Um poderoso navio de guerra que está sendo desativado é vítima de terroristas, que planejam assumir o controle da embarcação. Porém, eles não contavam com a presença de um super agente que está a bordo, disfarçado de cozinheiro.
Dos 3 filmes de Seagal que (re)assisti nos últimos dias, esse, apesar de considerado o melhor, foi o que menos me agradou. Concluo que, para o meu gosto, ele é de muito longe o menos interessante, carismático ou divertido desses porradeiros 80/90.
Muito pouca luta e, quando tem, é com esses enequadramentoa rápidos e de muito perto que tiram toda a dinâmica do que seria a luta.
Três considerações sobre esse filme, antes de fazer algum comentário:
1 - Não tente assistir com um olhar técnico. 2 - A nostalgia pesa, meus amigos, pesa muito. 3 - Estamos falando de um filme onde o Steven Seagal é um cozinheiro da Marinha que não tem tempo para preocupações com higiene na cozinha, mas sim com a vida e a morte de todos a bordo de um navio de guerra.
Agora que estamos todos no mesmo barco (rs), vamos lá. A história é bem simples e parece que já vimos repetida em mais uns 300 filmes. Uns terroristas sequestram um navio de guerra e ameaçam usar a arma nuclear a bordo para fazer exigências. E quem é o único que pode impedir essa catástrofe? Steeeeeven Seeeeeagal com seu rosto imperturbável e voz aveludada derrotando os terroristas com uma facilidade que beira a graça (e a física duvidosa).
Temos o Tommy Lee Jones de vilão e não é só um terrorista – ele é o terrorista com carisma. As cenas de seu desempenho são tão engraçadas quanto ameaçadoras. Já pode entrar no hall de personagens excêntricos do cinema. Quem chama atenção também é a Erika Eleniak, famosa playmate dos anos 80/90 que da uma ajudinha ali para o Seagal, mas que sabemos que está ali mesmo como uma desculpa para a testosterona a bordo do navio.
O filme é bom, nostálgico e divertido por ser tosco. Ele é um produto da época, onde a ação era simples, direta e sem vergonha de ser exagerada. Steven Seagal salva o dia e você sabe que isso não é spoiler. rs
Dos 3 filmes de Seagal que (re)assisti nos últimos dias, esse, apesar de considerado o melhor, foi o que menos me agradou. Concluo que, para o meu gosto, ele é de muito longe o menos interessante, carismático ou divertido desses porradeiros 80/90.
Muito pouca luta e, quando tem, é com esses enequadramentoa rápidos e de muito perto que tiram toda a dinâmica do que seria a luta.
Entendo a nostalgia e quem gosta. Pra mim não dá.
O filme que meu pai escolheu pra assistir no dia dos pais... Bem filme de pai oitentista kkkk
12.09.1993
Três considerações sobre esse filme, antes de fazer algum comentário:
1 - Não tente assistir com um olhar técnico.
2 - A nostalgia pesa, meus amigos, pesa muito.
3 - Estamos falando de um filme onde o Steven Seagal é um cozinheiro da Marinha que não tem tempo para preocupações com higiene na cozinha, mas sim com a vida e a morte de todos a bordo de um navio de guerra.
Agora que estamos todos no mesmo barco (rs), vamos lá. A história é bem simples e parece que já vimos repetida em mais uns 300 filmes. Uns terroristas sequestram um navio de guerra e ameaçam usar a arma nuclear a bordo para fazer exigências. E quem é o único que pode impedir essa catástrofe? Steeeeeven Seeeeeagal com seu rosto imperturbável e voz aveludada derrotando os terroristas com uma facilidade que beira a graça (e a física duvidosa).
Temos o Tommy Lee Jones de vilão e não é só um terrorista – ele é o terrorista com carisma. As cenas de seu desempenho são tão engraçadas quanto ameaçadoras. Já pode entrar no hall de personagens excêntricos do cinema. Quem chama atenção também é a Erika Eleniak, famosa playmate dos anos 80/90 que da uma ajudinha ali para o Seagal, mas que sabemos que está ali mesmo como uma desculpa para a testosterona a bordo do navio.
O filme é bom, nostálgico e divertido por ser tosco. Ele é um produto da época, onde a ação era simples, direta e sem vergonha de ser exagerada. Steven Seagal salva o dia e você sabe que isso não é spoiler. rs
Bem tosco, apesar de bem produzido.