Num futuro pós-apocalíptico, cyborgs dominam o que restou da humanidade, alimentando-se do seu sangue. Neste universo, Gabriel é um cyborg que revoltou-se contra a sua programação e começou a caçar e eliminar seus colegas robóticos. Ele resolve treinar Nea, uma humana que teve os pais assassinados pelos vilões, para que ela possa vingar-se das máquinas.
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Pode conter spoilers cyborgs das arábias no deserto de utah...
Então e o futuro, Bishop depois de ser partido pela metade em Alien 2-a missão, volta a terra e é remanufaturado com peças de trator escarificador, e monta uma turminha de cyborgs saltibancos vestidos de odaliscas, que metem o terror, nos sobreviventes andarilhos no deserto de Utah (tem ate aquela famosa rocha no formato de olho) com ajuda de atores de teatro mambembe pintados de donald trump laranja, e do vilão do filme cyborg com o van damme.
Pois bem esses cyborgs odaliscas, se alimentam de sangue dos humanos que vira oleo mobil 499, por causa disso, e por serem maus que só, estão exterminando os humanos, e se encaminham para maior cidade onde ainda existe alta concentração de figurantes com cabelos desgrenhados parecendo uma imensa banda de glam metal dos anos 80, mas nao contavam com um android da terceira idade renegado criado para detê-los e uma sobrevivente de seus massacres, que em um mês, com ardo treino se transforma em uma guerreira kickboxer destruidora de cyborgues odaliscas.
Melhores cenas, Bishop dando um novo upgrade no termo veio babão, o que esse cyborg baba, ou mija pela boca, uma vez que nao tem digamos, parafuso e porcas, Um dos cybogs odaliscas em um momento de fúria há louca, tira sua túnica e solta madeixas loiras e da uma balançada que nem o príncipe da animação do shrek, comercial de neutrox, para esfregar na cara da zinimiga seu cabelo ruim de pontas duplas. O cyborg da terceira idade pegando metade de outro cyborg, batendo palminha mestre miyagi, umas fitas isolantes,e durapox, se remenda, ele tinha sido partido em dois.
Em fim, e um filme que era para ter saído nos anos 80 faria mais sentido, Kathy long sabe o que faz, e lutadora profissional de verdade, mas atua pouco, ai colocaram alguns veteranos para ver se a coisa vai, no final entre mortos e feridos, e uma boa diversão, nem que seja para reparar que nem escondem os dubles do cyborg da terceira idade e o bishop babão.
11-06-2026
Albert Pyun consegue criar um universo visualmente coeso e atmosférico com recursos mínimos. O uso de lentes anamórficas, a paleta de cores dessaturada e a composição dos planos confere uma beleza desoladora
A escalação de Kristofferson e Henriksen eleva o material. Eles emprestam uma dignidade e uma ameaça que o roteiro, por si só, não conseguiria sustentar
Para um filme de baixo orçamento, as cenas de ação, centradas na habilidade real de Kathy Long, são impressionantes, cruas e bem executadas, especialmente quando Pyun utiliza sua característica câmera lenta
A ideia de cyborgs-vampiros que se alimentam de sangue humano é uma fusão de gêneros (sci-fi e horror) engenhosa e que confere à obra uma identidade única
Humanidade e Tecnologia. Sobrevivência e Resiliência.
Enquanto os veteranos brilham, parte do elenco de apoio e a própria Kathy (em momentos dramáticos) demonstram uma certa rigidez, revelando que seu forte é, de fato, a performance física
Em alguns momentos, a falta de recursos é visível, especialmente nos efeitos especiais e na escala das batalhas, o que pode quebrar a imersão
A simplicidade da trama beira o esquelético. O desenvolvimento dos personagens é superficial, e o diálogo é frequentemente expositivo ou clichê
A predileção de Pyun por um ritmo lento pode ser alienante para espectadores que esperam uma ação mais convencional. A narrativa por vezes estagna em sua própria contemplação
Questiona o que define o "humano". A alma é a forma do corpo. Gabriel, embora artificial, imita a virtude, provocando-nos a refletir se a inteligência sem caridade é apenas um "metal que ressoa".
Os 'vampiros' são uma metáfora clara para parasitas da sociedade. O filme é basicamente sobre limpar a sujeira.
Os ciborgues precisam de sangue para lubrificar as juntas?
Tranqueira futurista gravado no Gran Canyon, com ciborgues sugadores de sangue parecido com os monstros do Tokusatsu. Tem algumas boas cenas de luta, principalmente as envolvendo o Gary Daniels. Pyun trabalha bem com a câmera, entregando cenas com muito movimento. Para os fãs de filme de ação lado B, dá pra se divertir com a pancadaria, decapitações e muitos saltos; só não da pra se divertir com a trilha sonora, que é uma coisa horrível, parecida com as músicas de filmes Softcore dos anos 90.
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*Dica: Mutantes Carnívoros (1986)
Apesar de alguns lances toscos é um filme divertido. A Kathy Long tem uma boa presença (e aprende a lutar em um dia) tem algumas cenas de ação com ela que ficaram legais. O visual dos cyborgs é bem fraco e eles lutando rende momentos engraçados. Enfim, é aquele tipo de filme pra se divertir que acaba valendo como passatempo.