É interessante como o Marcus Curvelo amadurece a composição de seu alter-ego filme após filme, provocando no espectador um misto de identificação e repulsa (além de muito desejo sexual, já que ele é belíssimo). Aqui, o devaneio não é tão abstrato como nos curtas anteriores: aquele que seria Joder está em casa, com os pais. Segue ouvindo as canções do primo, segue em crise acerca dos próprios rumos profissionais (e sentimentais) e refletindo em seu próprio corpo o desamparo do Brasil como um todo. A fotografia em preto e branco realça a pulcritude do diretor/ator. Ao final da sessão, eu estava apaixonado, pura e simplesmente! (WPC>)
É interessante como o Marcus Curvelo amadurece a composição de seu alter-ego filme após filme, provocando no espectador um misto de identificação e repulsa (além de muito desejo sexual, já que ele é belíssimo). Aqui, o devaneio não é tão abstrato como nos curtas anteriores: aquele que seria Joder está em casa, com os pais. Segue ouvindo as canções do primo, segue em crise acerca dos próprios rumos profissionais (e sentimentais) e refletindo em seu próprio corpo o desamparo do Brasil como um todo. A fotografia em preto e branco realça a pulcritude do diretor/ator. Ao final da sessão, eu estava apaixonado, pura e simplesmente! (WPC>)