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Data de lançamento
18 Abril 1962Duração
Prémio Jean Vigo 1962
Melhor Filme
Um filme de Yves Robert inspirado no romance homónimo de Louis Pergaud
"Uma sátira formidável à guerra dos adultos."
-THE NEW YORK TIMES
É o regresso das classes. Como todos os anos, os estudantes de Longeverne, liderados por Lebrac, declaram guerra aos de Velrans. Numa dessas batalhas, Lebrac tem uma ideia brilhante: arrancou todos os botões e confiscou os cintos aos presos, para que sejam castigados pelos próprios pais...
Um antídoto maravilhoso para nos aliviar das preocupações com que o dia-a-dia nos depara.
Convertido num clássico do cinema francês dos anos 60, A GUERRA DOS BOTÕES é um filme inolvidável, onde infância rima com inocência. Estreado em França em Abril de 1962, o filme foi aplaudido por todo o país, batendo todos os recordes de bilheteira. Uma verdadeira maravilha!
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Foi difícil chegar até o final deste filme: os personagens infantis são coléricos e a pretensa inocência da guerra que eles travam não me pareceu de todo convincente. Para piorar, as situações de violência contra animais são severas, bem como a entoação de hinos bélicos e a declaração de conhecimento de táticas de tortura (inclusive, da Idade Média). O protagonista André Treton é tão simpático que começamos a nos solidarizar com algo que talvez explique o seu pendor para as brigas: o medo do confronto paterno. Foi então que, ciente de que o discurso dos personagens e o discurso do filme não são o mesmo, eu avancei na sessão, aguardando o instante em que a origem daqueles comportamentos seria explicada, o que ocorre quando os adultos entram em cena, agindo como "crianças mal crescidas". O desfecho, portanto, é lindo em sua demonstração dos ciclos ferozes que se estendem até hoje nalgumas zonas rurais européias, mas o desconforto que senti não arrefeceu: não sei se terei coragem de rever esta obra, por enquanto, mas o achei atroz, em diversos momentos. Quase perigoso, ainda que seja evidente que ele é crítico, que o roteiro expõe a gênese reproduzida de tanta malevolência. Pesadíssimo, mas bonito e clemente, em sua magistral conclusão! (WPC>)
Uma pequena pérola do cinema francês cuja história traz boas doses de humor e diversão e até um pouco de dramaticidade. A trilha sonora é perfeita e se adequa bem a ação que se vê na tela. As crianças do elenco foram todas muito bem escaladas com destaque máximo para o divertido garotinho que interpreta o pequeno Massimuccio.
Tirando uma sequência em que as crianças perseguem e matam uma inocente raposinha do resto eu gostei de tudo.
Um filme bem sensível sobre a disputa territorial de dois grupos de garotos, numa vila francesa e com ótimas atuações..
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Amei...
...O filme, Lebrac e Pequeno Gibus ♥ ♥ ♥