Monique está morrendo de câncer, deitada na cama do apartamento acima da loja de sua família. Seu marido mulherengo segue com a vida, seu filho permanece distante e sua nora se pergunta se ela está testemunhando seu próprio declínio.
O que Maurice Pialat entregou aqui foi assombroso. A sequência inicial do filho e da mãe sentados juntos, ouvindo em silêncio aquela música é de arrepiar ainda mais você já sabendo o mar de tempestade que eles iriam enfrentar dali em diante, poxa, acho que ninguém está preparado para isso, Pialat nao poupou ninguém
Muita frieza e angústia em seu momento derradeiro ainda que no todo seus personagens não tenha me atraído imensamente. Algo no retrato duro , frio e silencioso do cinema de Pialat não me conquista e o problema obviamente não reside em seu cinema mas em mim.
Esse é o primeiro trabalho que eu vejo de Maurice Pialat e devo ter começado pelo que tem o tema mais difícil, pois seu roteiro oferece-nos a amarga oportunidade de sentir o que é ser mulher, envelhecer e adoecer impiedosamente.
Doeu muito assistir todo o martírio de Monique (a mãe) porém também cheguei a me sensibilizar com a nora. Às vezes, pelo andamento da história, pensei que ela também estava condenada ao mesmo destino.
O que Maurice Pialat entregou aqui foi assombroso. A sequência inicial do filho e da mãe sentados juntos, ouvindo em silêncio aquela música é de arrepiar ainda mais você já sabendo o mar de tempestade que eles iriam enfrentar dali em diante, poxa, acho que ninguém está preparado para isso, Pialat nao poupou ninguém
Muita frieza e angústia em seu momento derradeiro ainda que no todo seus personagens não tenha me atraído imensamente. Algo no retrato duro , frio e silencioso do cinema de Pialat não me conquista e o problema obviamente não reside em seu cinema mas em mim.
Maravilhoso
Esse é o primeiro trabalho que eu vejo de Maurice Pialat e devo ter começado pelo que tem o tema mais difícil, pois seu roteiro oferece-nos a amarga oportunidade de sentir o que é ser mulher, envelhecer e adoecer impiedosamente.
Doeu muito assistir todo o martírio de Monique (a mãe) porém também cheguei a me sensibilizar com a nora. Às vezes, pelo andamento da história, pensei que ela também estava condenada ao mesmo destino.