Ficção científica existencialista que antecipa elementos de Blade Runner e onde o diretor Wesley Barry (um ex-ator mirim da década de 1920) tenta driblar as limitações de orçamento com cenários mínimos e figurinos reaproveitados de outras produções (como os uniformes da Guerra Civil americana). Também contou com os esforços dos veteranos Hal Mohr (diretor de fotografia) e Jack P. Pierce (maquiador). Há muitos conceitos avançados para a época como
mas não há como contornar o fato de que o roteiro é mal estruturado, sendo composto de longuíssimas cenas praticamente só de diálogos, que aliás, são muito expositivos. É praticamente um teatro filmado.
Um filme que merecia uma refilmagem, por sua trama interessante e visionária, mas que foi feita visivelmente com recursos limitados. Pouca ação e muitos diálogos, não deixa nunca de ser interessante, de intrigar o espectador que quer saber onde tudo vai dar. E vale a pena quando a resolução chega.
Uma ótima surpresa! O filme antecipa várias ideias que seriam vistas em clássicos mais recentes (inteligência artificial ,relacionamento "interespécie" ,preconceito contra os robôs, questionamentos filosóficos etc. )e dribla o visual datado com ótimos diálogos .Talvez essa parte dos diálogos afaste um pouco o público comum, porque o filme tenta explicar seus temas de maneira detalhada e além disso tem pouca ação. Mas vale muito a pena conhecer! Concluiu ainda com uma ótima quebra da 4° parede!
Mano do céu, que sci-fi é esse. Eu poderia dizer visionário, sem um pingo de insegurança.Quase todos os conceitos são atuais, e até existem, como o processamento de dados para geração de soluções prontas, rudemente falando (alô, inteligência artificial). Filosófico e um bom exemplar do gênero para assistir.
Ficção científica existencialista que antecipa elementos de Blade Runner e onde o diretor Wesley Barry (um ex-ator mirim da década de 1920) tenta driblar as limitações de orçamento com cenários mínimos e figurinos reaproveitados de outras produções (como os uniformes da Guerra Civil americana). Também contou com os esforços dos veteranos Hal Mohr (diretor de fotografia) e Jack P. Pierce (maquiador).
Há muitos conceitos avançados para a época como
humanos se relacionando amorosamente com robôs,
Um filme que merecia uma refilmagem, por sua trama interessante e visionária, mas que foi feita visivelmente com recursos limitados. Pouca ação e muitos diálogos, não deixa nunca de ser interessante, de intrigar o espectador que quer saber onde tudo vai dar. E vale a pena quando a resolução chega.
Interessante filme-B com discussão complexa sobre a natureza da vida e das máquinas.
Uma ótima surpresa! O filme antecipa várias ideias que seriam vistas em clássicos mais recentes (inteligência artificial ,relacionamento "interespécie" ,preconceito contra os robôs, questionamentos filosóficos etc. )e dribla o visual datado com ótimos diálogos .Talvez essa parte dos diálogos afaste um pouco o público comum, porque o filme tenta explicar seus temas de maneira detalhada e além disso tem pouca ação. Mas vale muito a pena conhecer! Concluiu ainda com uma ótima quebra da 4° parede!
Mano do céu, que sci-fi é esse. Eu poderia dizer visionário, sem um pingo de insegurança.Quase todos os conceitos são atuais, e até existem, como o processamento de dados para geração de soluções prontas, rudemente falando (alô, inteligência artificial). Filosófico e um bom exemplar do gênero para assistir.