Michel Racine é um juiz rígido, conhecido pela atitude extremamente profissional nos tribunais. Isso muda quando a jurada de um de seus casos é Ditte Lorensen-Cotteret, uma mulher por quem foi apaixonado, mas que o abandonou.
O cinema francês sempre nos surpreende,quem diria que um filme misto de tribunal e o amor na maturidade renderia um drama humano digno de ser assistido? Lento é verdade,mas convenhamos uma boa história refletindo as contradições da sociedade não poderia ter ritmo de um filme de ação.Belo drama.
Tem alguns filmes franceses que os críticos colocam lá em cima, e muitos deles convenhamos, não é pra tudo isso. Esse filme mesmo, foi muito bem comentado na revista Preview e aqui no Filmow dividiu opiniões. Não que seja um filme ruim, longe disso. Os atores são bons, em especial Fabrice Luchini, que faz o juiz (o mesmo ator de “Pedalando com Moliere”), mas se a história começa bem, lembrando vagamente “Doze Homens e uma Sentença”, no qual vemos um julgamento em que o juiz e os jurados precisam decidir o futuro de um jovem réu, por outro lado, a trama não se decide se ela é uma sutil comédia ou um drama básico de tribunal. E o pior, o julgamento do jovem em si tem um final apressado e por que não, decepcionante. Ah, por sinal, alguém aí se lembrou do caso “Isabela Nardoni”?
Bom filme. Não é dos melhores do Fabrice Luchini, mas é uma história correta e conta com boas atuações.
O cinema francês sempre nos surpreende,quem diria que um filme misto de tribunal e o amor na maturidade renderia um drama humano digno de ser assistido?
Lento é verdade,mas convenhamos uma boa história refletindo as contradições da sociedade não poderia ter ritmo de um filme de ação.Belo drama.
Tem alguns filmes franceses que os críticos colocam lá em cima, e muitos deles convenhamos, não é pra tudo isso. Esse filme mesmo, foi muito bem comentado na revista Preview e aqui no Filmow dividiu opiniões. Não que seja um filme ruim, longe disso. Os atores são bons, em especial Fabrice Luchini, que faz o juiz (o mesmo ator de “Pedalando com Moliere”), mas se a história começa bem, lembrando vagamente “Doze Homens e uma Sentença”, no qual vemos um julgamento em que o juiz e os jurados precisam decidir o futuro de um jovem réu, por outro lado, a trama não se decide se ela é uma sutil comédia ou um drama básico de tribunal. E o pior, o julgamento do jovem em si tem um final apressado e por que não, decepcionante. Ah, por sinal, alguém aí se lembrou do caso “Isabela Nardoni”?
Adorei...o amor nos deixe bem humorados.!!!!
31/5/17
casa/ sozinha/telecine