Sophie sobrevive a campos de concentração nazistas e encontra uma razão para viver em Nathan, um judeu americano brilhante, instável e obcecado pelo Holocausto. Mas a felicidade dos dois é ameaçada pelos fantasmas do passado dela.
Como alguém continua vivendo depois de ser forçado a tomar uma decisão que ninguém deveria tomar?
O roteiro começa quase como um drama de convivência. Um jovem escritor conhece Sophie e Nathan, um casal magnético, intenso e aparentemente apaixonado. Durante boa parte da narrativa, parece que estamos assistindo a uma história sobre relacionamentos complicados e pessoas tentando reconstruir a própria vida depois da guerra. Mas, aos poucos, o filme vai revelando que existe uma ferida muito mais profunda escondida sob cada conversa, cada sorriso e cada silêncio. Algumas pessoas não carregam culpa pelo que fizeram, mas pelo que foram obrigadas a fazer. Mas por trás do drama pessoal, existe uma reflexão devastadora sobre a desumanização promovida por regimes totalitários. O filme mostra que o verdadeiro horror não está apenas na violência física, mas na destruição da capacidade humana de escolher livremente.
Meryl Streep entrega uma atuação que parece desafiar qualquer descrição simples. Sophie carrega uma tristeza tão profunda que muitas vezes parece existir em dois tempos diferentes ao mesmo tempo do presente, onde tenta viver, e o passado, que nunca realmente a deixou partir. É uma personagem que sorri como quem pede desculpas por ainda estar viva.
No fim, existem dores que o tempo não apaga, existem escolhas que ninguém deveria enfrentar e as vezes...sobreviver pode carregar um peso tão grande quanto a própria tragédia.
emocionalmente um dos finais mais brutais do cinema. meryl streep transcende aqui e acaba se perdendo numa atuação impecável. o resto achei arrastado demais, mas entendo que isso foi necessário pra construção da narrativa até chegar à ''escolha'' em questão.
Queria "desver" só pra poder sentir o impacto da primeira vez.
É triste, é poético...é uma boa obra.
Meryl Streep é uma atriz de outro mundo, num filme intenso, verdadeiro e emocioanante.
Como alguém continua vivendo depois de ser forçado a tomar uma decisão que ninguém deveria tomar?
O roteiro começa quase como um drama de convivência. Um jovem escritor conhece Sophie e Nathan, um casal magnético, intenso e aparentemente apaixonado. Durante boa parte da narrativa, parece que estamos assistindo a uma história sobre relacionamentos complicados e pessoas tentando reconstruir a própria vida depois da guerra. Mas, aos poucos, o filme vai revelando que existe uma ferida muito mais profunda escondida sob cada conversa, cada sorriso e cada silêncio. Algumas pessoas não carregam culpa pelo que fizeram, mas pelo que foram obrigadas a fazer. Mas por trás do drama pessoal, existe uma reflexão devastadora sobre a desumanização promovida por regimes totalitários. O filme mostra que o verdadeiro horror não está apenas na violência física, mas na destruição da capacidade humana de escolher livremente.
Meryl Streep entrega uma atuação que parece desafiar qualquer descrição simples. Sophie carrega uma tristeza tão profunda que muitas vezes parece existir em dois tempos diferentes ao mesmo tempo do presente, onde tenta viver, e o passado, que nunca realmente a deixou partir. É uma personagem que sorri como quem pede desculpas por ainda estar viva.
No fim, existem dores que o tempo não apaga, existem escolhas que ninguém deveria enfrentar e as vezes...sobreviver pode carregar um peso tão grande quanto a própria tragédia.
emocionalmente um dos finais mais brutais do cinema. meryl streep transcende aqui e acaba se perdendo numa atuação impecável. o resto achei arrastado demais, mas entendo que isso foi necessário pra construção da narrativa até chegar à ''escolha'' em questão.
13.08.2005