Produção fanfarrona e cheia de ação, tiros e bomba. Do jeito que os adultos do fim dos anos 70 e começo dos 80 gostavam de assistir. Lee Marvin e Roger Moore fazem uma dupla divertida mas não espere muito mais que isso.
Produção inglesa em Technicolor da Tonav Productions, Hemdale e American International Pictures que foi baseado em um romance homônimo de 1968 de Wilbur Smith (1933-2021), que foi vagamente inspirado em eventos reais, sobre o naufrágio do SMS Königsberg. A hora e o local em que o filme se passa é Zanzibar e a África Oriental Alemã em 1913 e 1914.
As filmagens aconteceram em Malta, Moçambique e Port St. Johns, na África do Sul. Esta foi a 2° de 2 adaptações filmadas de romances de Wilbur Smith que apresentavam Sir Roger Moore (1927-2017). O 1° havia sido A maldição do ouro (74). Ambos foram dirigidos por Peter R. Hunt (1925-2002). Sir Roger Moore disse em sua biografia que Lee Marvin (1924-1987) certa vez pegou um bebê nos braços enquanto estava bêbado, e então a criança desmaiou por causa do cheiro de álcool.
Aventura de guerra com humor e muita ação, brigas e explosões que, se não chega a ser grande coisa, mas pelo menos é um passatempo razoável. Curioso ver um Lee Marvin bem envelhecido (apesar que ele estava com apenas 52 anos na época mas que parecia estar com uns 80). Não sei se ele enfrentava um problema de saúde ou era apenas devido a sua bebedeira. Só pra se ter uma idéia, Roger Moore, que era só 3 anos mais novo, daria pra ter sido seu filho na estória devido a sua jovialidade em comparação com o outro.
Me surpreendi por achar esse filme tão chato. Um filme com dois atores tão bons, como Lee Marvin e Roger Moore, eu esperava muito mais, porém, me decepcionei. Em alguns momentos, me fez lembrar outro filme, Queimada, dirigido por Gillo Pontecorvo, e protagonizado por Marlon Brando. Em ambos, há lutas nas selvas. Só não sei qual é mais chato, Queimada ou A Batalha da Vingança. Que decepção !!!
Produção fanfarrona e cheia de ação, tiros e bomba. Do jeito que os adultos do fim dos anos 70 e começo dos 80 gostavam de assistir. Lee Marvin e Roger Moore fazem uma dupla divertida mas não espere muito mais que isso.
Produção inglesa em Technicolor da Tonav Productions, Hemdale e American International Pictures que foi baseado em um romance homônimo de 1968 de Wilbur Smith (1933-2021), que foi vagamente inspirado em eventos reais, sobre o naufrágio do SMS Königsberg. A hora e o local em que o filme se passa é Zanzibar e a África Oriental Alemã em 1913 e 1914.
As filmagens aconteceram em Malta, Moçambique e Port St. Johns, na África do Sul. Esta foi a 2° de 2 adaptações filmadas de romances de Wilbur Smith que apresentavam Sir Roger Moore (1927-2017). O 1° havia sido A maldição do ouro (74). Ambos foram dirigidos por Peter R. Hunt (1925-2002). Sir Roger Moore disse em sua biografia que Lee Marvin (1924-1987) certa vez pegou um bebê nos braços enquanto estava bêbado, e então a criança desmaiou por causa do cheiro de álcool.
Aventura de guerra com humor e muita ação, brigas e explosões que, se não chega a ser grande coisa, mas pelo menos é um passatempo razoável. Curioso ver um Lee Marvin bem envelhecido (apesar que ele estava com apenas 52 anos na época mas que parecia estar com uns 80). Não sei se ele enfrentava um problema de saúde ou era apenas devido a sua bebedeira. Só pra se ter uma idéia, Roger Moore, que era só 3 anos mais novo, daria pra ter sido seu filho na estória devido a sua jovialidade em comparação com o outro.
Me surpreendi por achar esse filme tão chato. Um filme com dois atores tão bons, como Lee Marvin e Roger Moore, eu esperava muito mais, porém, me decepcionei. Em alguns momentos, me fez lembrar outro filme, Queimada, dirigido por Gillo Pontecorvo, e protagonizado por Marlon Brando. Em ambos, há lutas nas selvas. Só não sei qual é mais chato, Queimada ou A Batalha da Vingança. Que decepção !!!