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Este filme de 1956, com uma realização de Michael Powell e Emeric Pressburger é considerado por muitos como o melhor e o mais inteligente drama de guerra britânico dos anos 50. Baseado em uma história real, conta a história de um poderoso navio alemão que se abriga dos ataques de 3 navios britânicos, em terras neutras, no Uruguai.
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- esse aqui vale pelos quesitos técnicos e visuais, ótima fotografia e design de produção, dizem que filmar no mar é um pesadelo, mas a dupla faz parecer fácil
- as cenas de batalha são muito boas, ainda mais para época que foram feitas, os navios se torando ficaram muito bem feitos
- a trama em si é bem qualquer nota, da um embolada e não empolga e não nos importamos de verdade com nenhum personagem
- meu país Pernambuco mencionado <3
Um filme que registra na Sétima Arte o envolvimento do navio alemão Graf Spee no episódio da Segunda Guerra Mundial mostrando, particularmente, a Batalha do Rio da Prata, envolvendo navios britânicos e o destino final do cruzador de bolso alemão.
Produção inglesa indicada a 3 prêmios no BAFTA: melhor filme britânico, melhor roteiro britânico e melhor filme de qualquer fonte. Este foi o filme de maior sucesso financeiro dos escritores, diretores e produtores Michael Powell (1905-1990) e Emeric Pressburger (1902-1988), embora não esteja entre os melhores trabalhos da dupla.
John Schlesinger (1926-2003), então ator, está listado nos créditos como "Prisioneiro no Graf Spee". De fato, o futuro diretor interpretou um oficial alemão, o jovem tenente que acompanha o Capitão Dove até o navio depois que a Africa Shell afundou e o apresenta ao Capitão Langsdorff. Anthony Newley (1931-1999) e Donald Moffat (1930-2018) têm pequenas participações como operador de rádio e vigia. Moffat estava fazendo sua estréia no cinema, assim como Jack Gwillim (1909-2001).
Em novembro de 1939, dois meses depois do início da Segunda Guerra Mundial, a belonave alemã Graf Spee, acuada pelas forças navais britânicas, é obrigada a aportar no Uruguai.
Vigorosa reconstituição de um episódio real, narrada como se fosse um documentáro, com razoável clima de suspense e tensão. Quem for assistir e imaginar um tradicional filme de guerra, provavelmente vai se decepcionar, pois o longa tem raríssimas cenas de batalhas (não chegam a 10 minutos). A fotografia é impecável, mas os diálogos são excessivos e cansativos, tornando-se uma crônica bastante rotineira sobre a captura do temido encouraçado alemão Graf Spee.
Metade do filme foi perdido com a tradicional guerra no mar. A partir da segunda metade o filme empolgou quando da chegada ao Rio da Prata! PS.: pela primeira vez vejo um filme estrangeiro que localiza o Brasil corretamente e ainda, de lambuja, comenta que os brasileiros falam português e diferente de Portugal. E olha que o filme é antigo. Talvez seja por ser inglês, já que americano sempre coloca os brasileiros falando espanhol e ambienta o Brasil como se fosse de língua espanhola!
01/04/18