Sorin não decepciona, apesar de essa não ser sua obra máxima. O mito da solidão e do ser idoso tratado com sobriedade e sutileza. De muito bom gosto e com uma vivacidade fotográfica belíssima. Cinema argentino mais uma vez se destacando por unir a forma ao conteúdo.
"Você pode brindar, mas não poderá beber!"
Será essa a condição da vida bem em sua reta final?!
Gosto da simplicidade dos filmes do Sorín, mas esse realmente faltou um "algo a mais".
Vou ser curta, mas não grossa: achei chato, não gostei!
Não é o melhor de Sorin, mas encanta mesmo assim. É uma bela história.
Sorin não decepciona, apesar de essa não ser sua obra máxima. O mito da solidão e do ser idoso tratado com sobriedade e sutileza. De muito bom gosto e com uma vivacidade fotográfica belíssima. Cinema argentino mais uma vez se destacando por unir a forma ao conteúdo.