta para expor a falsidade das máscaras sociais.
06-06-2026
Nem consegui terminar de ver, que filme RUIM! Confuso, um roteiro chatíssimo, piadas mega sem graça, o ator principalmente forçadíssimo, não chega aos pés de "todo mundo em Pânico", por exemplo, não dei UMA risada sequer, nota DÓ!
O personagem do Mike Myers é feito para ser cafona mesmo, mr Austin Powers. A obra explora isso toda a hora. Quem assistiu a saga 007, pelo menos os primeiros 5 filmes, consegue pegar a maior parte das tiradas em cima do n° 1 (Dr Evil). Na realidade, o melhor do filme é o Dr Evil e os exageros grotescos no personagem dele. As cenas dos personagens inimigos morrendo e os familiares sendo avisados é uma prova desses exageros ridículos que se tornam engraçados por serem justamente fantasiosos demais.
A obra é engraçada no fato de dizer explicitamente ao público: isso aqui que eu faço é ridículo e exagerado mesmo. Quem é fã de carteirinha da saga 007 vai detestar esse filme. Não assisti os demais filmes, sobretudo o último Austin Powers, o mais famoso, mas acredito que seguindo essa fórmula será bem engraçado. Pelo menos achei melhor que o Quanto Mais Idiota Melhor, pelo menos sem aquelas "piadas internas americanas", que ainda tem em "alguma quantidade nesse filme". As brincadeiras sexuais também de tão exageradas se tornam engraçadas, devido ao jeito ridículo do personagem Austin Powers: essa bomba pen. sueca não é minha ou a tiração com a emissora BBC no final do filme (que realmente é uma emissora mala): yeah yeah yeah BBC1, BBC2, BBC3 hehehe.
Gostei mais do que imaginei que fosse gostar.