Helga é uma jovem solteira que tem um bebê de um homem casado muito mais velho. Depois que o homem mais velho diz ao pai de Helga que ele se recusa a pagar pensão alimentícia, dizendo não ser responsável pela criança, seu pai insiste que Helga o leve ao tribunal.
Esboça um crítica social porém acaba caindo em certas ingenuidades de roteiro atípicas para Sjostrom.
Um drama com um toque de crítica social, sobre uma moça que engravida de um homem casado. Com a recusa dele em assumir a criança, ela é orientada pelos seus pais a tornar o caso público, denunciando-o e processando-o. Mesmo sendo processado, o homem recusa-se a reconhecer a criança, então a garota decide criar o filho sozinha. Ela então é acolhida por um rapaz e sua família e passa a trabalhar para eles. Ela acaba se apaixonando pelo rapaz, mas acaba achando que não é adequada socialmente a ele, pelo fato de ser mãe solteira e ser hostilizada pela sociedade. Então, ela descobre que o rapaz é noivo e quando a família da noiva vem visitá-los, eles o pressionam a demitir a garota, por causa do seu passado. O rapaz e sua família cedem a pressão, mas a partir daí o rapaz passa a enxergar o mundo, as pessoas e sua própria noiva com outros olhos. Um drama bem lacrimoso dirigido com maestria por Sjostrom.