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Data de lançamento
22 Maio 2015Duração
"Bill Boss (Dieter Laser), diretor de um grande complexo carcerário estadual nos EUA, tem vários problemas: sua prisão tem estaticamente o maior número de revoltas, custos médicos e troca de funcionários no país. Mas ele não consegue o respeito que acha que merece de seus prisioneiros e do governador do estado (Eric Roberts). Ele falha constantemente ao procurar novas ideias para as punições ideais para colocar os detentos na linha, que o leva, junto ao calor infernal, a enlouquecer. Com o local sob ameaça de fechamento do governo estadual, seu braço-direito Dwight (Laurence R. Harvey) tem uma brilhante ideia. Uma ideia revolucionária que poderá salvar o sistema carcerário americano e economizar bilhões de dólares. Uma ideia baseada nos filmes Centopeia Humana, que vai colocar os presos de joelhos - figurativamente e literalmente -, criando a punição derradeira para quer considera uma vida de crimes. Sem nada a perder, Bill e Dwight criam uma embasbacante centopeia de 500 pessoas."
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Só o primeiro filme tem o "molho", ame ou odeie ele tem o poder de deixar qualquer um com medo de estar naquela situação. Já o segundo é apelativo, escandaloso e forçado no pior sentido. Esse terceiro consegue ser ainda pior que a parte 2, nem consegue se segurar no humor e menos ainda no terror.
Já não aguentava o coroa gritando toda hora. Achei que a ideia do desfecho foi boa, fazer uma centopéia ainda maior, num contexto de penitenciária, mas ficou um filme chato, infelizmente o pior dos 3
Gostei que a personalidade dos personagens principais ainda tem alguns traços de seus personagens nos primeiros filmes.
Bill Boss é instável e irritadiço, igual dr. Heiter na primeira sequência. Dwight é fissurado pelos filmes da Centopeia Humana, igual Martin na segunda sequência. Gostei também da premissa da metalinguagem do filme, uma vez que "A Centopeia Humana 1 e 2" são apenas um filme dentro dessa terceira sequência. Em relação a história, sinto que Tom Six a tornou muito sensionalista, ideias extremamente exageradas, além de ser mais apelativo no sentido sexual durante a narrativa.
De toda a trilogia, sem dúvida é o mais fraco, mas não achei ruim não. Tem bons momentos, uma dose de humor bem peculiar e escrachada que não tinhas nos anteriores que até me arrancou algumas risadas.
O defeito desse filme é que a centopeia é muito mal explorada, a criativa ideia de uma centopeia de 500 pessoas é a promessa do filme, mas a execução final é rápida e não tem o mesmo foco bizarro e claustrofóbico que marcou os dois primeiros filmes, onde o experimento era central, causando uma baita frustração.
O que se destaca é a performance de Dieter Laser que, sem dúvida, é o motor do filme. Ele está caricato, gritando e completamente surtado o tempo todo, o que se alinha perfeitamente com esse tom de comédia de horror exagerada que o filme tenta ter. É o tipo de atuação que você ama ou odeia, mas que não se pode ignorar.
Que decadência. O primeiro filme foi um marco, tem o molho, é um diferencial na industria, creio que com mais uns anos se tornará um clássico.
O segundo é uma vergonha, e um tédio só.
Esse terceiro, me deu ate vergonha alheia. O personagem principal bill boss, chato pra cacete, gritaria constante, fiquei inconformado com quão nojento e desprezível era aquele personagem, até perceber ao longo do filme, que ele estava acontecendo exatamente como precisava para a história daquele personagem fazer um pouco de sentido, e ver desta maneira me fez odiar ele um pouco menos.
Odiei a maneira como varias coisas aconteceram de forma cómica, isso deu um ar ainda mais pobre ao filme. Enfim.. totalmente descartável.