Michelly Matos

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Últimas opiniões enviadas

Michelly Matos
½
1 semana atrás

Mayday é uma comédia de ação bem divertida. A referência a Top Gun é clara e o filme se diverte muito com isso. Ryan Reynolds e Kenneth Branagh formam uma dupla ótima em cena, mas Branagh é quem realmente rouba o protagonismo. Seu timing cômico é excelente e ele ainda manda muito bem nas sequências de ação e luta. Reynolds faz aquele personagem de sempre, só que um pouco mais contido, o que aqui funciona bem, sem ser grande coisa.

E que trilha sonora maravilhosa! Já começa com "Jump" do Van Halen, "Obsession" do Animotion, que eu adoro e pelo menos umas 3 do Bruce Springsteen que contei: "Dancing in the Dark", "I'm On Fire" e "Downbound Train". Mas o que mais gostei foi das cenas de ação. Finalmente um filme que não ficam cortando tudo a cada segundo e deixa a gente acompanhar a coreografia e curtir a pancadaria de verdade. Se eu tivesse visto Mayday quando criança, provavelmente teria achado o máximo. É exagerado, engraçado, nostálgico e sabe exatamente o que quer ser.

Michelly Matos
3 semanas atrás

É difícil eu não me render a um filme que começa com o Bauhaus tocando “Bela Lugosi’s Dead” em um clube gótico, enquanto Catherine Deneuve e David Bowie parecem pertencer àquele universo como se tivessem saído de um sonho new wave dos anos 80.

Me lembrou MUITO Blade Runner. Não pela história, mas por toda aquela atmosfera noir, futurista e decadente, só que aqui transportada para um universo de vampiros. Principalmente a Catherine Deneuve. O figurino dela tem um quê de anos 40/50 que me fez pensar imediatamente na Rachael. Uma Rachael que, em vez de descobrir que é uma replicante, descobre que é uma vampira.

Tony Scott tem uma implicância séria com a ideia de deixar uma cena simplesmente bonita. Não. Ele precisa colocar fumaça, sombra, luz difusa atravessando persianas e cortinas brancas que se movem lentamente, enquanto uma pessoa lindíssima está olhando para o nada. E funciona. Tudo parece elegante e melancólico demais, até quando se torna perturbador.

Adoro como esses filmes transformam o vampirismo em uma tragédia sobre a própria essência do vampiro: a imortalidade como condenação. Porque a imortalidade parece maravilhosa até você lembrar que continua vivendo enquanto todo mundo ao seu redor envelhece e morre. E Miriam está condenada justamente a isso. Ela pode preservar a própria juventude, mas aqueles que ama inevitavelmente definham diante dela. E pior: ela os condena ao mesmo destino na tentativa de não ficar sozinha.

Michelly Matos
½
1 mês atrás

Assistir a esse filme me fez lembrar do quanto os thrillers dos anos 90 tinham personalidade. Não era só o roteiro ou as atuações: a fotografia, o ritmo e aquelas trilhas tão atmosféricas, quase melancólicas, davam aos filmes uma identidade que hoje parece cada vez mais rara. Filmaço de qualidade!

  • Filmow 1 semana atrás

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    Bons filmes!
    Equipe Filmow