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Data de lançamento
25 Abril 2009Duração
Em 1983, Samantha Hughes, uma estudante universitária com dificuldades financeiras, aceita um estranho trabalho de babá que coincide com um eclipse lunar total. Aos poucos, ela percebe que seus clientes guardam um segredo terrível, colocando sua vida em perigo mortal.
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Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita
fui com as expectativas altas demais e não foram cumpridas, um terrorzinho apenas ok, sem nada memorável.
Destaque para o clima anos 80 e só.
Gosto em The House of the Devil, daquilo que fez Ti West famoso, uma excelente direção, boa construção de tensão, e um humor negro pontual, mas é um filme apenas ok, parece que o diretor está mais interessado em fazer homenagem ao estilo dos filmes do ano 70 e 80 do que fazer uma obra autoral, e o grande problema aqui é o roteiro, as grandes revelações, parecem até uma piada de tão básico e óbvio.
Ainda bem que mais a frente Ti West nos daria 2 obras, acima da média com X e Pearl.
A ambientação 80's é o grande charme dessa produção. É um filme repleto de suspense, mas infelizmente, não tem um grande ápice nem um final tão marcante. Ainda assim, gostei bastante.
Resenha – A Casa do Diabo (2009)
A Casa do Diabo foi uma grande decepção para mim. Me venderam um terror incrível, mas, no fim, achei um filme que promete muito e entrega muito pouco.
O começo até me conquistou. A atmosfera é excelente, a trilha sonora cria aquele clima sombrio e retrô, e a história da Samantha, uma universitária desesperada por dinheiro que aceita um trabalho de babá, desperta curiosidade. Quando ela chega à casa e descobre que, na verdade, não vai cuidar de uma criança, mas da mãe dos donos, a tensão aumenta bastante. As constantes referências à lua cheia e o comportamento estranho da família deixam claro que alguma coisa muito errada está prestes a acontecer.
O problema é que o filme demora demais para chegar a algum lugar. Ele aposta em um suspense lento, mas, para mim, acabou se tornando monótono. Há momentos em que parece que nada acontece, e boa parte do tempo da Samantha na casa não acrescenta muito à história. Alguns flashes de terror e pequenos indícios do que está escondido pela casa ajudam a manter a curiosidade, mas não são suficientes para sustentar o ritmo.
Quando finalmente chegamos ao ritual, que já era totalmente esperado, o filme também me perdeu. Achei pouco convincente a forma como Samantha consegue reagir à situação, e o desfecho não fez sentido para mim. Depois de tudo o que acontece, principalmente no confronto final, eu simplesmente não consegui comprar a ideia de que ela sobreviveria.
Entendo perfeitamente quem gosta do filme, principalmente pela atmosfera, pela fotografia e pela construção lenta da tensão. Mas, para mim, o ritmo excessivamente arrastado e um final pouco convincente fizeram com que a experiência não funcionasse. Infelizmente, foi um daqueles casos em que a expectativa era muito maior do que a entrega.
É um suspense que não chega a realmente a mostrar a que veio, mas meio que dá indícios de que o diretor tinha sim talento pra fazer algo melhor em condições mais propícias.