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Sinopse
Baseado na história verdadeira de Gary Mark Gilmore, um homem de 35 anos condenado à morte por ter cometido dois assassinatos, que tornou-se uma sensação na mídia nacional após ter lutado para ter sua execução realizada o mais rápido possível .
Caso famoso em que presidiário no corredor da morte abre mão de suas apelações e pede para que adiantem sua execução. Vemos os últimos meses de Gary Gilmore, do dia em que ele sai em condicional (Gary contava 35 anos após uma pena de 12 anos e mais um passado em casas de correção juvenil) até o dia de sua execução por ter matado dois homens em dois diferentes assaltos, por motivo nenhum. O filme tenta não vitimizar o personagem, mas acaba mostrando Gary como fruto de um sistema prisional que não prepara o preso para voltar a sociedade: Ele é ajudado por muitos familiares e amigos, mas seus códigos de conduta são diferentes (se ele quer algo ele simplesmente pega - seja uma cerveja ou um carro) e simplesmente não consegue se encaixar, já que a prisão o acompanha até em pequenos detalhes da vida - seja devorando o almoço o mais rápido possível ou chamando a namorada de "parceiro" na cama. Ao final, o telespectador fica em dúvida se Gary escolheu a morte por se arrepender de seus pecados e enxergar que não serve para a sociedade, ou se apenas está tomando o caminho mais fácil e abrindo mão de cumprir sua pena. Apesar de tudo, o residual que fica na memória são os questionamentos levantados sobre o sistema prisional. Bastante efetivo.
A atuação de Tommy Lee Jones foi celebrada neste telefilme e. apesar de parecer overacting em alguns momentos, ele mostra maneirismos diferentes dos que vem usando desde que foi estereotipado como o homem duro e anacrônico que vem representa nos últimos 25 anos. Recomendado aos liberais e fãs do Tommy Lee Jones.
Um drama mais crítico sem vocação para pieguices.
Caso famoso em que presidiário no corredor da morte abre mão de suas apelações e pede para que adiantem sua execução. Vemos os últimos meses de Gary Gilmore, do dia em que ele sai em condicional (Gary contava 35 anos após uma pena de 12 anos e mais um passado em casas de correção juvenil) até o dia de sua execução por ter matado dois homens em dois diferentes assaltos, por motivo nenhum. O filme tenta não vitimizar o personagem, mas acaba mostrando Gary como fruto de um sistema prisional que não prepara o preso para voltar a sociedade: Ele é ajudado por muitos familiares e amigos, mas seus códigos de conduta são diferentes (se ele quer algo ele simplesmente pega - seja uma cerveja ou um carro) e simplesmente não consegue se encaixar, já que a prisão o acompanha até em pequenos detalhes da vida - seja devorando o almoço o mais rápido possível ou chamando a namorada de "parceiro" na cama. Ao final, o telespectador fica em dúvida se Gary escolheu a morte por se arrepender de seus pecados e enxergar que não serve para a sociedade, ou se apenas está tomando o caminho mais fácil e abrindo mão de cumprir sua pena. Apesar de tudo, o residual que fica na memória são os questionamentos levantados sobre o sistema prisional. Bastante efetivo.
A atuação de Tommy Lee Jones foi celebrada neste telefilme e. apesar de parecer overacting em alguns momentos, ele mostra maneirismos diferentes dos que vem usando desde que foi estereotipado como o homem duro e anacrônico que vem representa nos últimos 25 anos. Recomendado aos liberais e fãs do Tommy Lee Jones.