A Coisa

Compartilhar
A Coisa (2011)
Média do filme: 3.2 de 5 — baseado em 4889 votos
MÉDIAFILMOW
3.2
4889 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Data de lançamento 14 Out. 2011 Outras datas
Duração 103 min (1h43)
Classificação indicativa de A Coisa: 16 - Não recomendado para menores de 16 anos

Data de lançamento

14 Out. 2011

Duração

103 minutos Classificação indicativa de A Coisa: 16 - Não recomendado para menores de 16 anos
Carregando Publicidade...

Sinopse

A paleontóloga Kate Lloyd (Mary Elizabeth Winstead) se junta a um time de cientistas na Antártica que descobriu uma nave alienígena enterrada no gelo, e um organismo que parece ter morrido na queda. Quando um experimento desperta o alienígena, uma criatura capaz de se tornar uma réplica de qualquer outro ser vivo, Kate precisa unir forças com o chefe da equipe, Carter (Joel Edgerton), para impedir que o monstro os mate. A paranóia se espalha como uma epidemia à medida que são infectados, um a um, e uma assustadora corrida pela vida se inicia.

Fotos e Trailers

Trailers (1)
Filmow+
Ticket de Prata

Sem anúncios

Comprar
Filmow+
Ticket de Prata

Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções

  • Navegue sem anúncios
  • Badge exclusivo Filmow+ no perfil
  • Acesso antecipado a novidades
  • Apoie a comunidade cinéfila
Comprar agora

Trailer do dia

VisionQuest | Trailer Dublado

VisionQuest

Comentários 0
amigos querem ver
slasherfan
Luís Carvalho
3 meses atrás

Bom filme e gosto muito da presença da Mary Elizabeth Winstead, mas não chega ao nível de excelência da obra do Carpenter. O CGI é ruim em alguns momentos e bom em outros.

jordisonfrancisco
Jordison
7 meses atrás

Por um lado…

O Enigma de Outro Mundo (2011) funciona como uma introdução sólida ao clássico. A trama acompanha a paleontóloga Kate Lloyd, convocada para investigar uma descoberta intrigante feita por cientistas noruegueses na Antártida: algo antigo, enterrado sob o gelo, próximo aos destroços de uma nave extraterrestre. O que parecia apenas uma missão científica rapidamente se transforma em um pesadelo, quando percebem que a criatura encontrada não está morta — e que sua capacidade de imitação representa um risco que vai muito além daquela base isolada.

Como prelúdio, o filme respeita bastante o material original. Apesar de recorrer fortemente ao CGI — que nunca alcança o impacto visceral dos efeitos práticos da versão dos anos 80 —, ainda assim entrega momentos tensos e visualmente interessantes. Diferente de muitas continuações ou prequelas que acabam criando furos ou contradições, esta produção consegue se conectar de maneira coerente com o filme de John Carpenter, especialmente na forma como prepara os eventos já conhecidos.

Outro ponto positivo é que os personagens não se comportam como caricaturas típicas de terror. Eles tomam decisões relativamente racionais, e a alternativa encontrada para identificar a criatura — analisando obturações dentárias em vez de repetir o famoso teste do sangue — foi uma solução criativa que trouxe identidade própria ao longa.

No fim das contas, talvez eu seja suspeito para falar: o mistério que envolve “A Coisa” é tão fascinante que é difícil não se envolver com qualquer história que expanda esse universo. A paranoia constante — nunca saber quem é humano e quem não é — continua sendo o maior trunfo da franquia.

Por outro lado…

A Coisa (2011) merece mais reconhecimento do que costuma receber. Entrei no filme influenciado pelas críticas negativas — efeitos digitais “terríveis”, diálogos fracos e uma história repetitiva demais. Mas, assistindo sem preconceitos, percebi que muitas dessas críticas são exageradas.

O CGI, embora não seja memorável, não compromete tanto a experiência quanto dizem. Claro, os efeitos práticos teriam dado muito mais personalidade ao horror — e sabemos que eles chegaram a ser produzidos antes de serem substituídos digitalmente. Provavelmente a decisão veio da tentativa de modernizar o filme e torná-lo mais comercial, mas essa escolha acabou prejudicando o resultado final.

Quanto aos diálogos, são funcionais, ainda que em certos momentos pareçam artificiais. Alguns personagens realmente não recebem o desenvolvimento ideal, dando a impressão de que existem apenas para cumprir papéis já estabelecidos pelo longa original. Ainda assim, o roteiro consegue inserir diferenças interessantes: a exploração mais detalhada da nave, um novo método de teste e pequenas variações que ajudam a dar identidade própria à narrativa.

É compreensível que muitos considerem a prequela desnecessária, já que conhecemos o destino daquela base. Mesmo assim, foi satisfatório finalmente ver os acontecimentos do lado norueguês da história. E a recriação da cena do helicóptero perseguindo o cão — conectando diretamente com o início do filme de 1982 — foi um detalhe que fechou tudo com chave de ouro.

Dou facilmente um 7,8/10.

Gosto também da maneira como o filme amplia o mistério em vez de explicá-lo completamente. A nave e o ser recuperado podem nem ser a origem da criatura — talvez sejam apenas mais uma vítima dela. Essa ambiguidade mantém viva a essência da história.

No fim, trata-se de um bom filme que poderia ter sido excelente se não fosse a interferência do estúdio — especialmente ao substituir efeitos práticos impressionantes por CGI e alterar o desfecho original. Saber que existiam cenas deletadas, como a descoberta do piloto alienígena que teria capturado a criatura antes de perder o controle da nave, só aumenta a curiosidade sobre a versão que nunca vimos.

Mesmo com seus problemas, é uma obra injustamente subestimada — e uma adição válida a um dos universos mais inquietantes da ficção científica.

kll3ber
Kleber
8 meses atrás

clássico e acabou parecendo aquele aluno que copia a lição inteira… mas sem a alma.

Como prequel, funciona tecnicamente bem: efeitos práticos misturados com CGI, clima frio bem construído e boas ideias.

O problema é que explica demais, mostra demais e tira um pouco do mistério que fazia a coisa funcionar. Não é um desastre completo, só é certinho demais pra um filme que deveria ser paranoico e sujo, faltou coragem pra ser mais autoral e menos explicativo.

meh666
Kaio Guilherme
10 meses atrás

A melhora do efeito visual não foi o suficiente para substituir a do filme anterior, realmente seu nível não foi só diminuído em efeitos visuais mais tbm em história

entra na lista dos filmes que eu espero acabar antes dos 15 minutos

ribeiro33
André Ribeiro
½
1 ano atrás

“A Coisa (2011)” é um prequel do clássico filme de John Carpenter; “O Enigma de Outro Mundo (1982)”. Este filme conta a história da equipe responsável pelo descobrimento de uma nave alienígena caída na Antártida e da criatura (a coisa), congelada no continente glacial há muito tempo. O grupo norueguês decide desenterrar o alienígena para fins de estudos científicos, a partir daí começam os eventos aterrorizantes e brutais que antecedem o filme de 1982.

O filme foi dirigido pelo novato Matthijs van Heijningen Jr. Fã declarado do clássico de 1982, ele afirma que este filme é somente uma homenagem à obra de John Carpenter. No entanto, “A Coisa” deu a entender que se trata de um remake “disfarçado”, pois o filme basicamente copiou quase tudo de “O Enigma de Outro Mundo”, exceto os efeitos visuais e cenários, que aqui estão demasiadamente limpos para uma situação caótica e desesperadora. Acabou não combinando muito…

Desta vez, os efeitos visuais foram digitais, bem diferente do que vimos no filme de 1982. O CGI variou entre bom e regular, deixando muitos traços de superficialidade em algumas cenas. Apesar disso, este filme até que honrou o original dos anos 80, a criatura (a coisa) continua horripilante e praticamente impossível de ser derrotada, mesmo sendo vulnerável ao fogo. Só não tem o charme e a pegada de um bom filme oitentista e, obviamente, também sem o fator surpresa do filme do John Carpenter.

A direção acertou ao escolher Mary Elizabeth Winstead como protagonista, pois antes desse filme ela já tinha boas experiências com o terror, principalmente quando interpretou a eterna Wendy de “Premonição 3”. A atriz carregou praticamente o filme nas costas sozinha, já que os outros atores não tiveram nada a oferecer, basicamente só serviram para virar presas fáceis para a criatura.

Por fim, “A Coisa” é um filme que entrega bons momentos de terror, com mortes bem sangrentas e insanas, onde destaco a fusão de corpo/rosto da criatura com uma das vítimas. Peca um pouco na previsibilidade e também por não ter a mesma tensão e paranoia do filme original, mas mesmo assim vale a sessão e pela curiosidade em assistir aos desdobramentos que antecedem “O Enigma de Outro Mundo”.

Assistido em 3 de setembro de 2025
Minha avaliação: 7,0/10

Carregando Publicidade...
½
1
1½
2
2½
3
3½
4
4½
5

Listas com o filme

Ver todas as listas (354)
O Exorcista Uma Noite Alucinante: A Morte do Demônio Halloween: A Noite do Terror O Massacre da Serra Elétrica O Enigma de Outro Mundo
Coleção de Filmes Terror/Suspense
por jonathasgranada
Viagem à Lua Daqui a Cem Anos O Mundo em Perigo A Garota Diabólica de Marte O Dia em Que a Terra Se Incendiou
Ficção Cientifica
por cla42
Pink Flamingos Thriller: Um Filme Cruel Salò, ou os 120 Dias de Sodoma Rio Babilônia Faster, Pussycat! Kill! Kill!
Filmes Exploitation
por brug-i
Plano 9 do Espaço Sideral O Robô Alienígena Pink Flamingos Uma Noite Alucinante: A Morte do Demônio As Condenadas da Prisão do Inferno
TRASH
por brug-i

Elenco de A Coisa

Mostrar mais (17)
Joel Edgerton 44 367

Joel Edgerton

(Sam Carter)
Mary Elizabeth Winstead 157 1,9K

Mary Elizabeth Winstead

(Kate Lloyd)
Ulrich Thomsen 5 43

Ulrich Thomsen

(Dr. Sander Halvorson)
Adewale Akinnuoye-Agbaje 21 262

Adewale Akinnuoye-Agbaje

(Derek Jameson)
Carsten Bjørnlund 1 4

Carsten Bjørnlund

(Karl)
Davetta Sherwood 0 2

Davetta Sherwood

(Davida Morris)

Se você gostou deste filme, confira também estes aqui: