O filme narra a história de Loïe Fuller e suas ações na virada do século 20, como a inspiração à obra dos Irmãos Lumière. Entretanto, ela nutre um sentimento de rivalidade contra a sua rival, Isadora Duncan.
La Danseuse explora a vida de Loïe Fuller (Marie-Louise Fuller, 1862-1928), atriz/dançarina de sucesso e inventora da dança serpentina. No filme, Loie, já com seus vinte e poucos anos e mora com o pai, até que um importante acontecimento a faz ir morar com a mãe, e logo em seguida tentar a sorte na cidade, em pequenos trabalhos como atriz. Soko atua muito bem, interpretando uma Loie bem desconfiada e insegura a ponto de sempre deixar um revólver debaixo do travesseiro, mas persistente na busca de seu sucesso.
Há um certo picoteamento nas ações do filme, mas sempre mostrando bem o sentimento e condição de Loie. Uma certa pressa nas cenas em si e um considerável escape do fio narrativo entre uma cena e outra. Em respeito a filmagem, tem um padrão mais conservador, câmera estática e muitos cortes, dando uma dinâmica e ligeireza ao mesmo ponto que traz uma certa artificialidade. O visual é bem limpo, fotograficamente bem expressivo, bem iluminado, figurino muito bonito, maquiagem, enfim tudo isso dá um destaque e charme para os atores, que atuam muito bem. Todos os principais atores e alguns secundários tem presença marcante. O progresso de desgaste de Loie é muito bem trabalhado, mas o que traz mesmo um grau de veracidade é a performance de Soko.
Não tinha conhecimento que Loie e Isadora Duncan se conheceram, até engraçado isso por que não faz muito tempo que assisti uma cinebiografia da Isadora e nela não diz nada a respeito de Loie, nem mesmo um rápido encontro porém em La Danseuse já mostra um envolvimento maior e um interessante contraste das duas, em personalidade e pensamentos distintos sobre a dança.
Que nota exagerada é essa? Filme simples, poucas emoções, Nada demais a biografia.
La Danseuse explora a vida de Loïe Fuller (Marie-Louise Fuller, 1862-1928), atriz/dançarina de sucesso e inventora da dança serpentina. No filme, Loie, já com seus vinte e poucos anos e mora com o pai, até que um importante acontecimento a faz ir morar com a mãe, e logo em seguida tentar a sorte na cidade, em pequenos trabalhos como atriz. Soko atua muito bem, interpretando uma Loie bem desconfiada e insegura a ponto de sempre deixar um revólver debaixo do travesseiro, mas persistente na busca de seu sucesso.
Há um certo picoteamento nas ações do filme, mas sempre mostrando bem o sentimento e condição de Loie. Uma certa pressa nas cenas em si e um considerável escape do fio narrativo entre uma cena e outra. Em respeito a filmagem, tem um padrão mais conservador, câmera estática e muitos cortes, dando uma dinâmica e ligeireza ao mesmo ponto que traz uma certa artificialidade. O visual é bem limpo, fotograficamente bem expressivo, bem iluminado, figurino muito bonito, maquiagem, enfim tudo isso dá um destaque e charme para os atores, que atuam muito bem. Todos os principais atores e alguns secundários tem presença marcante. O progresso de desgaste de Loie é muito bem trabalhado, mas o que traz mesmo um grau de veracidade é a performance de Soko.
Não tinha conhecimento que Loie e Isadora Duncan se conheceram, até engraçado isso por que não faz muito tempo que assisti uma cinebiografia da Isadora e nela não diz nada a respeito de Loie, nem mesmo um rápido encontro porém em La Danseuse já mostra um envolvimento maior e um interessante contraste das duas, em personalidade e pensamentos distintos sobre a dança.
podia ser 2h dela dançando direto que eu não ia reclamar
Além de revelar duas atrizes encantadoras (Soko e Lily-Rose Depp), chama atenção pela belíssima fotografia e espetaculares cenas de dança.
Lindo ♥