A Divina Sarah Bernhardt

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A Divina Sarah Bernhardt (2024)
Sarah Bernhardt, la divine Outros títulos
Média do filme: 3.2 de 5 — baseado em 12 votos
MÉDIAFILMOW
3.2
12 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por Guillaume Nicloux
Duração 98 min (1h38)
Classificação indicativa de A Divina Sarah Bernhardt: 16 - Não recomendado para menores de 16 anos
Status Streaming

Dirigido por

Duração

98 minutos Classificação indicativa de A Divina Sarah Bernhardt: 16 - Não recomendado para menores de 16 anos
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Sinopse

Paris, 1896. Sarah Bernhardt está no auge de sua glória. Ícone de sua época e considerada a primeira estrela mundial, a atriz é também uma mulher extravagante, apaixonada, livre e moderna, que desafia as convenções. Descubra a mulher por trás da lenda!

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Comentários 0
amigos querem ver
ebenzatti
Eduardo Benzatti
2 meses atrás

Mais uma cinebiografia. Aprendemos um pouco mais sobre uma figura histórica. Só isso.

felipebosobrida
Felipe
2 meses atrás

A Imovision lançou nos cinemas no último fim de semana dois filmes de títulos parecidos que relembram a trajetória de mulheres no cinema: “A divina Sarah Bernhardt” e “Diva futura”, ambos de 2024 e somente agora chegando nas salas brasileiras. “A divina Sarah Bernhardt” é uma regular biografia da atriz francesa Sarah Bernhardt (1844-1923), com enfoque nos anos finais de sua vida, quando debilitada após a amputação da perna direita, em 1915. Nesse período passava boa parte do tempo ou deitada em uma cama ou sentada numa cadeira, devido à pouca mobilidade provocada pelas dores intensas no quadril. Enfermeiros a transportavam para lá e para cá, em apresentações, gravações e afazeres domésticos. Aclamada como a “Divina Sarah”, tornou-se uma das atrizes mais importantes de sua época, referência nos palcos franceses, e que no cinema (sua carreira na tela foi curta) esteve numa das primeiras versões de “A dama das camélias”, em 1912, no papel central, da cortesã Marguerite Gauthier. Egocêntrica, temperamental, recusava-se a abandonar a cena, atuando em filmes mudos, peças teatrais, deitada ou apoiada em cadeiras. Essa obstinação em permanecer ativa até os últimos instantes reforçava a imagem de uma artista indomável, ainda que o corpo já não acompanhasse sua energia criativa. Quem a interpreta Sarah é uma atriz francesa que gosto muito, versátil em comédias e dramas, Sandrine Kiberlain, premiada com o César, de “Mademoiselle Chambon” (2009) e “A garota radiante” (2021 – escrito e dirigido por ela). Ela faz uma Sarah cercada por antíteses: ora enérgica para atuar, ora agressiva com as pessoas que a cercavam (sua biografia conta que era uma mulher intempestiva, que gritava com qualquer um que a contrariasse). Vestia roupas chiques, tinha bom gosto e mantinha relações intensas com escritores e atores, como Lucien Guitry (no filme interpretado pelo sempre condizente Laurent Lafitte), membro da Comédie-Française e diretor do teatro Renaissance. Tinha amizades com intelectuais célebres, como os dramaturgos e escritores Victor Hugo, Émile Zola, Alexandre Dumas (alguns aparecem no filme), que a viam como musa inspiradora. O trato do filme é na personalidade forte e independente de Sarah, que desafiava convenções e não hesitava em confrontar colegas ou diretores se tivesse razão. A postura incisiva, de mulher geniosa, refletia nas relações afetivas (raramente ela mantinha algo duradouro com os homens de sua vida), e isto atingia também seu trabalho no cinema (Sarah não compreendia bem a Sétima Arte, por isso fez menos de 5 filmes, a maioria curtas, e chegou a ordenar a destruição de filmes que participou que não lhe agradavam). Ela morreu em 1923, em Paris, de complicações renais, tendo um dos funerais mais impressionantes da história: o caixão cruzou as principais vias de Paris, sua morte comoveu multidões, reunindo mais de 35 mil pessoas até o cemitério Père-Lachaise, onde estão sepultadas diversas personalidades do universo das artes. Mais um bom trabalho do diretor Guillaume Nicloux (de “O vale do amor”, “Os confins do mundo” e “A religiosa”). POR FELIPE BRIDA - No blog Cinema-naweb blogspotcom

pseudokane3
Wesley PC>
½
2 meses atrás

Nos primeiros minutos, senti-me confuso, sonolento, sem entender direito o que era o cotidiano da atriz e o que era emanação de suas interpretações teatrais... De repente, percebi que esta é a grande força desta biografia atípica: a imersão rítmica em relação a como era a convivência com alguém com personalidade tão forte e caprichosa, a despeito do enorme talento. Sandrine Kiberlain está soberba, como é de seu feitio, e a montagem que vai regredindo progressivamente no tempo é deveras hábil, a fazer que compreendamos no âmago afetivo as tensões envolvendo Sarah, seu amado Lucien e o importante Sacha Guitry, cujo trechinho de CEUZ DE CHEZ NOUS, exibido nos créditos de encerramento, emocionou-me bastante. Linda fotografia e ótima direção de arte, com passagens rápidas de inúmeras personalidades (Sigmund Freud, Émile Zola, etc.) entre os coadjuvantes das festas promovidas pela protagonista. Um filme inteligente, mas não necessariamente concessivo: ao invés de explicar quem era a atriz, prefere que sintamos o que ela sente, que experimentemos o seu frenesi neurótico e sofrido - inclusive, por conta da dor severa, que desencadeou a amputação de uma de seus pernas. Um filme sensual na entrega à paixão artística, vale a pena ser visto e discutido! (WPC>)

mariana_loureiro
Mariana Loureiro
½
5 meses atrás

Esteticamente lindo, mas o que fica mesmo é a Sarah: livre, autêntica e muito à frente do seu tempo. Amei o filme!

[Visto em 25 de Abril de 2026]

editado
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Sandrine Kiberlain

(Sarah Bernhardt)
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(Louise Abbéma)
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(Emile Zola)
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(Sacha Guitry)
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(Georges Clairin)
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(Maurice Bernhardt)

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