A mãe viúva Holly é radicalmente testada quando sua filha adolescente Betsey experimenta uma profunda iluminação e insiste que seu corpo não é mais seu, mas está a serviço de um poder superior. Ligada à sua nova fé, Betsey se recusa a comer, mas não perde peso. Em um dilema agonizante dividido entre amor e medo, Holly é forçada a confrontar os limites de suas próprias crenças.
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Equipe Filmow.com
Eu estava ansioso para ver "A Banquet", o filme da diretora Ruth Paxton, principalmente porque eu estava esperando a quantidade de simbolismos a serem apresentados diante da questão da alimentação, da imaturidade do momento juvenil em "conflito" com a maturidade do momento adulto e até do momento senil, da religiosidade e, acima de tudo, do convívio familiar e do meio ambiente "afetando" a mente humana. Nem todas as explicações tão desejadas são fornecidas para o público, mas isso é interessante diante de uma filmagem interessantemente atmosférica. Merece destaque a atuação das atriz Sienna Guillory (como Holly Hughes, a mãe), mas também obviamente a atuação da atriz Jessica Alexander (como Betsey Hughes, a filha que enfrenta a possibilidade de seu corpo servir à uma entidade superior), bem com a atuação da atriz Ruby Stokes (como Isabelle "Izzy" Hughes, a filha que não sabe se seu corpo servirá ou não até fisicamente, por assim dizer, já que vive algumas frustrações que poderiam até ter uma importância para o peso narrativo), além da atuação da atriz Lindsay Duncan (como June, a avó que tenta apontar uma solução para o que está acontecendo). Também há uma boa atuação através do ator Kaine Zajaz (como Dominic, que se preocupa com a possível namorada e a irmã). Algo que me trouxe um interesse súbito foi sobre 二口女 (ou Futa-kuchi-onna e Futakuchi-onna), a entidade citada. Para mim, é um dos principais filmes internacionais do ano e que claramente agradará quem gosta das classificações de drama de terror, de terror e de terror psicológico. E o exercício contemplativo é majestoso antes, durante e depois com cada um dos entendimentos particulares a serem considerados.
Produção britânica que comete o pecado mortal de dar um salto maior que pena.